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         <journal-id journal-id-type="publisher-id">psipesq</journal-id>
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            <journal-title>Psicologia em Pesquisa</journal-title>
            <abbrev-journal-title abbrev-type="publisher">Psicol. pesq.</abbrev-journal-title>
         </journal-title-group>
         <issn pub-type="epub">1982-1247</issn>
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            <publisher-name>Programa de Pós-Graduação em Psicologia da UFJF</publisher-name>
         </publisher>
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      <article-meta>
         <article-id pub-id-type="doi">10.34019/1982-1247.2025.v19.39637</article-id>
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               <subject>Articles</subject>
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         <title-group>
            <article-title>Estresse e estressores em psicólogos que atuam com crianças com TEA </article-title>
            <trans-title-group xml:lang="en">
               <trans-title>Stress and stressors in psychologists who work with children with ASD</trans-title>
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               <trans-title>Estrés y estresores en psicólogos que trabajan con niños con TEA<sup>1</sup>
               </trans-title>
            </trans-title-group>
         </title-group>
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            <contrib contrib-type="author">
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                  <surname>Fabres</surname>
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               </name>
               <xref ref-type="aff" rid="aff2">
                  <sup>2</sup>
               </xref>
            </contrib>
            <contrib contrib-type="author">
               <contrib-id contrib-id-type="orcid">https://orcid.org/0000-0001-9095-6556</contrib-id>
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                  <surname>Pereira</surname>
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               <xref ref-type="aff" rid="aff3">
                  <sup>3</sup>
               </xref>
            </contrib>
         </contrib-group>
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            <label>2</label>
            <institution content-type="original">Universidade Federal do Espírito Santo. E-mail: psiruhanafabres@gmail.com </institution>
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            <label>3</label>
            <institution content-type="original">Universidade Federal do Espírito Santo. E-mail: kely.m.pereira@ufes.br</institution>
            <institution content-type="normalized">Universidade Federal do Espírito Santo</institution>
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         <author-notes>
            <corresp id="c1">Informações do Artigo:
Ruhana Caliari Fabres
<email>psiruhanafabres@gmail.com</email>
            </corresp>
         </author-notes>
         <pub-date pub-type="epub">
            <year>2025</year>
         </pub-date>
         <volume>19</volume>
         <issue>3</issue>
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         <lpage>25</lpage>
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               <year>2022</year>
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               <year>2023</year>
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               <license-p>Este é um artigo publicado em acesso aberto sob uma licença Creative Commons</license-p>
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         </permissions>
         <abstract>
            <title>RESUMO</title>
            <bold> </bold>
            <p>Trabalhadores que prestam serviços à população com transtornos no desenvolvimento encontram desafios e dificuldades. O objetivo deste estudo consistiu em identificar níveis de estresse e estressores em psicólogos que atuam com crianças com Transtorno do Espectro Autista. A amostra foi composta por 97 profissionais de diferentes estados brasileiros, respondendo a Escala de Estresse Percebido, Questionário de Estresse em Profissionais de Saúde e o Protocolo de Identificação de Estressores. Os resultados apontaram sobrecarga de trabalho, demanda emocional intensa, fatores relacionados a lidar com clientes e exigências da profissão como principais estressores, indicando níveis moderado a alto de estresse no trabalho. </p>
         </abstract>
         <trans-abstract xml:lang="en">
            <title>ABSTRACT</title>
            <bold> </bold>
            <p>Workers who provide services to the population with developmental disorders face challenges and difficulties. The purpose of this study was to identify levels of stress and stressors in psychologists who work with children with Autism Spectrum Disorder. The sample consisted of 97 professionals from different Brazilian states who answered the Perceived Stress Scale, the Stress Questionnaire for Health Professionals, and the Stressors Identification Protocol. Results point to work overload, intense emotional demand, and factors related to dealing with clients and demands of the profession as the main stressors, indicating moderate to high levels of stress at work.     </p>
         </trans-abstract>
         <trans-abstract xml:lang="es">
            <title>RESUMEN</title>
            <bold> </bold>
            <p>Los trabajadores que prestan servicios a la población con trastornos del desarrollo encuentran desafíos. El objetivo de este estudio fue identificar los niveles de estrés y los estresores en psicólogos que trabajan con niños con TEA. La muestra estuvo compuesta por 97 profesionales,, que respondieron la Escala de Estrés Percibido, el Cuestionario de Estrés para Profesionales de la Salud y el Protocolo de Identificación de Estresores. Los resultados apuntan a la sobrecarga de trabajo, la intensa demanda emocional, y las exigencias de la profesión como los principales estresores, indicando niveles moderados a altos de estrés en el trabajo.</p>
         </trans-abstract>
         <kwd-group xml:lang="pt">
            <title>PALAVRAS-CHAVE:</title>
            <kwd>Estresse</kwd>
            <kwd>Estressores</kwd>
            <kwd>Psicólogos</kwd>
            <kwd>TEA</kwd>
            <kwd>Crianças</kwd>
         </kwd-group>
         <kwd-group xml:lang="en">
            <title>KEYWORDS:</title>
            <kwd>Stress</kwd>
            <kwd>Stressors</kwd>
            <kwd>psychologists</kwd>
            <kwd>ASD</kwd>
            <kwd>Children</kwd>
         </kwd-group>
         <kwd-group xml:lang="es">
            <title>PALABRAS CLAVE:</title>
            <kwd>Estrés</kwd>
            <kwd>Estresores</kwd>
            <kwd>Psicólogos</kwd>
            <kwd>TEA</kwd>
            <kwd>Niños</kwd>
         </kwd-group>
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      </article-meta>
   </front>
   <body>
      <p>O estresse é caracterizado por reações físicas e emocionais diante de uma situação desafiadora, tendo sido descrito pela primeira vez na área da saúde por Selye, em 1959 (<xref ref-type="bibr" rid="B27">Lipp, 2001</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B45">Silva et al., 2018</xref>). Quando o indivíduo entra em contato com o estressor, são desencadeadas respostas cognitivas, além das respostas biológicas, com objetivo de avaliar e categorizar o evento de acordo com os significados atribuídos pelo indivíduo (<xref ref-type="bibr" rid="B25">Lazarus &amp; Folkman, 1984</xref>). Dessa forma, existem diferenças nas experiências de estresse vivenciadas por cada pessoa, de forma que um evento só é estressor se ele for avaliado como tal. </p>
      <p>O estresse pode ocorrer em diversas fases  da vida e em decorrência de situações variadas (<xref ref-type="bibr" rid="B1">Aldwin, 2012</xref>). As relações entre o estresse e as estratégias utilizadas para lidar com situações estressantes são investigadas amplamente por pesquisadores de diferentes áreas do conhecimento (<xref ref-type="bibr" rid="B46">Skinner &amp; Wellborn, 1994</xref>). Dentre essas áreas, merece destaque a atividade profissional , visto que é uma atividade que ocupa uma parte significativa das vidas das pessoas . O estresse no trabalho é compreendido como um processo complexo, influenciado pela percepção do indivíduo das demandas ambientais e de seus recursos para enfrentá-las. Altos níveis de estresse no exercício profissional podem prejudicar a saúde física e psicológica dos trabalhadores (<xref ref-type="bibr" rid="B24">Hirschle &amp; Gondim, 2020</xref>).</p>
      <p>Os profissionais da área da saúde estão mais propensos aos efeitos negativos do estresse, pois estão diariamente em contato com pacientes que possuem diversas questões pessoais, prestando serviço de apoio, acompanhamento e cuidado às suas dificuldades (<xref ref-type="bibr" rid="B38">Santos &amp; Cardoso, 2010b</xref>). Enfrentam pressão constante e demandas de esforço físico, mental e afetivo (<xref ref-type="bibr" rid="B44">Silva et al., 2019</xref>). Inseridos na categoria de profissionais da saúde, os psicólogos podem estar vulneráveis ao estresse em sua atuação, devido à alta carga emocional que enfrentam no trabalho (<xref ref-type="bibr" rid="B35">Rocha &amp; Nascimento, 2021</xref>). </p>
      <p>Os estudos realizados com psicólogos clínicos indicaram grande quantidade de estressores no exercício da profissão (<xref ref-type="bibr" rid="B36">Rodriguez et al., 2015</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B41">Sanzovo &amp; Coelho, 2007</xref>), os quais podem ser agrupados em relação aos seguintes aspectos: i. características do trabalho; ii. relacionamentos interpessoais estabelecidos no ambiente laboral; iii. fatores organizacionais (como ausência de diretrizes políticas e rotatividade de pessoal); iv. fatores externos (como falta de políticas públicas e desunião da categoria profissional);  v. demandas emocionais; e vi. exigências da profissão (necessidade de supervisão e aperfeiçoamento profissional) (<xref ref-type="bibr" rid="B36">Rodriguez et al., 2015</xref>).</p>
      <p>Os profissionais de saúde enfrentam diversos desafios e dificuldades no atendimento ao público com transtornos (<xref ref-type="bibr" rid="B2">Alenezi et al., 2022</xref>). O número de crianças diagnosticadas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) tem crescido significativamente nos últimos anos (<xref ref-type="bibr" rid="B31">Maenner, 2020</xref>), justificando a necessidade de pesquisas que visem investigar essa temática, tanto em relação aos indivíduos diagnosticados com o transtorno, quanto aos profissionais que atuam com essa demanda.  </p>
      <p>O TEA é caracterizado como um transtorno do neurodesenvolvimento, que se apresenta como déficits na interação e comunicação sociais, bem como pela presença de comportamentos repetitivos e interesses restritos (<xref ref-type="bibr" rid="B6">Associação Americana de Psiquiatria [APA], 2013</xref>). Os níveis de classificação do TEA são divididos em três categorias a depender do apoio que o indivíduo necessita para seu bom funcionamento em diferentes contextos.. O diagnóstico é  realizado por meio de observações, entrevistas e aplicação de instrumentos de triagem e avaliação (<xref ref-type="bibr" rid="B43">Silva &amp; Elias, 2020</xref>). A média de idade do recebimento do diagnóstico em crianças varia entre quatro e cinco anos; porém, a intervenção precoce possui maior eficácia devido à maior plasticidade do cérebro nos primeiros anos de vida da criança (<xref ref-type="bibr" rid="B16">Dawson et al., 2012</xref>).</p>
      <p>Em virtude dos impactos negativos do TEA sobre o desenvolvimento infantil, o tratamento intensivo tem apresentado efeitos significativos para aquisição de habilidades (<xref ref-type="bibr" rid="B23">Gomes et al., 2019</xref>) e redução de comportamentos mal adaptativos (<xref ref-type="bibr" rid="B8">Bagaiolo, et al., 2018</xref>). Decretada em 2012, a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista assegura que o indivíduo com TEA é considerado pessoa com deficiência, para os efeitos legais, tendo o direito de ser atendida em suas necessidades de saúde e por uma equipe multiprofissional (<xref ref-type="bibr" rid="B26">Lei 12.764, 2012</xref>).</p>
      <p>Os trabalhadores da saúde e educação que prestam serviços para crianças com TEA têm apresentado níveis consideráveis de estresse (<xref ref-type="bibr" rid="B10">Bottini et al., 2020</xref>). A revisão realizada para esse estudo compreendeu o período entre 2000 e 2022, nas bases de dados Periódicos Capes, SciELO, LILACS e BVS-PSI.Os descritores utilizados foram “estresse”, “estressores”, “TEA”, “crianças”, “psicólogos”, “psicologia” e “autismo”. Não foram localizados estudos que investigam estresse e estressores em profissionais da psicologia que atuem com esse público, justificando a necessidade de pesquisas na área. Portanto, o objetivo deste estudo consistiu em analisar as relações entre indicadores de estresse e estressores vivenciados por profissionais da psicologia na atuação com crianças com TEA.</p>
      <sec>
         <title>Método</title>
         <bold> </bold>
         <p>	O presente estudo possui delineamento quantitativo, de caráter descritivo e correlacional dos indicadores de estresse e estressores enfrentados por psicólogos (as) que atendem crianças com TEA. </p>
         <sec>
            <title>Participantes</title>
            <bold> </bold>
            <p>	A amostra foi constituída por 97 participantes que atuam com crianças com TEA em diferentes estados brasileiros (BA, DF, ES, GO, MG, MS, MT, PB, Pi, PR, RJ, RS, SC e SP), com idades entre 20 e 50 anos (M=31).</p>
         </sec>
         <sec>
            <title>Instrumentos</title>
            <bold> </bold>
            <p>
               <list list-type="order">
                  <list-item>
                     <p>Formulário de Caracterização da Amostra. Foi elaborado para o estudo a fim de identificar dados sociodemográficos e do trabalho;</p>
                  </list-item>
                  <list-item>
                     <p>Escala de Estresse Percebido (<italic>Perceived Stress Scale - </italic>EPS-10). Foi proposta por <xref ref-type="bibr" rid="B14">Cohen et al. (1983</xref>) e validada em mais de 20 países. No Brasil, a escala foi validada em diferentes amostras, tais como idosos (<xref ref-type="bibr" rid="B29">Luft et al., 2007</xref>) e professores (<xref ref-type="bibr" rid="B30">Machado et al., 2014</xref>). Possui 10 itens, 6 positivos e 4 negativos, sendo utilizada para avaliar a autopercepção do estresse no último mês. O instrumento é respondido em uma escala do tipo <italic>likert</italic>, que varia de 0 (nunca) a 4 (sempre). Após a reversão dos itens negativos, as pontuações são somadas e a escore encontrado é utilizado como medida de estresse percebido, podendo variar de 0 a 40 pontos.</p>
                  </list-item>
                  <list-item>
                     <p>Questionário de Estresse nos Profissionais de Saúde (QSPS). Proposto por <xref ref-type="bibr" rid="B22">Gomes (2014</xref>), é constituído por duas partes. A primeira avalia o nível de estresse geral do profissional através de um único item, que pode ser respondido em uma escala do tipo <italic>likert</italic>, variando de 0 (nenhum estresse) a 4 (elevado estresse). A segunda parte é composta por 6 subescalas, com 25 itens que avaliam fontes potenciais de estresse no exercício profissional. As dimensões avaliadas são: i. Lidar com clientes; ii. Excesso de trabalho; iii. Carreira e Remuneração; iv. Relações Profissionais; v. Ações de formação; e vi. Problemas familiares.</p>
                  </list-item>
                  <list-item>
                     <p>Protocolo de Identificação de Estressores (PIE). Foi elaborado para esta pesquisa, dispondo de 23 itens no total. A elaboração do instrumento se baseou na literatura sobre o tema, que apresenta fatores relacionados ao estresse em psicólogos, como: a) Características do Trabalho (5 itens referentes ao excesso de atividades profissionais, sobrecarga de trabalho, baixa remuneração, instabilidade financeira, falta de autonomia e reconhecimento); b) Relacionamentos estabelecidos no Trabalho (3 itens que dizem respeito aos relacionamentos com clientes, coletas de trabalho e chefes); c) Fatores Emocionais (3 itens que compreendem o desgaste emocional, preocupação com clientes e administração do local de trabalho); d) Fatores Organizacionais (um item que diz respeito às políticas, diretrizes e gestão do trabalho); e) Exigências da Profissão (2 itens relativos à supervisão e aperfeiçoamento profissional); f) Fatores externos (2 itens sobre desunião da categoria profissional e falta de políticas públicas na profissão) (<xref ref-type="bibr" rid="B36">Rodriguez et al., 2015</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B37">Santos &amp; Cardoso, 2010a</xref>); g) Fatores relacionados ao TEA (4 itens referentes  aos déficits de comunicação de crianças com TEA, formação profissional específica para atuação com esse público, inclusão escolar de crianças com necessidades especiais  e manejo de comportamentos disruptivos); h) Fatores relacionados à Pandemia da Covid-19 (2 itens com perguntas abertas, para identificar se algum estressor foi intensificado pela Pandemia, e também se algum estressor não foi contemplado pelos itens anteriores).</p>
                  </list-item>
               </list>
            </p>
         </sec>
         <sec>
            <title>Procedimento de Coleta dos Dados</title>
            <bold> </bold>
            <p>	A pesquisa foi divulgada em redes sociais e por meio de convites enviados às clínicas onde atuavam profissionais que atendiam aos critérios de participação da pesquisa. Após a concordância em participar do estudo e a assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE) <italic>on-line</italic>, foi enviado para os participantes um <italic>link</italic> de acesso aos instrumentos em uma plataforma digital. A coleta de dados foi realizada entre os meses de outubro de 2022 a maio de 2023.</p>
         </sec>
         <sec>
            <title>Procedimento de Análise dos Dados</title>
            <bold> </bold>
            <p>	Os dados obtidos foram corrigidos de acordo com os manuais e submetidos a análises estatísticas por meio do SPSS (<italic>Software Statistical Package for Social Sciences</italic>). Para a análise estatística de correlação entre as variáveis, foi utilizado o teste não paramétrico de <italic>Mann-Whitney</italic>, devido à falta de distribuição normal das variáveis. Foi considerado o valor de significância de 5% (p ≤ 0,05).</p>
         </sec>
         <sec>
            <title>Procedimentos Éticos</title>
            <bold> </bold>
            <p>	O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Federal do Espírito Santo (número do parecer: 5.029.691). Após a aprovação, foram feitos os convites aos profissionais, que ao aceitarem preencheram o TCLE online e os instrumentos por meio de uma plataforma digital.</p>
         </sec>
      </sec>
      <sec sec-type="results|discussion">
         <title>Resultados e Discussão</title>
         <bold> </bold>
         <p>Houve maior participação de profissionais do sexo feminino (95,88%) e que residem no estado do Espírito Santo (40,21%). Mais da metade dos participantes são casados (55,67%) e não tinham filhos (73,20%). Em relação às características de formação e atuação da amostra, 54,64% dos psicólogos possuía entre um e cinco anos de formados, e 38,14% atuavam com crianças com TEA há quatro anos ou mais. Sobre o vínculo empregatício, 40,21% eram autônomos e 39,18% contratados em instituição privada. Mais da metade dos participantes trabalham por  mais de 20 horas semanais. </p>
         <p>Grande parte dos profissionais da psicologia que compuseram a amostra tem formação específica para atuar com crianças com TEA (91,75%). Isto pode ser explicado pela necessidade constante de aprimoramento teórico e prático para atuar com esse público, dadas as especificidades próprias do transtorno e as habilidades profissionais necessárias para intervenção (APA, 2013 <xref ref-type="bibr" rid="B20">Filha, et al., 2019</xref>). Apesar disso, a literatura tem apresentado a insuficiência de profissionais capacitados para atender as crianças que precisam de tratamento especializado e intensivo (<xref ref-type="bibr" rid="B8">Bagaiolo et al., 2018</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B12">Campos et al., 2021</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B42">Sillos et al., 2020</xref>), demonstrando a necessidade de mais profissionais especializados na área. Nos últimos anos, as exigências para especialização profissional para atuar com a população com TEA têm aumentado, o que indica uma preocupação em acolher essa demanda crescente com qualidade de atendimento (<xref ref-type="bibr" rid="B7">Associação Brasileira de Psicologia e Medicina Comportamental [ABPMC], 2020</xref>).</p>
         <p>A grande maioria dos participantes (94,85%) atua com Análise do Comportamento Aplicada (ABA). Isto já era esperado, devido à extensa comprovação científica de eficácia dessa forma de tratamento para indivíduos diagnosticados com TEA (<xref ref-type="bibr" rid="B5">Alzrayer et al., 2021</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B17">Esteves et al., 2021</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B40">Santos &amp; Oliveira, 2021</xref>). Quando implementada de forma intensiva e por aplicadores capacitados, a intervenção proporciona o desenvolvimento de habilidades (<xref ref-type="bibr" rid="B23">Gomes et al., 2019</xref>), melhorando a qualidade de vida dos recebedores do tratamento, bem como sua adaptação aos ambientes nos quais transitam (<xref ref-type="bibr" rid="B18">Faustino et al., 2021</xref>).</p>
         <sec>
            <title>Níveis de Estresse</title>
            <bold> </bold>
            <p>	Os níveis de estresse foram avaliados através de duas medidas: o estresse percebido por meio da EPS-10; e o estresse geral no trabalho através da primeira parte do QSPS. Em relação a EPS-10, a média total da amostra foi de 23,47 pontos (9-35), o que indica estresse baixo. Apesar desse indicativo, 25 participantes obtiveram pontuação igual ou superior a 25 pontos (estresse moderado), e 17 participantes pontuação igual ou superior a 30 pontos, indicando nível elevado de estresse, totalizando 43,3% da amostra.</p>
            <p>A medida de estresse geral no trabalho resultou de item único na primeira parte do QSPS. Os dados coletados apontaram que 38 participantes apresentam nível moderado (39,17%), ao passo que 42 participantes apresentam grau bastante/elevado (43,29%), totalizando 82,46% da amostra. Esses achados concordam com os estudos realizados com profissionais de saúde, salientando que as atividades laborais relacionadas ao cuidado com o outro estão mais propensas ao estresse (<xref ref-type="bibr" rid="B37">Santos &amp; Cardoso, 2010a</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B47">Sousa &amp; Araújo, 2015</xref>). Outras pesquisas realizadas com psicólogos apontam altos níveis de exaustão dessa categoria diante de fatores relacionados ao trabalho (<xref ref-type="bibr" rid="B32">Matos &amp; Borowski, 2019</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B36">Rodriguez et al., 2015</xref>). Essa condição também se apresenta quando a análise envolve profissionais de saúde e educação que atuam diretamente com indivíduos com TEA, tendo em vista as taxas elevadas de esgotamento e burnout nesses trabalhadores (<xref ref-type="bibr" rid="B10">Bottini et al., 2020</xref>).</p>
            <p>Diferente do QSPS, a EPS-10 avalia o construto sem fazer referência aos agentes causadores ou estressores específicos. Dessa forma, a diferença nos resultados obtidos através dos dois instrumentos sugere que os participantes vivenciam maiores níveis de estresse no trabalho, em detrimento de outras áreas da vida, evidenciadas por maiores pontuações no QSPS. Apesar de mais da metade dos participantes apresentarem pontuação inferior a 25 pontos na EPS-10, a média da pontuação da amostra é de 23,47 pontos, valor próximo do limite entre os níveis baixo e moderado.</p>
            <p>Além das diferenças encontradas entre as medidas de estresse, foram realizadas comparações (teste de Mann Whitney) entre os subgrupos em relação ao tempo de formação. As análises concluíram que profissionais formados a menos de cinco anos experienciam níveis maiores de estresse percebido, em relação à carreira e remuneração, à falta de autonomia e aos relacionamentos estabelecidos no trabalho (<xref ref-type="table" rid="t1">Tabela 1</xref>). </p>
            <p>
               <table-wrap id="t1">
                  <label>Tabela 1</label>
                  <caption>
                     <title>Comparação entre Subgrupos da Amostra por Tempo de Formação em Relação aos Níveis de Estresse e Estressores</title>
                  </caption>
                  <table>
                     <colgroup>
                        <col/>
                        <col/>
                        <col/>
                        <col/>
                        <col/>
                     </colgroup>
                     <thead>
                        <tr>
                           <th align="center">Itens dos Instrumentos</th>
                           <th align="left">Subgrupos</th>
                           <th align="center">Média dos Postos</th>
                           <th align="center">Média</th>
                           <th align="center">p-Valor</th>
 
                        </tr>
                     </thead>
                     <tbody>
                        <tr>
                           <td align="center" rowspan="2"> Estresse Percebido</td>
                           <td align="left">Mais de 6 anos</td>
                           <td align="center">20,43</td>
                           <td align="center">21,81</td>
                           <td align="center" rowspan="2">0,01</td>
 
 
                        </tr>
                        <tr>
                           <td align="left">Menos de 5 anos</td>
                           <td align="center">30,61</td>
                           <td align="center">25,27</td>
 
 
                        </tr>
                        <tr>
                           <td align="center" rowspan="2">Subescala Carreira e Remuneração (QSPS)</td>
                           <td align="left">Mais de 6 anos</td>
                           <td align="center">19,15</td>
                           <td align="center">1,73</td>
                           <td align="center" rowspan="2">0,02</td>
 
 
                        </tr>
                        <tr>
                           <td align="left">Menos de 5 anos</td>
                           <td align="center">27,40</td>
                           <td align="center">2,48</td>
 
 
                        </tr>
                        <tr>
                           <td align="center" rowspan="2"> A falta de autonomia no trabalho (PIE)</td>
                           <td align="left">Mais de 6 anos</td>
                           <td align="center">22,06</td>
                           <td align="center">1,15</td>
                           <td align="center" rowspan="2">0,05</td>
 
 
                        </tr>
                        <tr>
                           <td align="left">Menos de 5 anos</td>
                           <td align="center">28,61</td>
                           <td align="center">1,77</td>
 
 
                        </tr>
                        <tr>
                           <td align="center" rowspan="2">&gt;Relacionamentos estabelecidos no trabalho (PIE)</td>
                           <td align="left">Mais de 6 anos</td>
                           <td align="center">17,02</td>
                           <td align="center">1,32</td>
                           <td align="center" rowspan="2">&gt;0,00</td>
 
 
                        </tr>
                        <tr>
                           <td align="left">Menos de 5 anos</td>
                           <td align="center">27,47</td>
                           <td align="center">2,07</td>
                        </tr>
                     </tbody>
                  </table>
                  <table-wrap-foot>
                     <fn id="TFN1">
                        <p>
                           <italic>Nota. </italic>Teste de Mann-Whitney aplicado para comparação entre subgrupos. Valores significativos para p ≤ 0,05.</p>
                     </fn>
                  </table-wrap-foot>
               </table-wrap>
            </p>
            <p>A comparação entre os subgrupos em relação ao tempo de trabalho com crianças com TEA demonstra que os profissionais que atuam há três anos ou menos apresentam níveis maiores de estresse percebido, assim como estresse relacionado à carreira e remuneração, às relações profissionais e aos relacionamentos estabelecidos no trabalho (<xref ref-type="table" rid="t2">Tabela 2</xref>).</p>
            <p>
               <table-wrap id="t2">
                  <label>Tabela 2</label>
                  <caption>
                     <title>Comparação de Subgrupos da Amostra por Tempo de Trabalho com Crianças com TEA em Relação ao Estresse e Estressores.</title>
                  </caption>
                  <table>
                     <colgroup>
                        <col span="4"/>
                        <col/>
                        <col/>
                        <col/>
                     </colgroup>
                     <thead>
                        <tr>
                           <th align="left" colspan="4">                           Instrumentos              Tempo de Trabalho
 
 
 </th>
                           <th align="center">Média dos Postos</th>
                           <th align="left">Média</th>
                           <th align="left">p-Valor</th>
 
                        </tr>
                     </thead>
                     <tbody>
                        <tr>
                           <td align="center" rowspan="2">Estresse Percebido</td>
                           <td align="left">4 anos ou mais</td>
                           <td align="center">42,22</td>
                           <td align="center">21,81</td>
                           <td align="center" rowspan="2">0,03</td>
 
 
                        </tr>
                        <tr>
                           <td align="left">3 anos ou menos</td>
                           <td align="center">53,18</td>
                           <td align="center">25,27</td>
 
 
                        </tr>
                        <tr>
                           <td align="center" rowspan="2">Subescala Carreira e Remuneração (QSPS)</td>
                           <td align="left">4 anos ou mais</td>
                           <td align="center">37,94</td>
                           <td align="center">1,73</td>
                           <td align="center" rowspan="2">0,02</td>
 
 
                        </tr>
                        <tr>
                           <td align="left">3 anos ou menos</td>
                           <td align="center">49,88</td>
                           <td align="center">2,48</td>
 
 
                        </tr>
                        <tr>
                           <td align="center" rowspan="2">Subescala Relações profissionais (QSPS)</td>
                           <td align="left">4 anos ou mais</td>
                           <td align="center">39,28</td>
                           <td align="center">1,45</td>
                           <td align="center" rowspan="2">0,05</td>
 
 
                        </tr>
                        <tr>
                           <td align="left">3 anos ou menos</td>
                           <td align="center">48,54</td>
                           <td align="center">1,85</td>
 
 
                        </tr>
                        <tr>
                           <td align="center" rowspan="2">&gt;Subcategoria Relacionamentos estabelecidos no trabalho (PIE)</td>
                           <td align="left">4 anos ou mais</td>
                           <td align="center">35,47</td>
                           <td align="center">1,41</td>
                           <td align="center" rowspan="2">&gt;0,05</td>
 
 
                        </tr>
                        <tr>
                           <td align="left">3 anos ou menos</td>
                           <td align="center">44,03</td>
                           <td align="center">1,72</td>
                        </tr>
                     </tbody>
                  </table>
                  <table-wrap-foot>
                     <fn id="TFN2">
                        <p>
                           <italic>Nota.</italic> Teste de Mann Whitney aplicado para comparação entre subgrupos. Valores significativos para p ≤ 0,05.</p>
                     </fn>
                  </table-wrap-foot>
               </table-wrap>
            </p>
            <p>Os achados na presente pesquisa se assemelham aos resultados do estudo realizado por <xref ref-type="bibr" rid="B34">Plantiveau et al. (2018</xref>), que encontraram níveis moderados a altos de burnout, baixa satisfação no trabalho e esgotamento emocional em prestadores de serviços ABA no início de carreira. Por meio das análises estatísticas realizadas, o apoio social e a oportunidade de supervisão frequente foram associados negativamente aos níveis mais altos de burnout. Isto mostra que quando o suporte social e supervisão estavam presentes, eram menores os níveis de insatisfação e estresse no trabalho. De forma semelhante, a pesquisa realizada por <xref ref-type="bibr" rid="B2">Alenezi et al. (2022</xref>) com profissionais de saúde que prestam serviços para indivíduos com TEA, a maioria com menos de cinco anos de experiência de trabalho na área, demonstrou que os participantes apresentaram esgotamento emocional, ansiedade moderada a alta e índices altos de estresse. </p>
            <p>Em relação ao vínculo de serviço, os trabalhadores autônomos foram mais afetados pelo estresse para os fatores: i. “excesso de trabalho relacionado com tarefas de caráter burocrático”; ii. “exigências da profissão como investimento de tempo e recursos financeiros para receber supervisão ao trabalho”; e iii. “preparar ações de formação para realizar no local de trabalho” (<xref ref-type="table" rid="t3">Tabela 3</xref>). Uma possível explicação para isso é a quantidade de trabalho adicional que os trabalhadores autônomos tem, além da realização dos atendimentos diretos aos clientes com TEA. As análises realizadas (teste de Mann-Whitney) demonstraram que os profissionais contratados relataram estar mais estressados do que os autônomos em relação aos estressores: “viver com os recursos financeiros que dispõem” e “conflitos com clientes/pacientes”. Esses achados concordam com o estudo realizado por <xref ref-type="bibr" rid="B36">Rodriguez et al. (2015</xref>) com psicólogos clínicos. À medida que os profissionais autônomos relataram maior estresse relacionado ao excesso de atividades concomitantes no trabalho, os psicólogos assalariados perceberam falta de autonomia, baixa remuneração, pouco reconhecimento e sobrecarga de atendimento como os fatores mais estressantes.</p>
            <p>
               <table-wrap id="t3">
                  <label>Tabela 3</label>
                  <caption>
                     <title>Comparação de Subgrupos da Amostra por Vínculo de Trabalho em Relação aos Níveis de Estresse e Estressores</title>
                  </caption>
                  <table>
                     <colgroup>
                        <col/>
                        <col/>
                        <col/>
                        <col/>
                        <col/>
                     </colgroup>
                     <thead>
                        <tr>
                           <th align="center">Itens dos instrumentos</th>
                           <th align="left">Subgrupos</th>
                           <th align="center">Média dos Postos</th>
                           <th align="center">Média</th>
                           <th align="center">p-Valor</th>
 
                        </tr>
                     </thead>
                     <tbody>
                        <tr>
                           <td align="center" rowspan="2">O excesso de trabalho relacionado com tarefas de caráter burocrático (item 12 - QSPS)</td>
                           <td align="center">Contratados</td>
                           <td align="center">43,74</td>
                           <td align="center">2,31</td>
                           <td align="center" rowspan="2">0,05</td>
 
 
                        </tr>
                        <tr>
                           <td align="center">Autônomos</td>
                           <td align="center">52,70</td>
                           <td align="center">2,80</td>
 
 
                        </tr>
                        <tr>
                           <td align="center" rowspan="2">Viver com os recursos financeiros que dispõem (item 17 - QSPS)</td>
                           <td align="center">Contratados</td>
                           <td align="center">54,49</td>
                           <td align="center">2,27</td>
                           <td align="center" rowspan="2">0,03</td>
 
 
                        </tr>
                        <tr>
                           <td align="center">Autônomos</td>
                           <td align="center">44,25</td>
                           <td align="center">1,79</td>
 
 
                        </tr>
                        <tr>
                           <td align="center" rowspan="2">Preparar ações de formação para realizar no meu local de trabalho (item 18 - QSPS)</td>
                           <td align="center">Contratados</td>
                           <td align="center">43,72</td>
                           <td align="center">1,44</td>
                           <td align="center" rowspan="2">0,05</td>
 
 
                        </tr>
                        <tr>
                           <td align="center">Autônomos</td>
                           <td align="center">52,72</td>
                           <td align="center">1,86</td>
 
 
                        </tr>
                        <tr>
                           <td align="center" rowspan="2">Os conflitos com os clientes/pacientes (item 7 - PIE)</td>
                           <td align="center">Contratados</td>
                           <td align="center">54,78</td>
                           <td align="center">1,82</td>
                           <td align="center" rowspan="2">0,03</td>
 
 
                        </tr>
                        <tr>
                           <td align="center">Autônomos</td>
                           <td align="center">44,00</td>
                           <td align="center">1,33</td>
 
 
                        </tr>
                        <tr>
                           <td align="center" rowspan="2">&gt;As exigências da minha profissão como investimento de tempo e recursos financeiros para receber supervisão ao meu trabalho (item 13 - PIE)</td>
                           <td align="center">Contratados</td>
                           <td align="center">43,66</td>
                           <td align="center">2,53</td>
                           <td align="center" rowspan="2">&gt;0,03</td>
 
 
                        </tr>
                        <tr>
                           <td align="center">Autônomos</td>
                           <td align="center">53,63</td>
                           <td align="center">3,06</td>
                        </tr>
                     </tbody>
                  </table>
                  <table-wrap-foot>
                     <fn id="TFN3">
                        <p>
                           <italic>Nota.</italic> Teste de Mann Whitney aplicado para comparação entre subgrupos. Valores significativos para p ≤ 0,05.</p>
                     </fn>
                  </table-wrap-foot>
               </table-wrap>
            </p>
         </sec>
         <sec>
            <title>Principais Estressores</title>
            <bold> </bold>
            <p>	Na segunda parte do QSPS, duas subescalas apresentaram maiores médias de estresse apontadas pelos participantes. A primeira, Excesso de Trabalho, com os fatores: a) sobrecarga ou excesso de trabalho (70% da amostra demonstrou “estresse elevado” e “bastante estresse”); b) falta de tempo para realizar adequadamente as tarefas profissionais (70% da amostra apontou “estresse elevado” e “bastante estresse”; e c) trabalhar muitas horas seguidas (64% da amostra assinalou “estresse elevado” e “bastante estresse”). A segunda subescala foi Lidar com Clientes, com os itens: a) “tomar decisões onde os erros podem ter consequências graves para os meus clientes”; e b) gerir problemas graves dos meus clientes. Ambos obtiveram média acima de 2, indicando moderado a bastante estresse.</p>
            <p>	Os resultados obtidos pelo PIE indicaram que os itens que tiveram maiores pontuações, e portanto são mais estressores para a amostra, foram: 1) “as exigências da profissão como necessidade de aperfeiçoamento e ampliação de conhecimento em casos que não possuo as habilidades necessárias para atender determinado cliente” (68% da amostra assinalou as opções “bastante” e “muito”); 2) “excesso de atividades profissionais e sobrecarga de trabalho” (64%); 3) “a demanda psicológica do trabalho, como o desgaste emocional no atendimento dos clientes/pacientes” (60%); 4) “as exigências da profissão como investimento de tempo e recursos financeiros para receber supervisão ao trabalho”. No final do PIE, foi adicionada uma questão aberta para identificar estressores que não haviam sido contemplados pelo instrumento. As situações mais relatadas foram os conflitos com a família das crianças com TEA, tais como cobranças excessivas dos pais e a dificuldade parental para seguir as orientações profissionais.</p>
            <p>A alta carga horária laboral de provedores de serviços para pessoas com TEA está relacionada à necessidade de orientação de pais e reuniões multidisciplinares, além dos atendimentos (<xref ref-type="bibr" rid="B10">Bottini et al., 2020</xref>). Esse dado também foi encontrado por <xref ref-type="bibr" rid="B36">Rodriguez et al. (2015</xref>) em uma pesquisa  realizada com uma amostra de psicólogos clínicos brasileiros, no qual os participantes destacaram a necessidade de atuar por muitas horas para receber uma remuneração justa.  A investigação conduzida por <xref ref-type="bibr" rid="B4">Almeida (2011</xref>) com psicólogos algarvios também achou altos níveis de estresse relacionados ao a muitas horas de dedicação na prestação de serviços para essestrabalhadores. A sobrecarga está entre as principais causas de desgaste ocupacional em profissionais de saúde (<xref ref-type="bibr" rid="B39">Santos et al., 2019</xref>), podendo afetar negativamente o bem-estar e a qualidade de vida dos mesmos, com o desenvolvimento de doenças e impactos nas funções cognitiva e psicológica do indivíduo (<xref ref-type="bibr" rid="B32">Matos &amp; Borowski, 2019</xref>). Além disso, <xref ref-type="bibr" rid="B19">Ferreira (2015</xref>) identificou correlação negativa significativa entre o estresse e níveis de satisfação com o ofício em profissionais de saúde mental. Além de prejuízos para o próprio prestador, as taxas elevadas de excesso laboral e desgaste no exercício da profissão podem influenciar de forma direta a qualidade do serviço prestado aos clientes/pacientes (<xref ref-type="bibr" rid="B9">Borges et al., 2021</xref>). </p>
            <p>Profissionais que atuam por mais de 20 horas semanais com crianças diagnosticadas com TEA apresentam níveis maiores de estresse percebido (p = 0,00), nível geral de estresse no trabalho (p = 0,05) e na subescala de excesso de trabalho (p = 0,05) quando comparados aos profissionais que atuam menos horas com o público descrito (teste de Mann-Whitney, <xref ref-type="table" rid="t4">Tabela 4</xref>). Na análise do estresse, a literatura tem mostrado que a exaustão emocional está correlacionada significativamente com a maior quantidade de tempo destinada pelos profissionais de saúde ao atendimento de crianças com TEA e suas famílias (<xref ref-type="bibr" rid="B2">Alenezi et al., 2022</xref>). </p>
            <p>
               <table-wrap id="t4">
                  <label>Tabela 4</label>
                  <caption>
                     <title>Comparação de Subgrupos da Amostra por Tempo de Atendimento/Semana a Crianças com TEA em Relação ao Estresse e Estressores.</title>
                  </caption>
                  <table>
                     <colgroup>
                        <col/>
                        <col/>
                        <col/>
                        <col/>
                        <col/>
                     </colgroup>
                     <thead>
                        <tr>
                           <th align="center"> </th>
                           <th align="center">Horas de atendimento a crianças com TEA</th>
                           <th align="left">Média dos Postos</th>
                           <th align="left">Média</th>
                           <th align="left">p-Valor</th>
 
                        </tr>
                     </thead>
                     <tbody>
                        <tr>
                           <td align="center" rowspan="2"> Estresse Percebido</td>
                           <td align="center">Menos de 20 horas</td>
                           <td align="center">54,40</td>
                           <td align="center">21,81</td>
                           <td align="center" rowspan="2">0,00</td>
 
 
                        </tr>
                        <tr>
                           <td align="center">Mais de 20 horas</td>
                           <td align="center">38,99</td>
                           <td align="center">25,27</td>
 
 
                        </tr>
                        <tr>
                           <td align="center" rowspan="2">Nível de Estresse Geral no trabalho (QSPS)</td>
                           <td align="center">Menos de 20 horas</td>
                           <td align="center">32,88</td>
                           <td align="center">2,18</td>
                           <td align="center" rowspan="2">0,05</td>
 
 
                        </tr>
                        <tr>
                           <td align="center">Mais de 20 horas</td>
                           <td align="center">42,56</td>
                           <td align="center">2,51</td>
 
 
                        </tr>
                        <tr>
                           <td align="center" rowspan="2">Subescala Excesso de Trabalho (QSPS)</td>
                           <td align="center">Menos de 20 horas</td>
                           <td align="center">51,94</td>
                           <td align="center">2,92</td>
                           <td align="center" rowspan="2">0,05</td>
 
 
                        </tr>
                        <tr>
                           <td align="center">Mais de 20 horas</td>
                           <td align="center">41,94</td>
                           <td align="center">2,84</td>
 
 
                        </tr>
                        <tr>
                           <td align="center" rowspan="2">&gt;O excesso de atividades profissionais e a sobrecarga de trabalho (PIE)</td>
                           <td align="center">Menos de 20 horas</td>
                           <td align="center">30,91</td>
                           <td align="center">2,65</td>
                           <td align="center" rowspan="2">&gt;0,02</td>
 
 
                        </tr>
                        <tr>
                           <td align="center">Mais de 20 horas</td>
                           <td align="center">43,09</td>
                           <td align="center">3,22</td>
                        </tr>
                     </tbody>
                  </table>
                  <table-wrap-foot>
                     <fn id="TFN4">
                        <p>
                           <italic>Nota.</italic> Teste de Mann Whitney aplicado para comparação entre subgrupos. Valores significativos para p ≤ 0,05</p>
                     </fn>
                  </table-wrap-foot>
               </table-wrap>
            </p>
            <p>Além do excesso de trabalho, a amostra apontou altos níveis de estresse relacionados à tomada de decisões, nas quais os erros podem ter consequências graves para os clientes. Esses dados são semelhantes aos encontrados por <xref ref-type="bibr" rid="B21">Gomes e Cruz (2004</xref>) com uma amostra de profissionais da saúde, indicando que estressores relacionados ao fato de cometer erros e lidar com os problemas e expectativas dos pacientes apresentaram pontuações mais altas. Já no estudo realizado por Gomes e Cruz (2004) com psicólogos portugueses, o estresse decorrente de erros cometidos e as possíveis consequências negativas foi relatado pela maioria da amostra feminina da pesquisa, se constituindo, porém, em um problema para ambos os gêneros. Em virtude de o público atendido no presente estudo ser de crianças com TEA, maior estresse relacionado com lidar com clientes já era esperado devido às especificidades do transtorno, como os déficits e excessos comportamentais (<xref ref-type="bibr" rid="B6">APA, 2013</xref>). Em razão dos impactos que o transtorno exerce sobre o desenvolvimento infantil e seus cuidadores, os profissionais precisam enfrentar problemas graves do cliente e da família buscando intervir para minimizar os prejuízos, o que pode implicar uma carga emocional grande para o profissional (<xref ref-type="bibr" rid="B33">Passos &amp; Kishimoto, 2022</xref>). Além disso, a percepção de que decisões erradas podem ter consequências graves para o cliente também pode aumentar a pressão para a categoria profissional.</p>
            <p>Em relação às exigências da profissão, a necessidade de aperfeiçoamento profissional do psicólogo não se restringe ao período de graduação, requerendo formação continuada mesmo após o ingresso no mercado de trabalho (<xref ref-type="bibr" rid="B28">Lopes &amp; Silva, 2018</xref>). Na atuação com o público com TEA, apesar de a especialização não ser obrigatória no Brasil, se constitui como responsabilidade ética para o profissional de psicologia atender somente as demandas para as quais estiver habilitado teórica e tecnicamente (<xref ref-type="bibr" rid="B13">Conselho Federal de Psicologia, 2005</xref>). Dessa forma, a capacitação através de cursos de pós-graduação, especializações e supervisão da prática profissional se apresentam como ferramentas de aprimoramento do trabalho. No entanto, estas ferramentas se tornam estressores ocupacionais à medida que demandam recursos financeiros e tempo (<xref ref-type="bibr" rid="B36">Rodriguez et al., 2015</xref>). </p>
            <p>Sobre a demanda psicológica do trabalho no atendimento de crianças com TEA, resultados semelhantes foram encontrados por <xref ref-type="bibr" rid="B36">Rodriguez et al. (2015</xref>), indicando que os psicólogos clínicos perceberam alta exigência afetiva no exercício da profissão. Destacou-se que apesar de a carreira ser gratificante, o trabalho é desafiador, gerando tensão e desgaste. Devido ao caráter emocional do trabalho, e do aumento do estresse em virtude das atividades profissionais, muitos psicólogos estão em processo de adoecimento (<xref ref-type="bibr" rid="B32">Matos &amp; Borowski, 2019</xref>). </p>
            <p>Os resultados encontrados neste estudo, que indicaram alto desgaste emocional no atendimento dos clientes/pacientes, concordam com os achados da pesquisa de <xref ref-type="bibr" rid="B11">Butrimaviciute e Grieve (2013</xref>) com prestadores de serviços para indivíduos com TEA. Os participantes relatam que o trabalho exige engajamento físico e mental alto, ressaltando a importância de permanecer atento e em alerta, embora tenham destacado a profissão como algo agradável. Além disso, o estudo realizado por <xref ref-type="bibr" rid="B2">Alenezi et al. (2022</xref>) aponta a fadiga emocional experimentada por trabalhadores que atendem crianças com TEA.</p>
            <p>Por fim, os participantes indicaram como estressores do trabalho os conflitos com os pais das crianças atendidas. Tais conflitos foram especificados como: i. dificuldades da família para seguir o que é proposto pelos terapeutas para continuidade do tratamento; ii. ganho de habilidades e redução de comportamentos disruptivos; e iii.cobranças em relação aos resultados da intervenção. A literatura aponta alguns fatores como responsáveis pela falta de adesão parental às orientações profissionais, sendo eles: i. dificuldades de compreensão de conceitos e explicações técnicas; ii. restrição de recursos econômicos; e iii. falta de tempo para realizar o que é solicitado (<xref ref-type="bibr" rid="B3">Allen &amp; Warzak, 2000</xref>). Além disso, as expectativas da família em relação ao desenvolvimento da criança com TEA (<xref ref-type="bibr" rid="B15">Correa et al., 2018</xref>) pode aumentar a pressão exercida sobre os profissionais. </p>
            <p>Os dados dessa pesquisa, que identificaram estressores e níveis moderado a alto de estresse em psicólogos que atuam com pessoas com o transtorno, sinalizam maior vulnerabilidade e risco dessa categoria profissional ao adoecimento decorrente de fatores relacionados ao trabalho (<xref ref-type="bibr" rid="B32">Matos &amp; Borowski, 2019</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B35">Rocha &amp; Nascimento, 2021</xref>). Contudo, dados os instrumentos adotados para a pesquisa, não é possível afirmar que os indicadores levantados caracterizam estritamente a Síndrome de Burnout.</p>
         </sec>
      </sec>
      <sec sec-type="conclusions">
         <title>Conclusão</title>
         <bold> </bold>
         <p>Os dados coletados indicam que mais da metade dos participantes apresentaram baixo estresse percebido (EPS-10), porém altos níveis de estresse geral no trabalho (QSPS). Essa diferença sugere que os participantes enfrentam taxas elevadas de estresse no exercício da profissão, em contraposição ao estresse enfrentado em outros âmbitos da vida. Os dados encontrados neste estudo concordam com a literatura existente, enfatizando que as profissões da área da saúde estão mais propensas a altos níveis de estresse.</p>
         <p>Os principais estressores assinalados pelos participantes foram: i. excesso de trabalho; ii. alta demanda psicológica do serviço prestado; iii. Exigências da profissão como a necessidade de supervisão e constante aprimoramento profissional; iv. conflitos com pais das crianças atendidas; e v. dificuldade parental para seguir as orientações propostas. Estes dados contribuem para a compreensão dos problemas enfrentados por esses profissionais em suas atividades.</p>
         <p>Conclui-se que os resultados encontrados na presente pesquisa ampliam o conhecimento sobre o estresse e os estressores enfrentados por profissionais da psicologia na atuação com crianças com TEA, tendo em vista a lacuna existente na literatura dessa área. Sugere-se a realização de estudos que visem investigar intervenções para redução dos níveis de estresse e promoção da qualidade de vida dessa categoria profissional. </p>
      </sec>
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               <sup>1</sup>O presente trabalho baseia-se na dissertação de mestrado da autora Ruhana Caliari Fabres, do Programa de Pós Graduação em Psicologia, pela Universidade Federal do Espírito Santo, sob orientação da Professora Doutora Kely Maria de Sousa Pereira.</p>
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