A importância do método clínico centrado na pessoa em situações de psicossomatismo

Autores

  • Jassiara Soares da Silva Centro Universitário Atenas – UniAtenas https://orcid.org/0000-0003-1641-3689
  • Isabela Simões Mendes Centro Universitário Atenas – UniAtenas
  • Ana Laura Mundim Andrade Porto Centro Universitário Atenas – UniAtenas https://orcid.org/0000-0003-4730-3052
  • Isadora Andrade Porto Campos Centro Universitário Atenas – UniAtenas
  • Daniela Aparecida Lima Viana Centro Universitário Atenas – UniAtenas

Palavras-chave:

Atenção Primária à Saúde

Resumo

A partir de 1930, doenças psicossomáticas, isto é, manifestações físicas oriundas de fatores psíquicos, passaram a ser reconhecidas. Pacientes nessas condições, inicialmente, buscam atendimento na Unidade Básica de Saúde com o médico de família e comunidade. Ante a essa situação, o método clínico centrado na pessoa (MCCP) destaca-se como uma ferramenta no manejo destes pacientes na Atenção Básica (AB). Objetivou-se demonstrar a importância do MCCP quando aplicado às doenças psicossomáticas na Atenção Básica. Trata-se de uma revisão integrativa da literatura fundamentada em publicações obtidas na bases de dados Pubmed, com emprego dos descritores: “psychosomatic disorder”, “in primary care”, “managment” combinados entre si e  Scielo com método clínico centrado na pessoa”. Foram incluídas publicações que datam de 1985 a 2020, em língua portuguesa e inglesa. Os transtornos mentais são uma queixa frequente na AB, correspondendo a cerca de 50% dos usuários, segundo estudos.  Tais como ansiedade e depressão, por vezes são acompanhadas de sintomas físicos, como: cansaço, astenia, fadiga, palpitações, sudorese, dispneia, entre outros. Ante a isso, é fundamental que o médico disponha de habilidades como escuta atenta e visão ampliada para compreender não só a queixa, mas o contexto social e familiar, anseios e, principalmente, os aspectos psicológicos de somatização. Essas são partes do MCCP, em que, resumidamente, deve-se: explorar a saúde, a doença e a experiência; entendimento do paciente como um todo; elaboração de plano conjunto e estabelecimento de vínculo médico-paciente.  Dessa forma, no psicossomatismo, é fundamental que transtornos mentais sejam acompanhados, terapia  de reatribuição seja aplicada e  proposta de novas atividades - exercício físico e terapia comunitária – sejam estabelecidas. Em conclusão, o psicossomatismo não é uma situação obstante do cenário de AB, sendo necessário a aquisição de habilidades para conduzi-lo, sendo a aplicação do MCCP o meio de entendimento e manejo do quadro.

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Biografia do Autor

Jassiara Soares da Silva, Centro Universitário Atenas – UniAtenas

Acadêmica de medicina do Centro Universitário Atenas (UniAtenas) - Paracatu-MG.

Isabela Simões Mendes, Centro Universitário Atenas – UniAtenas

Acadêmica de medicina do Centro Universitário Atenas (UniAtenas) - Paracatu-MG.

Ana Laura Mundim Andrade Porto, Centro Universitário Atenas – UniAtenas

Acadêmica de medicina do Centro Universitário Atenas (UniAtenas) - Paracatu-MG.

Isadora Andrade Porto Campos, Centro Universitário Atenas – UniAtenas

Acadêmica de medicina do Centro Universitário Atenas (UniAtenas) - Paracatu-MG.

Daniela Aparecida Lima Viana, Centro Universitário Atenas – UniAtenas

Docente do Centro Universitário Atenas (UniAtenas) - Paracatu-MG.

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Publicado

2021-06-01

Edição

Seção

Resumos