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            <journal-title>Psicologia em Pesquisa</journal-title>
            <abbrev-journal-title abbrev-type="publisher">Psicol. pesq.</abbrev-journal-title>
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         <issn pub-type="epub">1982-1247</issn>
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            <publisher-name>Programa de Pós-Graduação em Psicologia da UFJF</publisher-name>
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         <article-id pub-id-type="doi">10.34019/1982-1247.2022.v16.32624</article-id>
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               <subject>Articles</subject>
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            <article-title>Deficiência, adolescência e habilidades sociais: uma revisão sistemática</article-title>
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               <trans-title>Disability, adolescence and social skills: a systematic review</trans-title>
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               <trans-title>Discapacidad, adolescencia y habilidades sociales: una revisión sistemática</trans-title>
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            <contrib contrib-type="author">
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                  <surname>Silva</surname>
                  <given-names>Letícia Thays Bessa</given-names>
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               <xref ref-type="aff" rid="aff1">
                  <sup>1 </sup>
               </xref>
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            <contrib contrib-type="author">
               <contrib-id contrib-id-type="orcid">https://orcid.org/0000-0002-7550-4858</contrib-id>
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                  <surname>Lourenço</surname>
                  <given-names>Gerusa Ferreira</given-names>
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               <xref ref-type="aff" rid="aff2">
                  <sup>2</sup>
               </xref>
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            <label>2</label>
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         <author-notes>
            <corresp id="c1">Informações do Artigo:
leticiabessat@gmail.com</corresp>
         </author-notes>
         <pub-date pub-type="epub">
            <year>2022</year>
         </pub-date>
         <volume>16</volume>
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         <lpage>22</lpage>
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               <license-p>Este é um artigo publicado em acesso aberto sob uma licença Creative Commons</license-p>
            </license>
         </permissions>
         <abstract>
            <title>Resumo</title>
            <bold> </bold>
            <p>O presente estudo possui como objetivo investigar a produção de estudos sobre as habilidades sociais em adolescentes com deficiência. Trata-se de uma revisão sistemática da literatura. Os descritores utilizados foram: deficiência, habilidades sociais e seus correspondentes no idioma inglês, publicados entre 2015 e 2019. Após a seleção restaram 32 artigos como amostra. Identificou-se um maior número de pesquisas centradas na temática da Deficiência Intelectual e do Transtorno do Espectro Autista, e resultados positivos em relação a aquisição, manutenção e generalização de habilidades sociais por parte da população pesquisada.</p>
         </abstract>
         <trans-abstract xml:lang="en">
            <title>Abstract</title>
            <bold> </bold>
            <p>The present study aims to investigate the production of studies on social skills in adolescents with disabilities. This is a systematic review of the literature. The descriptors used were: disability, social skills and their correspondents in the English language, published between 2015 and 2019. After the selection, 32 articles remained as a sample. A greater number of researches were identified focusing on the theme of Intellectual Disability and Autistic Spectrum Disorder, and positive results in relation to the acquisition, maintenance and generalization of social skills by the researched population.</p>
         </trans-abstract>
         <trans-abstract xml:lang="es">
            <title>Resumen</title>
            <bold> </bold>
            <p>El presente estudio tiene como objetivo investigar la producción de estudios sobre habilidades sociales en adolescentes con discapacidad. Ésta es una revisión sistemática de la literatura. Los descriptores utilizados fueron: discapacidad, habilidades sociales y sus correspondientes en idioma inglés, publicados entre 2015 y 2019. Tras la selección, quedaron como muestra 32 artículos. Se identificaron un mayor número de investigaciones centradas en el tema de Discapacidad Intelectual y Trastorno del Espectro Autista, y resultados positivos en relación a la adquisición, mantenimiento y generalización de habilidades sociales por parte de la población investigada.</p>
         </trans-abstract>
         <kwd-group xml:lang="pt">
            <title>Palavras-chave:</title>
            <kwd>Deficiência</kwd>
            <kwd>Adolescente</kwd>
            <kwd>Habilidades Sociais</kwd>
         </kwd-group>
         <kwd-group xml:lang="en">
            <title>Keywords:</title>
            <kwd>Disability</kwd>
            <kwd>Adolescence</kwd>
            <kwd>Social Skills</kwd>
         </kwd-group>
         <kwd-group xml:lang="es">
            <title>Palabras clave:</title>
            <kwd>Discapacidad</kwd>
            <kwd>Adolescencia</kwd>
            <kwd>Habilidades Sociales</kwd>
         </kwd-group>
         <counts>
            <fig-count count="1"/>
            <table-count count="6"/>
            <equation-count count="0"/>
            <ref-count count="52"/>
            <page-count count="22"/>
         </counts>
      </article-meta>
   </front>
   <body>
      <p>A pessoa com deficiência é assim considerada por ter “impedimento de longo prazo de natureza, física, mental, intelectual ou sensorial, o qual, em interação com uma ou mais barreiras, pode obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas” (<xref ref-type="bibr" rid="B32">Lei nº 13.146, 2015</xref>). Considerando as necessidades emergentes durante as fases do desenvolvimento humano, faz-se urgente pensar sobre as demandas e especificidades das pessoas com deficiência durante o curso de vida. Indivíduos com desenvolvimento típico enfrentam situações imprevistas, no entanto, os desafios e dificuldades encontradas pelos adolescentes com deficiência são superiores, como apontado por Matos e Lobo (<xref ref-type="bibr" rid="B35">2009</xref>) ao se referirem às dificuldades e desafios encontrados por adolescentes com paralisia cerebral devido às questões impostas pela condição.</p>
      <p>Dentre as novas situações enfrentadas pelos indivíduos durante a adolescência, estão as mudanças biopsicológicas, mudanças nos ciclos escolares, o início da puberdade, mudanças de contextos, dificuldades sociais e culturais decorrentes das novas inserções em grupos culturais (<xref ref-type="bibr" rid="B34">Maia, Soares, &amp; Leme, 2019</xref>). De acordo com Valle e Mattos (<xref ref-type="bibr" rid="B50">2011</xref>), as demandas as quais perpassam são mudanças e incertezas em relação ao futuro, mudanças físicas no corpo e emocionais que refletem na personalidade e no comportamento em sociedade, as singularidades em relação a estrutura familiar e possíveis problemas de depressão e ansiedade. Situações caso tivessem um amplo repertório comportamental desenvolvido desde a infância por meio de contextos, ambientes e situações talvez as perpassariam de uma forma menos conflituosa.</p>
      <p>Ao considerarem o escasso número de pesquisas sobre o desenvolvimento de adolescentes e jovens adultos com deficiência, Reddihough et al. (<xref ref-type="bibr" rid="B44">2013</xref>) desenvolveram um estudo com jovens adultos com Paralisia Cerebral em Victoria, na Austrália. Os resultados sociais incluíam desempenho educacional, situação de emprego e de vida, casamento, status social e renda. Estes resultados foram comparados aos da população australiana em geral. Para a realização da pesquisa, utilizou-se um questionário que determinava a função motora, as habilidades de autocuidado, o nível educacional e os resultados sociais do grupo. Participaram 335 jovens e adultos com idade entre 20 e 30 anos. Os resultados apontaram que estes participantes são funcionalmente e socialmente desfavorecidos em contraposição com seus pares sem deficiência. Dentre os fatores deste dado estão a dependência de autocuidado, a deficiência intelectual e os prejuízos na comunicação. Entretanto, os autores ressaltam que estes não são os únicos responsáveis pelo resultado obtido no estudo (<xref ref-type="bibr" rid="B44">Reddihough et al., 2013</xref>). </p>
      <p>Embora não exista um consenso entre os órgãos sobre a faixa etária de início e término da adolescência, apresenta-se com suma importância que os adolescentes tenham meios para lidar com os desafios e demandas (<xref ref-type="bibr" rid="B52">Winnicott, 1961/2001</xref>). No presente estudo, levou-se em consideração os limites cronológicos dessa fase definidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS), a qual define a idade entre 10 e 19 anos (<xref ref-type="bibr" rid="B39">OMS, 1986</xref>). Por ser um período caracterizado pelo surgimento de novos desafios a serem enfrentados na vida social, sexual, escolar, profissional, ressalta-se a relevância de novos desempenhos e a importância do campo das Habilidades Sociais (HS) (<xref ref-type="bibr" rid="B37">Murta, 2005</xref>).</p>
      <p>O campo das Habilidades Sociais possui três conceitos-chaves que o fundamenta, sendo eles: (a) desempenho social, (b) habilidades sociais e (c) competência social. O desempenho social refere-se à totalidade de comportamentos emitidos em interações sociais. As habilidades sociais consistem em um construto descritivo e em um conjunto de classes de comportamentos que são valorizados e aprendidos durante todo o desenvolvimento humano em determinada cultura e que, por serem valorizados, possuem probabilidade alta de apresentar resultados positivos para os indivíduos que se comportam segundo o esperado no grupo ou comunidade (Del Prette &amp; Del Prette, <xref ref-type="bibr" rid="B15">2017a</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B16">2017b</xref>). A competência social consiste em um construto avaliativo dos pensamentos, sentimentos, comportamentos, ou seja, do desempenho em uma tarefa interpessoal, sendo que sua avaliação ocorre por meio dos seguintes critérios: consecução do objetivo; manutenção/melhora da autoestima; manutenção/melhora da qualidade da relação; equilíbrio de poder entre os interlocutores; respeito/ampliação dos direitos humanos interpessoais (<xref ref-type="bibr" rid="B15">Del Prette &amp; Del Prette, 2017a</xref>). </p>
      <p>As consequências da competência social consistem na diminuição de trocas negativas, no maior equilíbrio de trocas positivas, no aumento do respeito aos direitos interpessoais, no aumento de comportamentos de aproximação e no aumento de valores positivos de convivência (<xref ref-type="bibr" rid="B15">Del Prette &amp; Del Prette, 2017a</xref>). Visando a ampliação do repertório socialmente habilidoso e competente, diversos contextos são relevantes na aprendizagem e desenvolvimento das habilidades do indivíduo desde o período da infância visto que a aprendizagem e aquisição não ocorrem a todo momento de maneira espontânea e quando ocorrem podem resultar em comportamentos concorrentes e/ou problemáticos resultando em déficits no repertório comportamental dos indivíduos (Del Prette &amp; Del Prette, <xref ref-type="bibr" rid="B12">2001</xref>, <xref ref-type="bibr" rid="B15">2017a</xref>). </p>
      <p>Com o objetivo da superação de déficits em Habilidades Sociais existem programas estruturados de aprendizagem e importantes no desenvolvimento, denominados de Programas de Treinamento de Habilidades Sociais (THS) que consistem em “um conjunto de atividades planejadas que estrutura processos de aprendizagem, mediados e conduzidos por um terapeuta ou facilitador, visando não somente a aquisição e/ou aperfeiçoamento das Habilidades sociais, mas também dos demais requisitos da Competência Social” (<xref ref-type="bibr" rid="B15">Del Prette &amp; Del Prette, 2017a, p. 80</xref>). </p>
      <p>Fundamentando-se na importância de investigar a produção científica nacional e internacional no que tange a relação entre a deficiência e as habilidades sociais durante o período da adolescência, o objetivo deste estudo foi investigar a produção de estudos sobre as habilidades sociais em adolescentes com deficiência.</p>
      <sec>
         <title>Método</title>
         <bold> </bold>
         <p>A pesquisa se configurou como uma revisão sistemática da literatura (<xref ref-type="bibr" rid="B10">Cordeiro, Oliveira, Rentería, &amp; Guimarães, 2007</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B11">Costa &amp; Zolowski, 2014</xref>), elaborada com base no método PRISMA, o qual constitui-se em um <italic>checklist </italic>com 27 itens e em um fluxograma com quatro etapas (<xref ref-type="bibr" rid="B23">Galvão, Pansani, &amp; Harrad, 2015</xref>), apresentado conforme a <xref ref-type="fig" rid="f1">Figura 1</xref>.</p>
         <p>
            <fig id="f1">
               <label>Figura 1</label>
               <caption>
                  <title>Síntese das etapas do procedimento para aquisição da amostra da revisão sistemática.</title>
               </caption>
               <graphic xlink:href="32624001.png">/</graphic>
            </fig>
         </p>
         <bold> </bold>
         <p> O item 1 se refere à identificação do artigo, a partir do título, como uma revisão sistemática de literatura ou não. O item 2 consiste na apresentação do resumo estruturado. O item 3 compreende a justificativa da revisão uma vez que, ao visar o contato entre o campo teórico da adolescência, deficiência e habilidades sociais, o presente levantamento possui como justificativa reconhecer as pesquisas realizadas na interface dessas temáticas e, ainda, identificar como está sendo investigada a questão das habilidades sociais em adolescentes com deficiência na literatura científica. O item 4 objetiva: investigar a produção de estudos sobre as habilidades sociais em adolescentes com deficiência. O item 5 consiste no protocolo de registro, o qual é constituído pela formação e definição da pergunta norteadora da revisão, dos critérios de inclusão, dos meios utilizados para realizar a busca da amostra, a avaliação, coleta e síntese dos resultados<sup> </sup>. O item 6 é composto pelos critérios de elegibilidade: os descritores utilizados foram deficiência, habilidades sociais e seus correspondentes no idioma inglês, <italic>disability</italic> e <italic>social skills</italic>. Os critérios de inclusão foram: a) Artigos publicados entre 2015 e 2019; b) Estudos de caráter empírico; c) Pesquisas com participantes pertencentes à faixa etária de adolescentes considerada pela OMS (10 a 19 anos); d) Artigos publicados em português e inglês. Os critérios de exclusão foram: a) Artigos de revisão de literatura e ensaios teóricos; b) Escritos que apresentaram somente o resumo em português ou em inglês; c) Publicações não disponibilizadas na íntegra; d) Artigos que não incluíam a faixa etária de adolescentes considerada pela OMS (10 a 19 anos). O item 7 se refere às fontes de informações: utilizou-se como base de dados o Portal de Periódicos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) e as buscas ocorreram durante os meses de janeiro a março de 2020. O item 8 consiste na busca, e o item 9 na seleção dos estudos que requerem, portanto, o retorno aos critérios do protocolo construído no item 5 e o seguimento das especificações que o constituem. O item 10 compõe o processo de coleta de dados, e, por fim, o item 11 na lista dos dados obtidas: As buscas iniciais em 20 anos de publicação totalizaram 1081 estudos. Após a remoção dos artigos duplicados 510, o número restante foi de 571 estudos. Posteriormente, ocorreu a leitura na íntegra dos títulos e resumos e leitura parcial do método a fim de encontrar informações suprimidas como a idade dos participantes. Um total de seis estudos foram excluídos por terem sido publicados em outro idioma que não o português ou inglês. Compreendeu-se que 453 artigos não seguiam o objetivo da revisão e os critérios aplicados de inclusão. </p>
         <p>Sendo assim, foram elencados para análise como resultado da primeira etapa do estudo 112 estudos. Por fim, com o foco de centrar-se no que vem sendo desenvolvido atualmente, utilizou-se como filtro os artigos publicados nos últimos cinco anos, o que totalizou 45 artigos selecionados para análise. Em seguida, realizou-se a leitura na íntegra do método dos 45 artigos. Após a leitura do método, foram eliminados da amostra 13 escritos, pois focavam em temas referentes à ansiedade, aprendizagem socioemocional, educação sexual, habilidades linguísticas e mercado de trabalho. O fluxograma apresentado na <xref ref-type="fig" rid="f1">Figura 1</xref> fornece uma síntese das etapas do procedimento para aquisição da amostra da revisão sistemática. Por fim, do procedimento de coleta de dados resultaram 32 artigos. O item 12 descreve os riscos de viés em cada estudo, item o qual foi realizado em nível dos resultados apresentados pelos estudos selecionados. O item 13 define as medidas de sumarização, as quais estão presentes após as análises das imagens. O item 14 consiste em sintetizar os resultados provenientes de cada artigo encontrado. O presente estudo trata-se de uma revisão sistemática qualitativa por ser realizada uma análise descritiva quanto: a) ao(s) autor(es); b) ano de publicação; c) objetivo; d) método; e) participantes, f) instrumentos e g) principais resultados (<xref ref-type="bibr" rid="B22">Galvão, Sawada, &amp; Trevisan, 2004</xref>). Quanto aos riscos de viés entre estudos (item 15), as buscas e achados foram compartilhados com outra pesquisadora em paralelo que conferiu a aplicação dos critérios aplicados de modo a garantir sua fidedignidade. Não foram realizadas análises adicionais como previsto no item 16, caso fossem necessárias. </p>
         <p>Quanto aos itens entre 17 e 27 do <italic>checklist </italic>(seleção de estudos, características dos estudos, risco de viés em cada estudo, resultados de estudos individuais, síntese dos resultados individuais, síntese dos resultados, risco de viés entre estudos, análises adicionais, sumário de evidências, limitações, conclusões e financiamento) sua organização será apresentada no tópico a seguir, compreendendo-se quando aos resultados advindos da revisão. </p>
      </sec>
      <sec sec-type="results|discussion">
         <title>Resultados e Discussão</title>
         <bold> </bold>
         <p>As <xref ref-type="table" rid="t1">Tabelas 1</xref>, <xref ref-type="table" rid="t2">2</xref>, e <xref ref-type="table" rid="t3">3 </xref>fornecem os aspectos sintetizados sobre código do artigo, autor(es), ano de publicação, periódico e título.</p>
         <p>
            <table-wrap id="t1">
               <label>Tabela 1</label>
               <caption>
                  <title>Síntese 1 dos artigos em relação a autor(es), ano de publicação, periódicos e objetivos.</title>
               </caption>
               <table>
                  <colgroup>
                     <col/>
                     <col/>
                     <col/>
                     <col/>
                     <col/>
                  </colgroup>
                  <thead>
                     <tr>
                        <th align="center">Código</th>
                        <th align="center">Autor(es)</th>
                        <th align="center">Ano</th>
                        <th align="center">Periódico</th>
                        <th align="center">Título</th>
                     </tr>
 
                  </thead>
                  <tbody>
                     <tr>
                        <td align="center">1</td>
                        <td align="center">Plavnick, Kaid e MacFarland</td>
                        <td align="center">2015</td>
                        <td align="center">J Autism Dev Disord</td>
                        <td align="center">Effects of a School-Based Social Skills Training Program for Adolescents with Autism Spectrum Disorder and Intellectual Disability</td>
                     </tr>
 
                     <tr>
                        <td align="center">2</td>
                        <td align="center">Ratcliffe, Wong, Dossetor e Hayes</td>
                        <td align="center">2015</td>
                        <td align="center">J Autism Dev Disord</td>
                        <td align="center">The Association Between Social Skills and Mental Health in School-Aged Children with Autism Spectrum Disorder, With and Without Intellectual Disability</td>
                     </tr>
 
                     <tr>
                        <td align="center">3</td>
                        <td align="center">Brooks, Floyd, Robins e Chan</td>
                        <td align="center">2015</td>
                        <td align="center">Journal of Intellectual Disability Research</td>
                        <td align="center">Extracurricular activities and the development of social skills in children with intellectual and specific learning disabilities</td>
                     </tr>
 
                     <tr>
                        <td align="center">4</td>
                        <td align="center">Weiss e Burnham Riosa</td>
                        <td align="center">2015</td>
                        <td align="center">J Autism Dev Disord</td>
                        <td align="center">Thriving in Youth with Autism Spectrum Disorder and Intellectual Disability</td>
                     </tr>
 
                     <tr>
                        <td align="center">5</td>
                        <td align="center">Lindsay e DePape</td>
                        <td align="center">2015</td>
                        <td align="center">PLOS ONE - Public Library of Science</td>
                        <td align="center">Exploring differences in the content of job interviews between youth with and without a physical disability</td>
                     </tr>
 
                     <tr>
                        <td align="center">6</td>
                        <td align="center">Adeniyi e Omigbodun</td>
                        <td align="center">2016</td>
                        <td align="center">Child Adolesc Psychiatry Ment Health</td>
                        <td align="center">Effect of a classroom-based intervention on the social skills of pupils with intellectual disability in Southwest Nigeria</td>
                     </tr>
 
                     <tr>
                        <td align="center">7</td>
                        <td align="center">Gilson e Carter</td>
                        <td align="center">2016</td>
                        <td align="center">J Autism Dev Disord</td>
                        <td align="center">Promoting Social Interactions and Job Independence for College Students with Autism or Intellectual Disability: A Pilot Study</td>
                     </tr>
 
                     <tr>
                        <td align="center">8</td>
                        <td align="center">Gaspar, Bilimória, Albergaria e Matos</td>
                        <td align="center">2016</td>
                        <td align="center">International Journal of Disability, Development and Education</td>
                        <td align="center">Children with Special Education Needs and Subjective Well-being: Social and Personal Influence</td>
                     </tr>
 
                     <tr>
                        <td align="center">9</td>
                        <td align="center">Rankin, Weber, Kang e Lerner</td>
                        <td align="center">2016</td>
                        <td align="center">J Autism Dev Disord</td>
                        <td align="center">Parent- and Self-Reported Social Skills Importance in Autism Spectrum Disorder</td>
                     </tr>
 
                     <tr>
                        <td align="center">10</td>
                        <td align="center">O’Handley, Ford, Radley, Helbig e Wimberly</td>
                        <td align="center">2016</td>
                        <td align="center">Behavior Modification</td>
                        <td align="center">Social Skills Training for Adolescents With Intellectual Disabilities: A School-Based Evaluation</td>
                     </tr>
 
                     <tr>
                        <td align="center">11</td>
                        <td align="center">Ferreira e Munster</td>
                        <td align="center">2017</td>
                        <td align="center">Rev Bras Ed Esp</td>
                        <td align="center">Avaliação das Habilidades Sociais de Crianças com Deficiência Intelectual sob a Perspectiva dos Professores</td>
                     </tr>
                  </tbody>
               </table>
            </table-wrap>
         </p>
         <p>
            <table-wrap id="t2">
               <label>Tabela 2</label>
               <caption>
                  <title>Síntese 2 dos artigos em relação a auto(res), ano, periódicos e objetivos</title>
               </caption>
               <table>
                  <colgroup>
                     <col/>
                     <col/>
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                     <col/>
                  </colgroup>
                  <thead>
                     <tr>
                        <th align="center">Código</th>
                        <th align="center">Autor(res)</th>
                        <th align="center">Ano</th>
                        <th align="center">Periódico</th>
                        <th align="center">Título</th>
                     </tr>
 
                  </thead>
                  <tbody>
                     <tr>
                        <td align="center">12</td>
                        <td align="center">Guivarch, Murdymootoo, Elissalde, Salle-Collemiche, Tardieu, Jouve e Poinso</td>
                        <td align="center">2017</td>
                        <td align="center">PLOS ONE - Public Library of Science</td>
                        <td align="center">Impact of an implicit social skills training group in children with autism spectrum disorder without intellectual disability: A before-and-after study.</td>
                     </tr>
 
                     <tr>
                        <td align="center">13</td>
                        <td align="center">Garrote</td>
                        <td align="center">2017</td>
                        <td align="center">Frontline Learning Research</td>
                        <td align="center">The Relationship between Social Participation and Social Skills of Pupils with an Intellectual Disability: A Study in Inclusive Classrooms</td>
                     </tr>
 
                     <tr>
                        <td align="center">14</td>
                        <td align="center">Azad, Locke, Kasari e Mandell</td>
                        <td align="center">2017</td>
                        <td align="center">Autism</td>
                        <td align="center">Race, disability, and grade: Social relationships in children with autism spectrum disorders</td>
                     </tr>
 
                     <tr>
                        <td align="center">15</td>
                        <td align="center">Özokcu, Akçamete e Özyürek</td>
                        <td align="center">2017</td>
                        <td align="center">Journal of Education and Training Studies</td>
                        <td align="center">Examining the Effectiveness of Direct Instruction on the Acquisition of Social Skills of Mentally Retarded Students in Regular Classroom Settings</td>
                     </tr>
 
                     <tr>
                        <td align="center">16</td>
                        <td align="center">Einfeld, Beaumont, Clark, Clarke, Costley, Gray, Horstead, Redoblado Hodge, Roberts, Sofronoff, Taffe e Howlin</td>
                        <td align="center">2018</td>
                        <td align="center">Journal Of Intellectual &amp; Developmental Disability</td>
                        <td align="center">School-based social skills training for young people with autism spectrum disorders</td>
                     </tr>
 
                     <tr>
                        <td align="center">17</td>
                        <td align="center">Dučić, Gligorović e Kaljača</td>
                        <td align="center">2018</td>
                        <td align="center">J Appl Res Intellect Disabil</td>
                        <td align="center">Relation between working memory and self‐regulation capacities and the level of social skills acquisition in people with moderate intellectual disability</td>
                     </tr>
 
                     <tr>
                        <td align="center">18</td>
                        <td align="center">Khodabakhshi-Kooalee, Falsafinejad and Rezaei</td>
                        <td align="center">2018</td>
                        <td align="center">Caspian Journal of Pediatrics</td>
                        <td align="center">Effectiveness puppet play therapy on adaptive behavior and social skills in boy children with intellectual disability</td>
                     </tr>
 
                     <tr>
                        <td align="center">19</td>
                        <td align="center">Tsermentseli, Tabares e Kouklari</td>
                        <td align="center">2018</td>
                        <td align="center">Research in Autism Spectrum Disorders</td>
                        <td align="center">The role of every-day executive function in social impairment and adaptive skills in Autism Spectrum Disorder with intellectual disability</td>
                     </tr>
 
                     <tr>
                        <td align="center">20</td>
                        <td align="center">Maddox, Cleary, Kuschner, Miller, Armour, Guy, Kenworthy, Schultz e Yerys</td>
                        <td align="center">2018</td>
                        <td align="center">Autism</td>
                        <td align="center">Lagging skills contribute to challenging behaviors in children with autism spectrum disorder without intellectual disability</td>
                     </tr>
 
                     <tr>
                        <td align="center">21</td>
                        <td align="center">Ashburner, Bobir, e van Dooren</td>
                        <td align="center">2018</td>
                        <td align="center">International Journal of Disability, Development and Education,</td>
                        <td align="center">Evaluation of an Innovative Interest-Based Post-School Transition Programme for Young People with Autism Spectrum Disorder</td>
                     </tr>
 
                     <tr>
                        <td align="center">22</td>
                        <td align="center">Rausch, Zhang, Beckmann, Buitelaar, Groen e Haak</td>
                        <td align="center">2018</td>
                        <td align="center">J Autism Dev Disord</td>
                        <td align="center">Connectivity-Based Parcellation of the Amygdala Predicts Social Skills in Adolescents with Autism Spectrum Disorder</td>
                     </tr>
                  </tbody>
               </table>
            </table-wrap>
         </p>
         <bold> </bold>
         <p>
            <table-wrap id="t3">
               <label>Tabela 3</label>
               <caption>
                  <title>Síntese 3 dos artigos em relação a autor(es), ano, periódicos e objetivos.</title>
               </caption>
               <table>
                  <colgroup>
                     <col/>
                     <col/>
                     <col/>
                     <col/>
                     <col/>
                  </colgroup>
                  <thead>
                     <tr>
                        <th align="center">Código</th>
                        <th align="center">Autor(es)</th>
                        <th align="center">Ano</th>
                        <th align="center">Periódico</th>
                        <th align="center">Título</th>
                     </tr>
 
                  </thead>
                  <tbody>
                     <tr>
                        <td align="center">23</td>
                        <td align="center">Stauch, Plavnick, Sankar e Gallagher</td>
                        <td align="center">2018</td>
                        <td align="center">Journal of Applied Behavior Analysis</td>
                        <td align="center">Teaching social perception skills to adolescents with autism and intellectual disabilities using video-based group instruction</td>
                     </tr>
 
                     <tr>
                        <td align="center">24</td>
                        <td align="center">Syriopoulou-Delli, Agaliotis e Papaefstathiou</td>
                        <td align="center">2018</td>
                        <td align="center">International Journal of Developmental Disabilities</td>
                        <td align="center">Social Skills Characteristics of Students with Autism Spectrum Disorder</td>
                     </tr>
 
                     <tr>
                        <td align="center">25</td>
                        <td align="center">Gusmão, Matos, Alchieri e Chianca</td>
                        <td align="center">2019</td>
                        <td align="center">Rev Esc Enferm USP</td>
                        <td align="center">Habilidades adaptativas sociais e conceituais de indivíduos com deficiência intelectual.</td>
                     </tr>
 
                     <tr>
                        <td align="center">26</td>
                        <td align="center">Baixauli, Berenguer, Roselló e Miranda</td>
                        <td align="center">2019</td>
                        <td align="center">J Autism Dev Disord</td>
                        <td align="center">Family Factors and Communicative Skills in Children with Autism Without Intellectual Disability</td>
                     </tr>
 
                     <tr>
                        <td align="center">27</td>
                        <td align="center">Ryan, Brady, Holloway e Lydon</td>
                        <td align="center">2019</td>
                        <td align="center">Journal of Intellectual Disabilities</td>
                        <td align="center">Increasing appropriate conversation skills using a behavioral skills training package for adults with intellectual disability and autism spectrum disorder</td>
                     </tr>
 
                     <tr>
                        <td align="center">28</td>
                        <td align="center">Khalid e Naeema</td>
                        <td align="center">2019</td>
                        <td align="center">Journal of Pakistan Medical Association</td>
                        <td align="center">Effectiveness of leisure and play activities for socialization skills of a child with intellectual disability - A case study</td>
                     </tr>
 
                     <tr>
                        <td align="center">29</td>
                        <td align="center">Baker e Blacher</td>
                        <td align="center">2019</td>
                        <td align="center">J Autism Dev Disord</td>
                        <td align="center">Brief Report: Behavior Disorders and Social Skills in Adolescents with Autism Spectrum Disorder: Does IQ Matter?</td>
                     </tr>
 
                     <tr>
                        <td align="center">30</td>
                        <td align="center">Garrels</td>
                        <td align="center">2019</td>
                        <td align="center">European Journal of Special Needs Education</td>
                        <td align="center">Getting good at small talk: student-directed learning of social conversation skills</td>
                     </tr>
 
                     <tr>
                        <td align="center">31</td>
                        <td align="center">Oxelgren, Westerlund, Myrelid, Annerén, Johansson, Åberg, Gustafsson e Fernell</td>
                        <td align="center">2019</td>
                        <td align="center">Neuropsychiatric Disease and Treatment</td>
                        <td align="center">An intervention targeting social, communication and daily activity skills in children and adolescents with Down syndrome and autism: a pilot study</td>
                     </tr>
 
                     <tr>
                        <td align="center">32</td>
                        <td align="center">Lappa e Mantzikos</td>
                        <td align="center">2019</td>
                        <td align="center">European Journal of Special Education Research</td>
                        <td align="center">Teaching Social Skills in Small Groups of Children with Multiple Disabilities: Motor and Intellectual Disabilities. An Intervention Program</td>
                     </tr>
                  </tbody>
               </table>
            </table-wrap>
         </p>
         <p>Em relação ao ano de publicação, dos 32 artigos, cinco foram publicados em 2015, 2016 e 2017, nove foram publicados em 2018, e oito foram publicados em 2019. Sobre os autores dos estudos, nota-se que somente dois artigos possuem um autor em comum (Joshua Plavnick). A revista com maior número de artigos selecionados para a presente revisão foi <italic>Journal of Autism and Developmental Disorders</italic> com um total de oito artigos. Possivelmente o grande número de artigos publicados se deve aos objetivos e escopo da revista, os quais focam no avanço da pesquisa teórica e aplicada, no exame e na avaliação de diagnósticos clínicos e tratamentos para o autismo e deficiências relacionadas.</p>
         <p>A despeito das áreas de conhecimento, foco e missão dos periódicos, percebe-se que o foco se situa nas áreas da saúde, educação especial, saúde mental, psicologia e pesquisas multidisciplinares sobre aprendizagem. Compreende-se, que a maioria se dedica a publicações referentes à Deficiência Intelectual (DI) e ao Transtorno do Espectro Autista (TEA). Apesar de grande número de publicações referentes ao TEA, segundo o Manual de Diagnóstico e Estatística das Perturbações Mentais V (DSM V), ele é considerado um Transtorno do Neurodesenvolvimento que ocorre devido às alterações que surgem no início do desenvolvimento e, consequentemente, evidenciam-se anteriormente à idade escolar e ocasionam prejuízos funcionais, pessoais, sociais, acadêmicos e profissionais (<xref ref-type="bibr" rid="B3">Associação Americana de Psiquiatria, 2014</xref>). Devido a essas características e ao reconhecimento dessa condição enquanto seus prejuízos no desenvolvimento das habilidades sociais, julgou-se relevante assumir também esses artigos como de interesse na questão do estudo. </p>
         <p>As <xref ref-type="table" rid="t4">Tabelas 4</xref>, <xref ref-type="table" rid="t5">5</xref>, e <xref ref-type="table" rid="t6">6 </xref>apresentam as sínteses dos artigos em relação aos tipos de pesquisa, participantes e objetivos. Quanto ao método, 8 são estudos exploratórios e descritivos, 6 são estudos descritivos, 1 é estudo observacional transversal de múltiplos métodos e 17 são do tipo intervenção. </p>
         <p>
            <table-wrap id="t4">
               <label>Tabela 4</label>
               <caption>
                  <title>Primeira síntese dos artigos em relação ao tipo de pesquisa, participantes e objetivos.</title>
               </caption>
               <table>
                  <colgroup>
                     <col/>
                     <col/>
                     <col/>
                     <col/>
                  </colgroup>
                  <thead>
                     <tr>
                        <th align="center">Código </th>
                        <th align="center">Método - Tipo de pesquisa</th>
                        <th align="center">Participantes</th>
                        <th align="center">Objetivos</th>
                     </tr>
 
                  </thead>
                  <tbody>
                     <tr>
                        <td align="center">1</td>
                        <td align="center">Intervenção - Design de múltiplas sondas</td>
                        <td align="center">4 adolescentes com TEA idades de 14 a 17 anos.</td>
                        <td align="center">Adaptar uma abordagem eficaz de um protocolo para adolescentes com Transtorno do Espectro Autista (TEA), baseado em instrução de vídeo de grupo.</td>
                     </tr>
 
                     <tr>
                        <td align="center">2</td>
                        <td align="center">Estudo descritivo</td>
                        <td align="center">292 crianças (217 sem DI; 76 com DI suave) com TEA, idade de 6 a 13 anos, pais e professores.</td>
                        <td align="center">Avaliar a associação entre habilidades sociais e saúde mental em crianças com TEA, com ou sem deficiência intelectual (DI).</td>
                     </tr>
 
                     <tr>
                        <td align="center">3</td>
                        <td align="center">Estudo exploratório e descritivo</td>
                        <td align="center">117 crianças com DI (n = 40) e dificuldades específicas de aprendizagem (n = 53), em comparação com pares tipicamente em desenvolvimento (n = 24). Idade de 8 a 11 anos</td>
                        <td align="center">Investigar a associação entre frequência e tipo de participação na atividade social e a competência social.</td>
                     </tr>
 
                     <tr>
                        <td align="center">4</td>
                        <td align="center">Estudo exploratório e descritivo</td>
                        <td align="center">330 jovens com DI e TEA em comparação com jovens com somente DI. Idade de 11 a 22 anos</td>
                        <td align="center">Examinar se indivíduos (ou seja, habilidades sociocomunicativas, comportamento adaptativo, habilidades cognitivas funcionais) e contextos (ou seja, em casa, participação na escola e na comunidade) correlacionam-se.</td>
                     </tr>
 
                     <tr>
                        <td align="center">5</td>
                        <td align="center">Estudo observacional transversal de múltiplos métodos</td>
                        <td align="center">31 jovens (16 com DT e 15 com deficiência)</td>
                        <td align="center">Explorar o conteúdo das respostas dadas nas entrevistas de emprego entre jovens com deficiência em comparação com jovens em desenvolvimento.</td>
                     </tr>
 
                     <tr>
                        <td align="center">6</td>
                        <td align="center">Intervenção</td>
                        <td align="center">30 alunos com DI leve a moderada. Faixa etária: 12-14 anos, 15-19 anos.</td>
                        <td align="center">Investigar o efeito de um treinamento de habilidades sociais para alunos com DI que frequentam uma escola especial no sudoeste da Nigéria.</td>
                     </tr>
 
                     <tr>
                        <td align="center">7</td>
                        <td align="center">Estudo experimental de múltiplas sondas e caso único</td>
                        <td align="center">3 universitários com TEA</td>
                        <td align="center">Examinar os efeitos de um pacote de treinamento no engajamento de tarefas e interações sociais.</td>
                     </tr>
 
                     <tr>
                        <td align="center">8</td>
                        <td align="center">Estudo descritivo</td>
                        <td align="center">1181 jovens com Necessidades Educativas Especiais com idades de 8 a 17 anos</td>
                        <td align="center">Mostrar a dificuldade na interação social, sentimento de rejeição, autonomia, regras sociais e na autorregulação comportamental e emocional de crianças e adolescentes com dificuldades cognitivas e de desenvolvimento.</td>
                     </tr>
 
                     <tr>
                        <td align="center">9</td>
                        <td align="center">Intervenção</td>
                        <td align="center">74 jovens com TEA, com idade de 9 a 22anos e seus pais sob custódia (62 mães biológicas, 5 pais biológicos, 3 adotantes mães, 2 avós e 1 avô)</td>
                        <td align="center">Classificar a importância e severidade das habilidades sociais, bem como gravidade do déficit específico do TEA.</td>
                     </tr>
 
                     <tr>
                        <td align="center">10</td>
                        <td align="center">Intervenção - Design de múltiplas sondas</td>
                        <td align="center">4 adolescentes com DI. Com idades de 15 e 16 anos</td>
                        <td align="center">Avaliar os efeitos do programa Superheroes Social Skills, que combina treinamento de habilidades comportamentais e modelagem de vídeo para ensinar habilidades sociais-alvo</td>
                     </tr>
 
                     <tr>
                        <td align="center">11</td>
                        <td align="center">Intervenção - Quase-experimental</td>
                        <td align="center">7 crianças com DI e idade entre 7 e 14 anos e 3 professores com idade entre 24 e 45 anos.</td>
                        <td align="center">Avaliar as habilidades sociais de alunos com DI, antes e após um programa de Educação Física, sob a perspectiva dos professores.</td>
                     </tr>
                  </tbody>
               </table>
            </table-wrap>
         </p>
         <p>
            <table-wrap id="t5">
               <label>Tabela 5</label>
               <caption>
                  <title>Segunda síntese dos artigos em relação ao tipo de pesquisa, participantes e objetivos<italic>.</italic>
                  </title>
               </caption>
               <table>
                  <colgroup>
                     <col/>
                     <col/>
                     <col/>
                     <col/>
                  </colgroup>
                  <thead>
                     <tr>
                        <th align="center">Código</th>
                        <th align="center">Método - Tipo de pesquisa</th>
                        <th align="center">Participantes</th>
                        <th align="center">Objetivos</th>
                     </tr>
 
                  </thead>
                  <tbody>
                     <tr>
                        <td align="center">12</td>
                        <td align="center">Intervenção</td>
                        <td align="center">6 pacientes com TEA e idade de 9 a 10 anos</td>
                        <td align="center">Avaliar a eficácia de um grupo implícito de treinamento de habilidades sociais em crianças com TEA sem deficiência intelectual.</td>
                     </tr>
 
                     <tr>
                        <td align="center">13</td>
                        <td align="center">Estudo exploratório e descritivo</td>
                        <td align="center">692 alunos com DI do primeiro ao quarto ano</td>
                        <td align="center">Realizar uma contribuição na discussão sobre a falta de habilidades sociais poder ser a principal razão pela qual alunos em salas de aula inclusivas frequentemente enfrentam dificuldades na participação social.</td>
                     </tr>
 
                     <tr>
                        <td align="center">14</td>
                        <td align="center">Estudo exploratório e descritivo</td>
                        <td align="center">85 crianças com TEA e 85 típicos compatíveis com raça, gênero, idade/série e sala de aula. Faixa etária: 4 a 12 anos e 5 a 11 anos.</td>
                        <td align="center">Examinar como a raça (Afro-americano, latino, asiático ou branco) em conjunto com o status de deficiência (distúrbios do espectro do autismo ou tipicamente desenvolvimento) e desempenho escolar afeta amizades e redes sociais.</td>
                     </tr>
 
                     <tr>
                        <td align="center">15</td>
                        <td align="center">Intervenção - Design de múltiplas sondas</td>
                        <td align="center">1 estudante de 12 anos e 2 estudantes de 12 e 11 anos com deficiência mental</td>
                        <td align="center">Revelar se o programa de ensino de habilidades sociais se baseia ou não na instrução direta.</td>
                     </tr>
 
                     <tr>
                        <td align="center">16</td>
                        <td align="center">Intervenção</td>
                        <td align="center">84 crianças com TEA (75 homens; 9 mulheres) faixa etária: 8 a 14 anos e suas famílias.</td>
                        <td align="center">O Programa SAS foi avaliado para determinar se houve melhora das habilidades sociais na escola e em casa e se as melhorias foram mantidas.</td>
                     </tr>
 
                     <tr>
                        <td align="center">17</td>
                        <td align="center">Estudo exploratório e descritivo</td>
                        <td align="center">41 participantes com DI moderada, com idades entre 14 e 21 anos</td>
                        <td align="center">Determinar a influência da memória de trabalho e autorregularão sobre habilidades sociais em pessoas com DI moderada.</td>
                     </tr>
 
                     <tr>
                        <td align="center">18</td>
                        <td align="center">Intervenção - Quase-experimental</td>
                        <td align="center">30 meninos com DI idade de 9 a 11 anos</td>
                        <td align="center">Investigar a influência da terapia de jogo de marionetes no comportamento adaptativo e nas habilidades sociais em meninos com DI.</td>
                     </tr>
 
                     <tr>
                        <td align="center">19</td>
                        <td align="center">Estudo exploratório e descritivo</td>
                        <td align="center">Professores de 40 crianças e adolescentes com idade de 6 a 16 anos e diagnosticados com TEA-DI</td>
                        <td align="center">Examinar todos os dias a função executiva na sala de aula entre crianças e adolescentes diagnosticados com TEA e DI e suas correlações com comprometimento social e funcionamento adaptativo.</td>
                     </tr>
 
                     <tr>
                        <td align="center">20</td>
                        <td align="center">Estudo exploratório e descritivo</td>
                        <td align="center">Pais de 182 jovens com TEA com idade de 6 a 15 anos</td>
                        <td align="center">Avaliar se essas habilidades atrasadas (função executiva, regulação emocional, linguagem e habilidades sociais) estão associadas a comportamentos desafiadores em jovens com TEA sem DI.</td>
                     </tr>
 
                     <tr>
                        <td align="center">21</td>
                        <td align="center">Intervenção</td>
                        <td align="center">11 orientandos com TEA e idade de 17 a 21 anos, 12 membros da família e sete mentores</td>
                        <td align="center">Avaliar o impacto do Studio G na participação social dos mentorados e amizades, bem-estar emocional, habilidades em projetos e conscientização e transição para educação e /ou emprego.</td>
                     </tr>
 
                     <tr>
                        <td align="center">22</td>
                        <td align="center">Estudo descritivo</td>
                        <td align="center">21 adolescentes com TEA e 25 com desenvolvimento típico</td>
                        <td align="center">Comparar o volume e a conectividade funcional de três sub-regiões da amígdala e sua relação com habilidades sociais em TEA.</td>
                     </tr>
                  </tbody>
               </table>
            </table-wrap>
         </p>
         <p>
            <table-wrap id="t6">
               <label>Tabela 6</label>
               <caption>
                  <title>Terceira síntese dos artigos em relação ao tipo de pesquisa, participantes e objetivos.</title>
               </caption>
               <table>
                  <colgroup>
                     <col/>
                     <col/>
                     <col/>
                     <col/>
                  </colgroup>
                  <thead>
                     <tr>
                        <th align="center">Código</th>
                        <th align="center">Método - Tipo de pesquisa</th>
                        <th align="center">Participantes</th>
                        <th align="center">Objetivos</th>
                     </tr>
 
                  </thead>
                  <tbody>
                     <tr>
                        <td align="center">23</td>
                        <td align="center">Intervenção - Design de múltiplas sondas</td>
                        <td align="center">5 adolescentes diagnosticado com TEA e DI</td>
                        <td align="center">Avaliar os efeitos da instrução em grupo baseada em vídeo na aquisição de habilidades de percepção social.</td>
                     </tr>
 
                     <tr>
                        <td align="center">24</td>
                        <td align="center">Estudo descritivo</td>
                        <td align="center">63 crianças com TEA com idade de 6 a 17 anos</td>
                        <td align="center">Examinar as diferenças nas habilidades sociais entre crianças com TEA.</td>
                     </tr>
 
                     <tr>
                        <td align="center">25</td>
                        <td align="center">Estudo descritivo</td>
                        <td align="center">100 cuidadores, 9 professores e 100 pessoas com DI. As idades variaram de 9 a 83 anos.</td>
                        <td align="center">Analisar as habilidades sociais e conceituais de pessoas com DI.</td>
                     </tr>
 
                     <tr>
                        <td align="center">26</td>
                        <td align="center">Estudo exploratório e descritivo</td>
                        <td align="center">52 mães espanholas e seus filhos com TEA. 48 das crianças eram meninos (92,3%) com idades entre 7 e 11 anos</td>
                        <td align="center">Identificar os perfis de famílias de crianças com TEA sem DI com base em vários indicadores de risco. Um segundo objetivo era determinar as diferenças de habilidades de comunicação entre filhos de subtipos familiares estabelecidos empiricamente de acordo com os fatores de risco mencionados.</td>
                     </tr>
 
                     <tr>
                        <td align="center">27</td>
                        <td align="center">Intervenção - Design de múltiplas sondas</td>
                        <td align="center">5 homens e 1 mulher com TEA e idade entre 19 e 20 anos</td>
                        <td align="center">Avaliar a eficácia de um pacote de treinamento de habilidades comportamentais usado para aumentar interações de conversação apropriadas para seis adultos com TEA.</td>
                     </tr>
 
                     <tr>
                        <td align="center">28</td>
                        <td align="center">Intervenção - Experimental</td>
                        <td align="center">Um menino com DI e 17 anos</td>
                        <td align="center">Investigar a eficácia do lazer e realizar atividades em grupo social para melhorar as habilidades de socialização em uma criança com DI.</td>
                     </tr>
 
                     <tr>
                        <td align="center">29</td>
                        <td align="center">Estudo descritivo</td>
                        <td align="center">187 jovens com 13 anos de idade, com desenvolvimento cognitivo típico, DI, TEA ou TEA com DI</td>
                        <td align="center">Examinar um amplo conjunto de variáveis, contrastando jovens com TEA de alto funcionamento vs. jovens com TEA e DI, sobre as taxas e tipos de (1) comportamento/transtornos mentais, (2) habilidades sociais avaliadas por mães e professores, (3) relações professor-aluno e (4) mães bem-estar. Também considerar dentro do grupo TEA diferenças em relação aos escores de jovens com desenvolvimento cognitivo típico (DT) ou deficiência intelectual (DI).</td>
                     </tr>
 
                     <tr>
                        <td align="center">30</td>
                        <td align="center">Intervenção</td>
                        <td align="center">1 estudante norueguês de 14 anos com TEA e DI leve</td>
                        <td align="center">Ilustrar como o Modelo de Instrução de Aprendizagem Autodeterminada foi usado para melhorar as habilidades de conversação social escolhidas por um estudante norueguês de 14 anos com TEA e DI leve.</td>
                     </tr>
 
                     <tr>
                        <td align="center">31</td>
                        <td align="center">Intervenção</td>
                        <td align="center">14 participantes com Síndrome de Down e TEA, com idade de 6 a 18 anos</td>
                        <td align="center">Avaliar se uma intervenção, visando déficits na comunicação social, interação e atividades restritas em crianças e adolescentes com síndrome de Down e TEA pode levar a uma maior participação nas atividades familiares e escolares.</td>
                     </tr>
 
                     <tr>
                        <td align="center">32</td>
                        <td align="center">Intervenção</td>
                        <td align="center">4 crianças de 9 a 15 anos com deficiência múltipla (motora e DI)</td>
                        <td align="center">Fornecer treinamento em relação a habilidades cognitivas e de comunicação e, mais especificamente, habilidades de conversação para as quatro crianças, a fim de permitir que elas se envolvam em trocas de conversas com seus colegas.</td>
                     </tr>
                  </tbody>
               </table>
            </table-wrap>
         </p>
         <p>Em relação aos objetivos dos estudos, nota-se predominância de avaliações de programas de treinamentos de habilidades sociais, pesquisas referentes ao uso de instrução, e investigações sobre possíveis associações entre variáveis em estudo que podem influenciar no desenvolvimento de habilidades sociais. No que se refere ao número de participantes, observa-se tamanhos de amostras variadas, sendo a quantidade mínima de 1 participante e a máxima de 1181 jovens. Ainda sobre as características da população pesquisada, presume-se que a maior parte ocorre com crianças e adolescentes<sup> </sup> com Deficiência Intelectual e Transtorno do Espectro Autista, devido ao foco e escopo dos periódicos em que foram publicados. </p>
         <p>Em relação aos instrumentos, o levantamento aponta uma ampla variedade de dispositivos empregados em relação às Habilidades Sociais: Social Skills Improvement System-Rating Scales (SSIS-RS) (<xref ref-type="bibr" rid="B28">Gresham &amp; Elliott, 2008</xref>), <italic>Matson evaluation of social skills for individuals with severe retardation (MESSIER)</italic> (<xref ref-type="bibr" rid="B36">Matson, 1995</xref>), Social Skills Rating Scale (<xref ref-type="bibr" rid="B9">Constantino &amp; Gruber 2005</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B20">Freitas, 2008</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B27">Gresham &amp; Elliott, 1990</xref>), Social Communication Questionnaire (SCQ) (<xref ref-type="bibr" rid="B45">Rutter et al., 2003</xref>), Social Skills Questionnaire - Parent and Teacher forms (SSQ-P; SSQ-T) (<xref ref-type="bibr" rid="B48">Spence, 1995</xref>), Emotion Regulation and Social Skills Questionnaire - Parent &amp; Teacher forms. (ERSSQ- P; ERSSQ-T) (<xref ref-type="bibr" rid="B6">Beaumont &amp; Sofronoff, 2008</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B8">Butterworth et al., 2013</xref>). No entanto percebe-se também uma ampla aplicação de questionários, entrevistas, listas de verificação e da Escala de Inteligência Wechsler para Crianças (WISC-IV) (<xref ref-type="bibr" rid="B51">Wechsler, 2003</xref>), que extrapolam o constructo das habilidades sociais, porém de interesse enquanto fonte de dados conforme os objetivos de cada artigo.   </p>
         <p>Todavia, ressalta-se que no Brasil, as Habilidades Sociais tem sido mensuradas por meio dos seguintes instrumentos: Inventário de Habilidades Sociais para Adolescentes (IHSA-Del-Prette) (<xref ref-type="bibr" rid="B14">Del Prette &amp; Del Prette, 2009</xref>), Inventário Multimídia de Habilidades Sociais para Crianças (IMHSC-Del-Prette), destinado às crianças e avaliados pelo professor e pela criança (<xref ref-type="bibr" rid="B13">Del Prette &amp; Del Prette, 2005</xref>), o Inventário de Habilidades Sociais (IHS2-Del-Prette), voltado para adultos jovens (<xref ref-type="bibr" rid="B17">Del Prette &amp; Del Prette, 2018</xref>) e o Sistema de Avaliação de Habilidades Sociais (SSRS-BR) para crianças, em versão para pais, professores e também autoavaliação pela criança (<xref ref-type="bibr" rid="B21">Freitas &amp; Del Prette, 2010</xref>).</p>
         <p>Em relação ao procedimento de coleta de dados dos artigos, nota-se que os artigos de intervenção seguem o padrão de linha de base, intervenção, pós-intervenção e generalização. Quanto aos estudos descritivos, os principais informantes são os professores e as mães acerca do tema das Habilidades Sociais de seus alunos/filhos. O estudo que se destaca em relação a diferença da coleta de dados é o de Rausch et al. (<xref ref-type="bibr" rid="B43">2018</xref>) que realiza uma varredura por imagem cerebral durante a coleta de dados. </p>
         <p> Quanto à análise de dados dos estudos, nota-se uma ampla utilização do Pacote Estatístico para Ciências Sociais (SPSS), em variadas versões, de métodos estatísticos, principalmente, as medidas de tendência central e variabilidade e o uso da ANOVA para análise de variância da população amostral. Sobre os resultados dos estudos, todos os que se propuseram a realizar intervenções indicaram resultados positivos em relação à aquisição, manutenção e generalização de comportamentos de habilidades sociais (<xref ref-type="bibr" rid="B1">Adeniyi &amp; Omigbodun, 2016</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B2">Ashburner, Bobir, &amp; van Dooren, 2018</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B18">Dučić, Gligorović, &amp; Kaljača, 2018</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B19">Ferreira &amp; Munster, 2017</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B24">Garrels, 2019; </xref>
            <xref ref-type="bibr" rid="B26">Gilson &amp; Carter, 2016</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B29">Guivarch et al., 2017</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B30">Khodabakhshi-Kooalee, Falsafinejad, &amp; Rezaei, 2018</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B31">Lappa &amp; Mantzikos, 2019</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B42">Plavnick, Kaid, &amp; MacFarland, 2015</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B38">O’Handley, Ford, Radley, Helbig, &amp; Wimberly, 2016</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B40">Oxelgren et al., 2019</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B41">Özokcu, Akçamete, &amp; Özyürek, 2017</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B46">Ryan, Brady, Holloway, &amp; Lydon, 2019</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B49">Stauch, Plavnick, Sankar, &amp; Gallagher, 2018</xref>). </p>
         <p>Ao considerar os resultados das pesquisas, Garrote (<xref ref-type="bibr" rid="B25">2017</xref>), demonstra que alunos com Deficiência Intelectual possuem níveis mais baixos de habilidades sociais em comparação com pares com desenvolvimento típico, <xref ref-type="bibr" rid="B4">Azad, Locke, Kasari e Mandell (2017</xref>), a qual apresenta que crianças latinas com Transtorno do Espectro Autista correm maior risco de isolamento social e <xref ref-type="bibr" rid="B5">Baixauli, Berenguer, Roselló e Miranda (2019</xref>), que apresenta que o perfil de “pouco risco” mostrou significativamente menos estresse e maior uso de estratégias de enfrentamento e apoio social. Esses resultados explicitam os níveis mais baixos de habilidades sociais e apontam para a necessidade de investimentos na promoção das habilidades sociais desde o início do desenvolvimento visando proporcionar maior qualidade de vida no que tange a esses aspectos. Dados estes consonantes com o inferido por Lipscombe et al. (<xref ref-type="bibr" rid="B33">2016</xref>) sobre os efeitos negativos das restrições de atividades sociais, a dependência de autocuidado e os prejuízos na comunicação (<xref ref-type="bibr" rid="B33">Lipscombe et al., 2016</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B44">Reddihough et al., 2013</xref>). </p>
         <p>Diante do exposto, é possível inferir algumas proposições sobre os resultados positivos das intervenções propostas nas habilidades sociais das populações investigadas no que se refere, principalmente, à população com Transtorno do Espectro Autista e Deficiência Intelectual. No entanto, nota-se um baixo número de estudos realizados somente com a população adolescente. Quanto ao método, existe um grande número de intervenções com programas de ensino diferentes e resultados positivos considerando os repertórios ensinados. No que concerne às Habilidades Sociais e sua aprendizagem durante o desenvolvimento, assume-se que o aprimoramento e o maior repertório que o indivíduo estabelece depende, em grande parte da orientação parental recebida. A maneira como os pais educam os filhos configura algo notável e importante no desenvolvimento de comportamentos habilidosos e competentes socialmente (<xref ref-type="bibr" rid="B7">Bolsoni-Silva &amp; Marturano, 2002</xref>).</p>
         <p>Com o objetivo de estimular uma reflexão a respeito das relações entre o desenvolvimento do adolescente e a promoção de saúde, Senna e Dessen (<xref ref-type="bibr" rid="B47">2015</xref>) discutiram sobre a complexidade do conceito de adolescência e destacaram a relevância do processo de “compreender como os adolescentes, entendem, refletem, reagem e lidam com os eventos da adolescência, e como aprenderam e adotaram crenças, conhecimentos e competências para se comportarem em relação à própria saúde” (<xref ref-type="bibr" rid="B47">Senna &amp; Dessen, 2015, p. 226</xref>). Aspirando fornecer recursos para as ações e políticas de cuidado e proteção dos adolescentes, esses autores destacam que ações voltadas para promoção e proteção à saúde do adolescente que obtém êxitos são as que se fundamentam “nas questões do desenvolvimento humano, e que reconhecem o adolescente como indivíduo em desenvolvimento, em contextos sociais e culturais também em desenvolvimento” (<xref ref-type="bibr" rid="B47">Senna &amp; Dessen, 2015, p. 226</xref>). </p>
         <p>Ao considerar o exposto acima sobre a fase da adolescência e ao se atentar que indivíduos com desenvolvimento típico são confrontados com situações às quais não estavam previstas por eles, e que os adolescentes com deficiência, por exemplo, aqueles com quadros de paralisia cerebral, enfrentam demandas superiores, devido às questões que lhes são impostas pela própria condição de deficiência (<xref ref-type="bibr" rid="B36">Matos &amp; Lobo, 2009</xref>). Ao adquirirem um repertório comportamental amplo e elaborado desde a infância e com a prática das classes das Habilidades Sociais ao adentrarem na adolescência, os jovens com deficiência, podem apresentar desempenho competente frente situações que necessita de enfrentamentos. Um dos meios pelos quais conseguem ser competentes socialmente é por meio da consecução dos objetivos de determinada atividade, e a autoeficácia ambos podem ser facilitados através da habilidade básica da comunicação. Infere-se sobre a necessidade de estudos e a promoção de recursos para as ações de políticas de cuidado, proteção, e a programas de intervenção de habilidades sociais para adolescentes com deficiência visando resultados positivos como os encontrados nos estudos da revisão. Além disso, o desenvolvimento do repertório comportamental das Habilidades Sociais está intrinsecamente influenciado pelos contextos e ambientes que os indivíduos vão sendo expostos ao longo do tempo, e que o tipo de deficiência é um fator importante ao considerar o desenvolvimento social dos adolescentes. Sobretudo, porque a situação da deficiência já se apresenta como favorecedora para déficits de desempenho e de fluência de Habilidades Sociais.</p>
      </sec>
      <sec sec-type="conclusions">
         <title>Conclusões</title>
         <bold> </bold>
         <p>O presente estudo se debruçou sobre a análise da produção científica de artigos publicados entre os anos de 2015 e 2019, disponíveis no Portal de Periódicos Capes, sobre a temática da deficiência, habilidades sociais e adolescência. A amostra final foi composta por 32 artigos que trouxeram como populações de estudo adolescentes com deficiência e também aqueles com Transtorno do Espectro Autista. As conclusões indicam que: a) a produção se debruça em estudos internacionais, o que pode revelar baixo interesse de pesquisadores brasileiros nesse tema; b) necessidade de pesquisas nacionais sobre a temática, ainda mais ao se considerar a diversidade território-cultural do país Brasil e diversas demandas enfrentadas por adolescentes nessa fase do desenvolvimento no país; c) alto número de pesquisas de cunho intervencionista, o que indica a busca por evidências que sustentem práticas mais eficientes; d) resultados positivos no que tange à generalização das habilidades sociais ensinadas nos programas de treinamentos; e) indispensabilidade de pesquisas com outros tipos de deficiência além da deficiência intelectual e do Transtorno do Espectro Autista, tendo em vista o desenvolvimento da área das habilidades sociais. Apesar dos dados terem evidenciados tais grupos, é necessário maior aprofundamento das análises para prospectar evidências acerca de populações com condições específicas como nos casos seguintes: f) necessidade de ampla divulgação das possíveis intervenções e seus efeitos de modo a servirem de caminhos aos profissionais que atuam diretamente com esse público.</p>
         <p>Após a análise dos artigos, reconhece-se alguns limites tais como: tipos de produções selecionadas, e o fato de um dos critérios de seleção não ter incluído somente estudos que foram pareados com juiz. Salienta-se, também, a necessidade do aprofundamento de pesquisas na área, envolvendo outras fontes como dissertações e teses, o investimento em estudos de treinamento de habilidades sociais para a população adolescente com deficiência e meios de acesso da população as pesquisas já existentes. </p>
         <p>Considerando o reduzido número de publicações nacionais, ressalta-se a necessidade de investimentos e pesquisas na área, visto que, a revisão sobre o campo teórico-prático das Habilidades Sociais é interessante por permitir a identificação do que já foi produzido e as dificuldades individuais presentes nas interações sociais e no âmbito das intervenções. Por fim, a revisão proporciona uma identificação da variabilidade comportamental frente às diversas interações após as intervenções dos estudos, o que pode ocasionar na redução dos comportamentos concorrentes e outros fatores influenciados por comprometimentos advindos da deficiência, e, ainda, a realização de Treinamentos voltados para processos de aprendizagem dos adolescentes.</p>
      </sec>
   </body>
   <back>
      <ref-list>
         <title>Referências</title>
         <ref id="B1">
            <mixed-citation>Adeniyi, Y. C., &amp; Omigbodun, O. O. (2016). Effect of a classroom-based intervention on the social skills of pupils with intellectual disability in Southwest Nigeria. <italic>Child and Adolescent Psychiatry and Mental Health</italic>, <italic>10</italic>(1), 1-12.  doi: 10.1186/s13034-016-0118-3</mixed-citation>
            <element-citation publication-type="journal">
               <person-group person-group-type="author">
                  <name>
                     <surname>Adeniyi</surname>
                     <given-names>Y. C.</given-names>
                  </name>
                  <name>
                     <surname>Omigbodun</surname>
                     <given-names>O. O.</given-names>
                  </name>
               </person-group>
               <year>2016</year>
               <article-title>Effect of a classroom-based intervention on the social skills of pupils with intellectual disability in Southwest Nigeria</article-title>
               <source>Child and Adolescent Psychiatry and Mental Health</source>
               <volume>10</volume>
               <issue>1</issue>
               <fpage>1</fpage>
               <lpage>12</lpage>
               <pub-id pub-id-type="doi">10.1186/s13034-016-0118-3</pub-id>
            </element-citation>
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