Adesão ao tratamento medicamentoso da hipertensão arterial em dois modelos de atenção à saúde.

  • Ana Lúcia de Jesus Almeida UNESP - Faculdade de Ciências e Tecnologia - Campus de Presidente Prudente - SP. http://orcid.org/0000-0002-5281-0676
  • Nathalia Serafim da Silva Universidade Estadual Paulista (Unesp) – campus de Presidente Prudente.
  • Viviane de Freitas Cardoso Universidade Federal de São Carlos (UFSCar)
  • Franciele Marques Vanderlei Universidade Estadual Paulista (Unesp) – campus de Presidente Prudente
  • Renilton José Pizzol Universidade Estadual Paulista (Unesp) – campus de Presidente Prudente.
  • Eliane Ferrari Chagas
Palavras-chave: Estratégia de Saúde da Família, Unidade Básica de Saúde, Hipertensão, Adesão à Medicação.

Resumo

A Unidade Básica de Saúde (UBS) e a Estratégia de Saúde da Família (ESF) são dois modelos diferentes de assistência na Atenção Primária à Saúde. Objetivou-se comparar o grau de adesão a terapêutica medicamentosa de indivíduos com hipertensão assistidos em Estratégia de Saúde da Família (ESF) e Unidade Básica de Saúde (UBS). O estudo teve a participação de 63 indivíduos da ESF e 51 da UBS. Aplicou-se questionários para identificar o perfil da população e avaliar a adesão (teste de Morisky-Green – TMG). Utilizou-se estatística descritiva e, para a análise de associação, os testes Goodman e odds ratio. As variáveis idade, sexo feminino e sedentarismo apresentaram-se homogêneas em ambos os grupos. Entre as variáveis estudadas, apenas a idade mostrou diferença significante, pois pessoas com menos de 60 anos demonstraram menor adesão ao tratamento. Houve diferença significativa na adesão ao tratamento medicamentoso (ESF > UBS). Conclui-se que a melhor adesão foi na ESF, mas ambas foram consideradas abaixo do desejado. 

Biografia do Autor

Ana Lúcia de Jesus Almeida, UNESP - Faculdade de Ciências e Tecnologia - Campus de Presidente Prudente - SP.

Docente no Departamento de Fisioterapia da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Estadual Paulista - UNESP - Campus de Presidente Prudente.

Atua na área de Fisioterapia em Saúde Coletiva e docente no Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Territorial da América Latina e Caribe - IPPRI - UNESP.

Nathalia Serafim da Silva, Universidade Estadual Paulista (Unesp) – campus de Presidente Prudente.

Fisioterapeuta. Egressa Universidade Estadual Paulista (Unesp) – campus de Presidente Prudente.

Viviane de Freitas Cardoso, Universidade Federal de São Carlos (UFSCar)

Enfermeira. Doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Fisioterapia na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar)

Franciele Marques Vanderlei, Universidade Estadual Paulista (Unesp) – campus de Presidente Prudente

Professora Substituta no Departamento de Fisioterapia da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Estadual Paulista (Unesp) – campus de Presidente Prudente.

Renilton José Pizzol, Universidade Estadual Paulista (Unesp) – campus de Presidente Prudente.

Docente no Departamento de Fisioterapia da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Estadual Paulista (Unesp) – campus de Presidente Prudente.

Publicado
2020-06-22
Seção
Artigos Originais