IPOTESI – REVISTA DE ESTUDOS LITERÁRIOS https://periodicos.ufjf.br/index.php/ipotesi <p>Publicação semestral do Programa de Pós-Graduação em Letras – Estudos Literários, da Universidade Federal de Juiz de Fora. <strong>Qualis B2</strong>. O objetivo da revista <em>IPOTESI</em> é divulgar produções científicas de pesquisadores nacionais e estrangeiros (docentes e discentes) na sua área de abrangência específica. São aceitos para publicação artigos, entrevistas, resenhas (de textos publicados nos últimos 3 anos), traduções e escrita criativa. O material enviado é apreciado por um conselho consultivo, que relaciona os textos a serem enviados para os pareceristas. A seleção dos textos para publicação é feita pelo sistema de avaliação cega pelos pares (<em>blind review</em>), o que garante aos pareceristas receberem os textos sem as informações autorais.&nbsp; Cada submissão será enviada para dois avaliadores,&nbsp;no mínimo. Quando necessário, será enviada a um terceiro avaliador para definição.</p> Universidade Federal de Juiz de Fora pt-BR IPOTESI – REVISTA DE ESTUDOS LITERÁRIOS 1415-2525 NÃO É UM PÁSSARO. NÃO É UM AVIÃO https://periodicos.ufjf.br/index.php/ipotesi/article/view/36740 Anderson Pires Copyright (c) 2021 IPOTESI – REVISTA DE ESTUDOS LITERÁRIOS 2021-12-31 2021-12-31 25 2 1 2 10.34019/1982-0836.2021.v25.36740 NA MANCHA, UM SUICIDA: SOBRE A MORTE DE RORSCHACH EM WATCHMEN, DE ALAN MOORE E DAVE GIBBONS https://periodicos.ufjf.br/index.php/ipotesi/article/view/35938 <p>Este artigo propõe uma análise do <em>graphic novel Watchmen</em> (1986-1987), escrito por Alan Moore e ilustrado por Dave Gibbons. O foco da análise é o personagem Rorschach, cuja morte no desfecho da narrativa é interpretada aqui como sendo um suicídio, e não um sacrifício. Para sustentar tal hipótese, propõe-se principalmente um diálogo com o ensaio <em>O mito de Sísifo</em> (1942), de Albert Camus.</p> <p class="p1"><strong>REFERÊNCIAS</strong></p> <p class="p1">ALVAREZ, Alfred. <em>O deus selvagem</em>: um estudo do suicídio. Trad. Sonia Moreira. São Paulo: Companhia das Letras, 1999.</p> <p class="p1">CAMUS, Albert. <em>O mito de Sísifo</em>. Trad. Ari Roitman e Paulina Wacht. 6 ed. São Paulo/Rio de Janeiro: Record, 2008.</p> <p class="p1">HELD, J. Podemos Conduzir este Mundo sem Leme? Kant, Rorschach, Retributivismo e Honra. In: WHITE, Mark D. (Org.). <em>Watchmen e a Filosofia</em>: um teste de Rorschach. Trad. Uiran Gebara da Silva. São Paulo: Madras, 2009. p. 29-39</p> <p class="p1">MOORE, Alan; GIBBONS, Dave. <em>Watchmen</em> – Edição Definitiva. Trad. Jotapê Martins e Helcio de Carvalho. Barueri: Panini, 2011.</p> <p class="p1">SANTOS, R. O caos dos quadrinhos modernos. <em>In</em>: <em>Comunicação &amp; Educação</em>, n. 2, 30 abr. Moderna: São Paulo, 1995, p. 53-58.</p> <p class="p1">SOLOMON, Andrew. <em>O Demônio do Meio-Dia</em>: uma anatomia da depressão. Trad. Myriam Campello. São Paulo: Companhia das Letras, 2014.</p> <p class="p1">TEIXEIRA, N; CORREA, W. <em>Watchmen</em> e o discurso distópico do “bem maior”. <em>In</em>: <em>Revista Fênix</em>: 2009, vol. 6. Disponível em: &lt;https://www.revistafenix.pro.br/revistafenix/article/view/141/131&gt; Acesso em: 28 de agosto de 2021.</p> Igor Gulicz Willian André Copyright (c) 2021 IPOTESI – REVISTA DE ESTUDOS LITERÁRIOS 2021-12-31 2021-12-31 25 2 11 23 10.34019/1982-0836.2021.v25.35938 A EVOLUÇÃO SEMIÓTICA DOS PERSONAGENS EM AKIRA, DE KATSUHIRO OTOMO https://periodicos.ufjf.br/index.php/ipotesi/article/view/35941 <p>Busca-se, neste artigo, a apresentação de uma análise das histórias em quadrinhos utilizando a perspectiva de que a imagem construída nesse tipo de manifestação artística apresenta um peso narrativo tão grande quanto e costumeiramente maior do que os significados estruturados através do texto escrito. O trabalho tem o mangá <em>Akira</em> (1982), de Katsuhiro Otomo, como objeto de análise, e foca em quatro personagens com papel importante para a produção e evolução semiótica da trama: Akira, Tetsuo, Kaneda e Shikishima.</p> klinsman Elias da Costa Carolina Alves Magaldi Copyright (c) 2021 IPOTESI – REVISTA DE ESTUDOS LITERÁRIOS 2021-12-31 2021-12-31 25 2 24 38 10.34019/1982-0836.2021.v25.35941 LITERATURA E ADAPTAÇÕES PARA QUADRINHOS: UMA ANÁLISE DA BIOGRAFIA ILUSTRADA DE ANNE FRANK https://periodicos.ufjf.br/index.php/ipotesi/article/view/35758 <p>Em <em>Anne Frank: a biografia ilustrada</em>, de Sid Jacobson e Ernie Colón, que apresenta a biografia da família Frank em formato de história em quadrinhos, percebe-se que alguns fragmentos são adaptações de <em>O diário de Anne Frank</em> para a linguagem particular das HQs. Dessa forma, o objetivo deste trabalho é investigar como ocorre o processo de tradução intersemiótica, de uma mídia para outra, bem como analisar cinco excertos da biografia gráfica e a sua relação hipertextual com o diário da menina vítima do Holocausto. O amparo bibliográfico buscado é oriundo dos Estudos Literários e Linguísticos, com autores como Linda Hutcheon (2013), Gérard Genette (2010), Roman Jakobson (2001), Julio Plaza (2003), Will Eisner (2010, Scott McCloud (2015; 2016) e Moacy Cirne (2000). </p> <p class="p1"><strong>Referências</strong></p> <p class="p1">ANNE FRANK HOUSE. <em>Anne Frank Timeline</em>. Disponível em: &lt;annefrank.org/en/Subsites/Timeline/#&gt;. Acesso em: 29 de agosto 2018.</p> <p class="p1">CIRNE, Moacy. <em>Quadrinhos, sedução e paixão.</em> Petrópolis: Vozes, 2000.</p> <p class="p1">DONDIS, Donis A. <em>Sintaxe da linguagem visual.</em> São Paulo: Martins Fontes, 1997.</p> <p class="p1">EISNER, Will. <em>Quadrinhos e arte sequencial:</em> princípios e práticas do lendário cartunista. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2010.</p> <p class="p1">FRANK, Anne. <em>O diário de Anne Frank</em>. Rio de Janeiro: BestBolso, 2014.</p> <p class="p1">GENETTE, Gérard. <em>Palimpsestos: </em>a literatura de segunda mão. Belo Horizonte: Edições Viva Voz, 2010.</p> <p class="p1">GOIDA, Hiron Cardoso; KLEINERT, André. <em>Enciclopédia dos quadrinhos. </em>Porto Alegre: L&amp;PM, 2014.</p> <p class="p1">HUTCHEON, Linda. <em>Uma teoria da adaptação</em>. Tradução de André Cechinel. Florianópolis: Ed. da UFSC, 2013.</p> <p class="p1">JACOBSON, Sid; COLÓN, Ernie. <em>Anne Frank:</em> a biografia ilustrada. Tradução de Augusto Pacheco Calil. São Paulo: Quadrinhos na cia., 2017.</p> <p class="p1">JAKOBSON, Roman. <em>Linguística e comunicação</em>. São Paulo: Pensamento-Cultrix, 2001.</p> <p class="p1">MCCLOUD, Scott. <em>Desvendando os quadrinhos.</em> São Paulo: MBooks, 2005.</p> <p class="p1">______. <em>Reinventando os quadrinhos.</em> São Paulo: MBooks, 2006<span class="s1">.</span></p> <p class="p1">PLAZA, Julio. <em>Tradução intersemiótica</em>. Perspectiva: São Paulo 2003.</p> Roberto Rossi Menegotto João Claudio Arendt Copyright (c) 2021 IPOTESI – REVISTA DE ESTUDOS LITERÁRIOS 2021-12-31 2021-12-31 25 2 39 51 10.34019/1982-0836.2021.v25.35758 QUEBRANDO A PRIMEIRA REGRA DO CLUBE DA LUTA: UM ESTUDO SOBRE A ORIGEM E O DESENVOLVIMENTO DA LUTA EM CLUBE DA LUTA E CLUBE DA LUTA 2 https://periodicos.ufjf.br/index.php/ipotesi/article/view/35295 <p><em>Clube da luta 2</em>, de Palahniuk e ilustração de Stewart, dá continuidade, em quadrinhos ao romance <em>Clube da luta</em>. O objetivo deste trabalho é estudar, comparativamente, as diferenças entre a origem e o desenvolvimento do grupo, apresentado nas duas obras. Para fundamentar a pesquisa, têm-se: Eisner (2010 e 2005), McCloud (1995 e 2006), Bey (2001 e 2007), Prado (2016). Assim, o que outrora era uma possibilidade de reivindicação do poder individual, no romance, transforma-se em um espaço de opressão, nos quadrinhos.</p> <p class="p1"><strong>REFERÊNCIAS</strong></p> <p class="p2">ARQUITETURA da destruição. Direção: Peter Cohen. Suécia, 1989. (110 min.). Son, Color.</p> <p class="p2">BAKAN, J. <em>A Corporação</em>: busca patológica por lucro e poder. Trad. Camila Werner. São Paulo: Novo Conceito, 2008.</p> <p class="p2">BAUMAN, Z. <em>Vida para o Consumo</em>: a transformação das pessoas em mercadorias. Trad. Carlos Alberto Medeiros. Rio de Janeiro: Zahar, 2008.</p> <p class="p2">BEY, H. TAZ: zona autônoma temporária. Trad. Renato Rezende e Patrícia Decia. São Paulo: Conrad do Brasil, 2001.</p> <p class="p2">BEY, H. et al. Terrorismo poético (TP). In.: BEY, H. <em>Caos; Terrorismo Poético e Outros Crimes Exemplares.</em> Trad. Patricia Decia e Renato Resende. 2007. Disponível em: &lt;http://catarse.co.nr/hakimbey/&gt;. Acesso em: 30 out. 2016.</p> <p class="p2">EISNER, W. <em>Narrativas Gráficas</em>. Trad. Leandro Luigi Del Manto. São Paulo: Devir, 2005.</p> <p class="p2">EISNER, W<em>. Quadrinhos e Arte Sequencial</em>: princípios e práticas do lendário cartunista. Trad. Luís Carlos Borges e Alexandre Boide. 4. ed. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2010.</p> <p class="p2">LANG, C. E.; BARBOSA, J. F.; CASELLI, F. R. B. A geração criada por mulheres: o pai e o masculino no Clube da luta. <em>Revista Mal-estar e Subjetividade</em>. Fortaleza, v. 11, n. 2, p. 843-870, jun. 2011.</p> <p class="p2">MCCLOUD, S. <em>Desvendando os Quadrinhos</em>. Trad. Helcio de Carvalho e Marisa do Nascimento Paro. São Paulo: M. Books do Brasil, 2005.</p> <p class="p2">MCCLOUD, S. <em>Reinventando os Quadrinhos</em>. Trad. Roger Maioli. São Paulo: M. Books do Brasil, 2006.</p> <p class="p2">PALAHNIUK, C. <em>Clube da Luta</em>. Trad. Cassius Medauar. São Paulo: LeYa, 2012.</p> <p class="p2">PALAHNIUK, C. <em>Clube da Luta 2</em>. Ilustração de Cameron Stewart. Trad. Érico Assis. São Paulo: LeYa, 2016.</p> Diane Nascimento de Oliveira Thiago Martins Caldas Prado Copyright (c) 2021 IPOTESI – REVISTA DE ESTUDOS LITERÁRIOS 2021-12-31 2021-12-31 25 2 52 65 10.34019/1982-0836.2021.v25.35295 IMAGEM E PROCESSO CRIATIVO: A DEFORMAÇÃO DO REAL EM THE RAVEN DE EDGAR ALLAN POE https://periodicos.ufjf.br/index.php/ipotesi/article/view/35693 <p>Discute-se aqui a deformação do real na produção de <em>The Raven</em> de Edgar Allan Poe, tomando-se por base seu texto <em>Filosofia da Composição</em> em que apresenta seus critérios para a construção do poema, dentre os quais, prima por estabelecer conexões com o mundo real, mantendo a lógica, o racional, o plausível. Entretanto, levanta-se a discussão se a escolha do termo “<em>raven</em>” ao invés de “<em>crow</em>” na língua inglesa teria sido um equívoco de Poe.</p> <p class="p1"><strong>REFERÊNCIAS</strong></p> <p class="p3">BÍBLIA. Português. <em>Bíblia sagrada</em>. Tradução: João Ferreira de Almeida. Brasília-DF: Sociedade Bíblica do Brasil, 1969.</p> <p class="p3">CÂNDIDO, Antônio. <em>Literatura e sociedade: </em>estudos de teoria e história literária. 7ª ed. São Paulo: Nacional, 1985.</p> <p class="p5"><span class="s1">CORVIDRESEARCH. BLOG. <em>O guia definitivo para distinguir corvos americanos e corvos comuns. </em>Disponível em: <a href="https://corvidresearch.blog/2020/04/16/the-definitive-guide-for-distinguishing-american-crows-common-ravens/"><span class="s2">https://corvidresearch.blog/2020/04/16/the-definitive-guide-for-distinguishing-american-crows-common-ravens/</span></a></span>. Acesso em 18 ago. 2021.</p> <p class="p5">HAUSER, Arnold. <em>Historia social de la literatura y el arte</em>. Madrid: Guadarrama, 1969.</p> <p class="p3">JONSSON. FABRE. IRESTEDT. Cérebros, inovações de ferramentas e biogeografia em corvos e corvos. <em> BCM Evolutionary Biology</em>. Disponível em:</p> <p class="p5"><a href="https://bmcevolbiol.biomedcentral.com/articles/10.1186/1471-2148-12-72">Brains, tools, innovation and biogeography in crows and ravens - BMC Ecology and Evolution</a>.<span class="s1"> Acesso em 18 ago. 2021.</span></p> <p class="p5"><span class="s1">LEITÃO, Nuno. <em>O mítico Corvo</em>.<span class="Apple-converted-space"> </span>Disponível em: <a href="https://www.geralforum.com/board/showthread.php/429980-o-mitico-corvo"><span class="s2">https://www.geralforum.com/board/showthread.php/429980-o-mitico-corvo</span></a>. Acesso em 10 ago. 2021. </span></p> <p class="p5"><span class="s1">MAFRA. SCHRULL. Análise de quatro traduções do poema The Raven<span class="Apple-converted-space"> </span>de Edgar Allan Poe. <em>Revista Translatio.</em> 2011. Disponível em: <a href="https://seer.ufrgs.br/translatio/article/view/36692/23759"><span class="s2">https://seer.ufrgs.br/translatio/article/view/36692/23759</span></a></span>.<span class="s1"> Acesso em 14 ago. 2021.</span></p> <p class="p5"><span class="s1">NETMUNDI.ORG,<em> O Corvo de Edgar Allan Poe</em>. Tradução de Milton Amado. </span> Disponível em: <a href="https://www.netmundi.org/home/2017/o-corvo-de-edgar-allan-poe-milton-amado/">https://www.netmundi.org/home/2017/o-corvo-de-edgar-allan-poe-milton-amado/</a>. Acesso em 14 ago. 2021.</p> <p class="p5"><span class="s1">KUMAR, Manisha. <em>Difference Between Crow and Raven.</em> Disponível em: <a href="http://www.differencebetween.net/science/nature/difference-between-crow-and-raven/"><span class="s2">http://www.differencebetween.net/science/nature/difference-between-crow-and-raven/</span></a>. Acesso em 02 abril 2014.</span></p> <p class="p5">OSTROWER, Fayga. <em>A sensibilidade do intelecto</em>. Rio de Janeiro: Campus, 1998.</p> <p class="p3">POE, Edgar Allan . <em>A filosofia da composição</em>.<span class="Apple-converted-space"> </span></p> <p class="p5"><span class="s1">Disponível em: <a href="https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/2544953/mod_resource/content/1/Poe.pdf"><span class="s2">https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/2544953/mod_resource/content/1/Poe.pdf</span></a></span>.<span class="s1"> Acesso em 14 ago. 2021.</span></p> <p class="p3">POE, Edgar Allan. <em>Poemas e Ensaios</em>. Trad. Oscar Mendes e Milton Amado. São Paulo: Globo, 1999. 3. ed. Revista. Disponível em:<span class="Apple-converted-space"> </span>www.ufrgs.br/proin/versao_2/textos/filosofia.doc. Acesso em: 02 abr. 2014.</p> <p class="p5"><span class="s1">POE, Edgar Allan. <em>The Raven</em>. Disponível em: <a href="http://www.blocosonline.com.br/literatura/poesia/pidp/pidp010701"> <span class="s2">www.blocosonline.com.br/literatura/poesia/pidp/pidp</span></a>.htm. Acesso em 02 abr. 2014.</span></p> <p class="p5">SCHOLLHAMMER, Karl Erik. <em>O olhar da literatura</em>. 2. ed. Rio de Janeiro: 7 Letras, 2016.</p> <p class="p5">SONTAG, S. <em>Contra a interpretação</em>. Trad.Ana Maria Capovilla. Porto Alegre: L&amp;PM, 1987.</p> <p class="p5"><span class="s3">WIKISOURCE.ORG, <em>O Corvo. </em>Trad. Fernando Pessoa.</span> Disponível em: Acesso em 14 ago. 2021.</p> MARCELO MANHÃES Copyright (c) 2021 IPOTESI – REVISTA DE ESTUDOS LITERÁRIOS 2021-12-31 2021-12-31 25 2 53 63 10.34019/1982-0836.2021.v25.35693 O PRIMITIVISMO POÉTICO EM OSWALD DE ANDRADE: VANGUARDA E INTERTEXTUALIDADE https://periodicos.ufjf.br/index.php/ipotesi/article/view/36742 <p class="p1"><em>Pau Brasil </em>é o primeiro livro de poemas de Oswald de Andrade, publicado em Paris em 1925, pela editora <em>Au Sans Pareil</em>. Mais do que um livro de estreia, um livro seminal para se compreender o aproveitamento estético do coloquial no modernismo brasileiro.</p> <p class="p1"><strong>REFERÊNCIAS</strong></p> <p class="p1">AMARAL, Aracy A. <em>Tarsila – </em>sua obra e seu tempo. São Paulo: Ed.34/Edusp, 2003.</p> <p class="p1">ANDRADE, Oswald. <em>Pau-Brasil</em>. São Paulo: Globo, 1990.</p> <p class="p1">BAUDELAIRE, Charles. <em>Sobre a modernidade</em>. São Paulo: Paz e Terra, 1996.</p> <p class="p1">BELLUZZO, Ana Maria. <em>Modernidade: </em>vanguardas artísticas na América Latina. São Paulo: Ed. UNESP, 1990.</p> <p class="p1">BOSI, Alfredo. <em>Dialética da colonização</em>. São Paulo: Cia. das Letras, 2008.</p> <p class="p1">DA SILVA, Anderson Pires. <em>Mário e Oswald – </em>uma história privada do modernismo. Rio de Janeiro: 7Letras/Faperj, 2009.</p> <p class="p1">FONSECA, Maria Augusta. <em>Por que ler Oswald de Andrade</em>. São Paulo: Globo, 2008.</p> <p class="p1">HUTCHEON, Linda. <em>Poética do pós-modernismo</em>. Rio de Janeiro: Imago, 1991.</p> <p class="p1">LIMA, Luiz Costa. Oswald de Andrade – a utopia antropofágica, uma utopia sem história. <em>In</em>:______ TELES, Gilberto Mendonça <em>et. al.</em> <em>Oswald plural</em>. Rio de Janeiro: UERJ, 1995.</p> <p class="p1">HAWKING, Stephen. <em>Uma breve história do tempo</em>. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2015.</p> <p class="p1">HOLLANDA, Heloísa Buarque (Org.). 26 poetas hoje. Rio de Janeiro: Aeroplano, 2007.</p> <p class="p1">JAUSS, Hans Robert. <em>A história da literatura como provocação à teoria literária</em>. São Paulo: Ática, 1994.</p> <p class="p1">MENDES, Murilo. Poesia completa. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2003.</p> <p class="p1">MINK, Janis. <em>Duchamp</em> <em>– </em>a arte como contra-arte. Lisboa: Taschen, 2000.</p> <p class="p1">RASM<em> – Revista Anual do Salão de Maio</em> <em>de 1939</em>. ed. fac-similar. São Paulo: Editora Gráfica, 1984.</p> <p class="p1">SANTIAGO, Silviano. <em>Ora direis puxar conversa</em>. Belo Horizonte: EdUFMG, 2006.</p> <p class="p1">&nbsp;</p> Anderson Pires Copyright (c) 2021 IPOTESI – REVISTA DE ESTUDOS LITERÁRIOS 2021-12-31 2021-12-31 25 2 54 76 10.34019/1982-0836.2021.v25.36742 A VIDA É UM GIBI ABERTO https://periodicos.ufjf.br/index.php/ipotesi/article/view/36741 Nobu Chinen Copyright (c) 2021 IPOTESI – REVISTA DE ESTUDOS LITERÁRIOS 2021-12-31 2021-12-31 25 2 3 10 10.34019/1982-0836.2021.v25.36741