Rónai – Revista de Estudos Clássicos e Tradutórios
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Revista de Estudos Clássicos e TradutóriosUniversidade Federal de Juiz de Forapt-BRRónai – Revista de Estudos Clássicos e Tradutórios2318-3446<p><strong>Direitos Autorais</strong><br>Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:<br><br>a. Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a <a href="http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/">Creative Commons Attribution License 4.0</a>, que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.<br><br>b. Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.<br><br><strong>Isenção editorial</strong><br>O conteúdo dos artigos publicados é de inteira responsabilidade de seus autores, não representando a posição oficial da Rónai - Revista de Estudos Clássicos e Literários ou do Faculdade de Letras da Universidade Federal de Juiz de Fora ou das instituições parceiras.</p>Expediente
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<p><strong>Expediente</strong></p> <p>Prof. Dr. Adauto Lúcio Caetano Villela</p> <p>Profa. Dra. Carol Martins da Rocha</p> <p> </p> <p><strong><em>Rónai – Revista de Estudos Clássicos e Tradutórios</em></strong></p> <p>Volume 7, Número 2</p> <p> </p> <p><strong>Editores:</strong></p> <p>Prof. Dr. Adauto Lúcio Caetano Villela</p> <p>Profa. Dra. Carol Martins da Rocha</p> <p> </p> <p><strong>Avaliadores:</strong></p> <p>Prof. Dr. Adauto Lúcio Caetano Villela (UFJF)</p> <p>Profa. Dra. Ana Thereza Basílio Vieira (UFRJ)</p> <p>Prof. Dr. Beethoven Alvarez (UFF)</p> <p>Prof. Dr. Daniel Teixeira da Costa Araújo (UNB)</p> <p>Prof. Dr. Eduardo Marcant Engelsing (Western Washington University)</p> <p>Prof. Dr. Frederico Spada Silva (PUC-Rio)</p> <p>Prof. Dr. Leandro César Albuquerque de Freitas (UFU)</p> <p>Profa. Dra. Leni Ribeiro Leite (UFES)</p> <p>Prof. Dr. Luís Carlos Lima Carpinetti (UFJF)</p> <p>Profa. Dra. Maria Cristina da Silva Martins (UFRGS)</p> <p>Prof. Dr. Márcio Thamos (Unesp/Araraquara)</p> <p>Prof. Dr. Marcos Martinho dos Santos (USP)</p> <p>Prof. Dr. Matheus Trevizam (UFMG)</p> <p>Prof. Dr. Paulo Sergio de Vasconcellos (Unicamp)</p> <p>Prof. Dr. Pedro Bustamante Teixeira (UFJF)</p> <p>Prof. Dr. Raimundo Nonato Barbosa de Carvalho (UFES)</p> <p>Prof. Dr. Rodrigo Pinto de Brito (UFRRJ)</p> <p>Prof. Dr. Rodrigo Tadeu Gonçalves (UFPR)</p> <p>Profa. Dra. Tatiana Oliveira Ribeiro (UFRJ)</p> <p>Profa. Dra. Thaíse Pereira Bastos Silva Pio (UFF)</p> <p> </p> <p><strong>Assistente editorial:</strong></p> <p>Isabella Barreto Veras</p>Carol Martins da Rocha
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2019-12-112019-12-1172Apresentação
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Carol Martins da Rocha
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2019-12-112019-12-117212Eneias a nordeste de Cartago: a poesia latina traduzida para o cordel
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<p class="p1">O presente artigo discute a possibilidade de acomodar a tradução de hexâmetros datílicos a redondilhas maiores como forma de lidar com as características formais do metro latino, particularmente a cesura. Serão revistos alguns tratamentos que esse metro tem recebido na versão da poesia clássica para o português e serão apresentados os critérios com os quais sugerimos as redondilhas maiores como formato possível para a tradução dos hexâmetros. Em seguida, apresenta-se o resultado da aplicação desse modelo de tradução a passagens do canto I da <em>Eneida</em>, em que não somente a redondilha maior é o metro escolhido, mas também se recorre a septilhas, estrofes de sete versos, no estilo adotado pela literatura de cordel. Finalmente serão apontados os ganhos percebidos com a adoção dessa estrutura.</p>Fábio Paifer Cairolli
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2019-12-112019-12-117231610.34019/2318-3446.2019.v7.27938Cenas de restauração - a grotesca imagem da bugonia nas <i>Geórgicas</i> 4. 281-314
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<p>Os versos 281-314 do livro 4 das <em>Geórgicas</em> de Virgílio descrevem um método para a restauração de um enxame de abelhas perdido, a saber, a <em>bugonia</em>: a carcaça putrefata de um animal serviria para dar origem a um novo enxame. Um método grotesco que explora os limites do corpo enquanto elemento universal para potencializar possíveis ambivalências (BAKHTIN, 1987, p. 265-322). Além de grotesca, a <em>bugonia</em> é problemática quanto à aplicação, o que parece sugerir que a descrição do método grotesco desvela uma cena de restauração social e política da Roma do séc. I a.C.</p>Liebert de Abreu Muniz
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2019-12-112019-12-1172172810.34019/2318-3446.2019.v7.28173Tradução do "Hino à Vênus", no proêmio do <i>De rerum natura</i>
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<p>Este trabalho pretende realizar uma tradução do proêmio do poema <em>De rerum natura</em>, de Lucrécio, composto na primeira metade do século I a. C., e expoente máximo da tradição poética épico-didática na literatura latina. Em nossa tradução, damos prioridade a uma maior proximidade com o texto original, permitindo ao leitor entrever na leitura da versão em português certas nuances de sentido e significado do original latino que, fatidicamente, uma tradução mais livre ou poética viria a pôr de lado, em detrimento das qualidades literárias que essas possam ter em relação à tradução que ora apresentamos. Como todo ato de traduzir demanda a escolha de certas possibilidades que se quer transmitir ao público leitor, o que necessariamente implica na aceitação da parte do tradutor dos prováveis defeitos que decorram dessas escolhas, atentamos para o fato de que foi de nosso intento levar à baila uma tradução que, abstendo-se de recriar o ritmo e a sonoridade em português dos metros latinos empregados no poema, primasse por esclarecer ao máximo o sentido do texto original, mesmo que isso nos levasse a cair no prosaico. Acreditamos que assim podemos seguir o quanto nos for possível uma linha de fidelidade à significação primeva da obra, que buscamos expor aos leitores.</p>Saulo Santana AguiarAlcione Lucena de Albertim
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2019-12-112019-12-1172293610.34019/2318-3446.2019.v7.28171"A Paixão de Santa Perpétua e Santa Felicidade” (<i>Passio Sanctarum Perpetuae et Felicitatis</i>): tradução anotada
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<p>O presente trabalho tem como objetivo traduzir e anotar o texto latino <em>Passio Sanctarum Perpetuae et Felicitatis</em> (“A Paixão de Santa Perpétua e Santa Felicidade”), do séc. III d.C., que versa sobre parte das comunidades cristãs norte-africanas à época dos Severos, em especial sobre o martírio infligido às personagens que dão título à obra. Para tanto, é utilizada a edição crítica de Heffernan (2012), cotejada, quando necessário, com a versão grega do texto, como se encontra em Amat (1996).</p>Aline Montesine FávaroTiago Augusto Nápoli Ricardo da Cunha Lima
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2019-12-112019-12-1172376810.34019/2318-3446.2019.v7.27704Tradução do <i>Discurso aos jovens, sobre como tirar proveito das letras gregas</i> de Basílio de Cesareia
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<p>Tradução de um dos tratados mais influentes a respeito da relação entre o Cristianismo e a cultura clássica.</p>Bruno Salviano Gripp
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2019-12-112019-12-1172699110.34019/2318-3446.2019.v7.25969Imitação e intertextualidade: a “Carta a Luceio”, de Cícero, e a “Carta a Tácito”, de Plínio
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<p>O texto apresenta a tradução anotada de duas cartas (Cic. Fam. 5.12 e Plin. Ep. 7.33). A carta de Plínio, escrita ao historiador Tácito, imita a de Cícero, endereçada ao historiador Lúcio Luceio. A anotação procura apontar o jogo intertextual de tal imitação emulativa.</p>Adriano Scatolin
Copyright (c) 2019 Adriano Scatolin
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2019-12-112019-12-11729210610.34019/2318-3446.2019.v7.27848Dido enlouquece de amor (<i>Eneida</i>, IV, 1-89): tradução comentada
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<p>O trabalho apresenta uma tradução do início do Canto IV da <em>Eneida</em>, acompanhada de notas e seguida de comentários. No trecho, Dido faz confidências sobre sua paixão por Eneias, e a irmã Ana procura incentivá-la a um enlace matrimonial com o herói troiano. A tradução segue um parâmetro de proporcionalidade métrica adotado na transposição dos hexâmetros em decassílabos.</p>Márcio Thamos
Copyright (c) 2019 Márcio Thamos
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2019-12-112019-12-117210712810.34019/2318-3446.2019.v7.27842Pluralismo culturale in società intertropicali l’esempio brasiliano, di Gilberto Freyre
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<p> A presente tradução em língua italiana, de minha autoria, expõe o relatório geral apresentado pelo intelectual nordestino, Gilberto Freyre, à 30ª sessão de estudos do Instituto Internacional de Civilizações Diferentes, realizada em Lisboa, de 15 a 18 de abril de 1957, sobre o aspecto cultural dos problemas de pluralismo étnico e cultural em comunidades intertropicais. Este texto foi publicado, pela primeira vez no Brasil, em 1968, dentro de um conjunto de ensaios intitulado <em>Brasis, Brasil e Brasília </em>onde o autor aborda temas sociais - sociológicos, antropológicos e até políticos - de interesse geral, e não apenas brasileiro, e sob critério principalmente científico.</p>Nicoletta Cherobin
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2019-12-112019-12-117212913910.34019/2318-3446.2019.v7.27883Uma reflexão sobre a obscura diferença entre adaptação e tradução
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<p>Este artigo examina várias definições e tipos de adaptação, abordando algumas razões pelas quais a adaptação é realizada. Discute, ainda, quais são as técnicas de adaptação e a própria adaptação enquanto técnica de tradução. Na demarcação dos limites entre adaptação e tradução, muitos críticos não estabeleceram uma diferença clara. Isso constitui um problema tanto para os Estudos da Tradução quanto para os Estudos da Adaptação. Este artigo objetiva tornar mais clara essa distinção através da utilização de exemplos concretos a título de ilustração.</p> <p> </p>Larissa Silva Leitão DarodaAdauto Lúcio Caetano Villela
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2019-12-112019-12-117214015010.34019/2318-3446.2019.v7.29239“Durtal”, de Paul Valéry: uma tradução
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<p>Neste trabalho, propomos uma tradução do ensaio crítico “Durtal”, de autoria de Paul Valéry e que versa sobre o romance homônimo de J.-K. Huysmans. Originalmente, o texto de Valéry foi publicado em 1898 na revista <em>Mercure de France</em>, <em>petite revue</em> parisiense que circulou nos meios simbolistas e de demais entusiastas da renovação literária. Em um primeiro momento, tecemos considerações acerca dos dois autores, bem como sobre a proximidade de ambos. Por fim, apresentamos a tradução de “Durtal” para língua portuguesa.</p>Camila Soares López
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2019-12-112019-12-117215115910.34019/2318-3446.2019.v7.25968