HU Revista https://periodicos.ufjf.br/index.php/hurevista <p>Revista multidisciplinar da área da Saúde <strong>B2</strong> <strong>(Qualis CAPES 2021-2024)</strong>, com publicação contínua e on-line de artigos originais, revisões sistemáticas e metanálise, revisões de literatura (exclusivamente, a convite do comitê editorial), relatos de casos e de experiência, editoriais, carta ao editor e comunicação breve.</p> pt-BR <p align="center"><span style="box-sizing: border-box; color: #000000; font-family: &amp;quot; noto sans&amp;quot;,arial,helvetica,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: bolder; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: left; text-decoration: none; text-indent: 0px; text-transform: none; -webkit-text-stroke-width: 0px; white-space: normal; word-spacing: 0px;">Cessão de Primeira Publicação à HU Revista</span></p> <p align="center"><span style="display: inline !important; float: none; background-color: #ffffff; color: #000000; cursor: text; font-family: 'Noto Sans',Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: left; text-decoration: none; text-indent: 0px; text-transform: none; -webkit-text-stroke-width: 0px; white-space: normal; word-spacing: 0px;">Os autores mantém todos os direitos autorais sobre a publicação, sem restrições, e concedem à HU Revista o direito de primeira publicação, com o trabalho licenciado sob a</span>&nbsp;<a href="https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/">Licença Creative Commons Attribution</a> <span style="display: inline !important; float: none; background-color: #ffffff; color: #000000; cursor: text; font-family: 'Noto Sans',Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: left; text-decoration: none; text-indent: 0px; text-transform: none; -webkit-text-stroke-width: 0px; white-space: normal; word-spacing: 0px;">que permite o compartilhamento irrestrito do trabalho, com reconhecimento da autoria e crédito pela citação de publicação inicial nesta revista, referenciando inclusive seu DOI.</span></p> <p>&nbsp;</p> <!-- [if gte mso 9]><xml> <w:WordDocument> <w:View>Normal</w:View> <w:Zoom>0</w:Zoom> <w:HyphenationZone>21</w:HyphenationZone> <w:PunctuationKerning ></w:PunctuationKerning> <w:ValidateAgainstSchemas ></w:ValidateAgainstSchemas> <w:SaveIfXMLInvalid>false</w:SaveIfXMLInvalid> <w:IgnoreMixedContent>false</w:IgnoreMixedContent> <w:AlwaysShowPlaceholderText>false</w:AlwaysShowPlaceholderText> <w:Compatibility> <w:BreakWrappedTables ></w:BreakWrappedTables> <w:SnapToGridInCell ></w:SnapToGridInCell> <w:WrapTextWithPunct ></w:WrapTextWithPunct> <w:UseAsianBreakRules ></w:UseAsianBreakRules> <w:DontGrowAutofit ></w:DontGrowAutofit> </w:Compatibility> <w:BrowserLevel>MicrosoftInternetExplorer4</w:BrowserLevel> </w:WordDocument> </xml><![endif]--><!-- [if gte mso 9]><xml> <w:LatentStyles DefLockedState="false" LatentStyleCount="156"> </w:LatentStyles> </xml><![endif]--><!-- [if gte mso 10]> <mce:style><! /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:10.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-ansi-language:#0400; mso-fareast-language:#0400; mso-bidi-language:#0400;} --> <p>&nbsp;</p> <!--[endif]--> revista.hurevista@ufjf.br (Lígia Menezes do Amaral) revista.hurevista@ufjf.br (HU Revista) Thu, 30 Jul 2026 16:41:31 +0000 OJS 3.2.1.4 http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss 60 Movimentos gerais em recém-nascidos com displasia broncopulmonar: um estudo de caso controle https://periodicos.ufjf.br/index.php/hurevista/article/view/52911 <p style="font-weight: 400;"><strong>Introdução</strong>: A displasia broncopulmonar (DBP) é fator de risco precoce para alterações no desenvolvimento neuropsicomotor (DNPM) e sua gravidade predispõe a déficits funcionais, comportamentais, sensoriais e nutricionais no desenvolvimento pôndero-estatural no recém-nascido (RN) acometido. O <em>General Movements Assessment</em> (GMA) é uma avaliação para identificar precocemente os movimentos gerais anormais de RNs, com alta sensibilidade e especificidade para alterações no neurodesenvolvimento. Sendo assim, a identificação precoce dessas alterações permite intervenções antecipadas, melhorando o prognóstico e a qualidade de vida de neonatos em cuidados intensivos. Além disso, possibilita o planejamento de ações nos três níveis de atenção à saúde, promovendo prevenção, proteção e recuperação dessas condições. <strong>Objetivo:</strong> Analisar a qualidade da movimentação espontânea de recém-nascidos (RNs) com displasia broncopulmonar (DBP), em comparação aos RNs sem esse diagnóstico. <strong>Material e</strong> <strong>Métodos:</strong> Foi realizado um estudo caso-controle, observacional, com usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), sendo casos os RNs com DBP, internados na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN). Foram incluídos RNs prematuros avaliados pelo GMA e excluídos os RNs que apresentaram patologias osteoarticulares ou malformações congênitas do Sistema Nervoso Central (SNC) e aqueles que estavam em uso de drogas vasoativas e depressores do SNC no momento da avaliação. Os dados foram analisados por estatística descritiva e para verificar a associação entre os movimentos gerais e a DBP foram utilizados o teste Qui-Quadrado ou teste exato de Fisher e regressão logística binária (α = 0,05). <strong>Resultados:</strong> Dos 225 prematuros, 76 (33,8%) compuseram o grupo caso e 149 (66,2%) o grupo controle. A DBP e idade gestacional (IG) menor ou igual a 32 semanas aumentaram em 9,12 e 8,80 vezes, respectivamente, a chance de alterações na movimentação espontânea. <strong>Conclusão:</strong> A DBP esteve associada a maior chance de alterações dos movimentos gerais nos períodos “<em>preterm</em>” e “<em>wrinthing</em> <em>movements</em>”, sem permitir estabelecer uma relação causal.</p> Andrea Januario da Silva, Laís Fonseca Côrte Real, Camila Bisconsin Castro Costa, Ana Carolina Trevisani Souza, Bianca Rodrigues de Oliveira, Anna Marcella Neves Dias2, Nathália Barbosa do E. Santo Mendes, Sônia Torres Horta de Araújo Copyright (c) 2026 Andrea Januario da Silva, Laís Fonseca Côrte Real, Camila Bisconsin Castro Costa, Ana Carolina Trevisani Souza, Bianca Rodrigues de Oliveira, Anna Marcella Neves Dias2, Nathália Barbosa do E. Santo Mendes, Sônia Torres Horta de Araújo https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 https://periodicos.ufjf.br/index.php/hurevista/article/view/52911 Tue, 11 Aug 2026 00:00:00 +0000 Importância do BERA no período neonatal precoce em recém-nascido com fatores de risco para défict de audição https://periodicos.ufjf.br/index.php/hurevista/article/view/51625 <p><strong>Introdução:</strong> A Triagem Auditiva Neonatal (TAN) foi criada com o intuito de detectar precocemente alterações na audição de neonatos e lactentes para diagnóstico preciso e reabilitação. O BERA é um importante instrumento na avaliação auditiva. <strong>Objetivo:</strong> Determinar os principais fatores de risco associados a alteração do BERA em lactentes atendidos na maternidade, enfermaria pediátrica e UTI neonatal (UTIN) de um hospital de referência da Zona da Mata Mineira, no ano de 2024. <strong>Material e Métodos:</strong> Estudo observacional, transversal, retrospectivo, realizado com 23 neonatos com BERA alterado. As variáveis avaliadas incluíram prematuridade, tempo de permanência em UTIN, tempo em ventilação mecânica, uso de medicação ototóxica, peso ao nascer, infecções congênitas, infecções bacterianas ou virais pós natais e escore apgar no primeiro e quinto minuto. <strong>Resultados:</strong> os principais fatores de risco observados em neonatos com BERA alterado foram: tempo de permanência na UTI neonatal maior que cinco dias (91,3%), uso de medicação ototóxica (87%) e infecções bacterianas ou virais pós natais (87%). E ainda outros fatores como: baixo peso ao nascimento (65,2%), prematuridade entre 33 e 37 semanas (43,5%) e prematuridade entre 28 e 32 semanas (26%), não foram tão frequentes mesmo possuindo importância em outros estudos da literatura. <strong>Conclusão:</strong> A identificação dos fatores de risco para perda auditiva neonatal reforça a importância de rastrear déficit auditivos em recém-nascidos e lactentes. Reforçar políticas de saúde de prevenção para perda auditiva em populações de risco. A detecção precoce permite intervenção audiológica oportuna fundamental para desenvolvimento da linguagem, cognição e habilidades sociais da criança.</p> Gabriella Fernandes Lima, Rafael Fischer Oliveira , Sílvia Paschoalini Azalim de Castro, Carolina Ferreira Conti de Matos Copyright (c) 2026 Gabriella Fernandes Lima, Rafael Fischer Oliveira , Sílvia Paschoalini Azalim de Castro, Carolina Ferreira Conti de Matos https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 https://periodicos.ufjf.br/index.php/hurevista/article/view/51625 Tue, 18 Aug 2026 00:00:00 +0000 Telessaúde na avaliação do autocuidado em diferentes tipos de fração de ejeção da insuficiência cardíaca https://periodicos.ufjf.br/index.php/hurevista/article/view/52717 <p><strong>Introdução:</strong> A insuficiência cardíaca (IC) é uma condição crônica de alta prevalência, associada a elevadas taxas de morbimortalidade e reinternações. Nesse contexto, a telessaúde surge como estratégia promissora para monitoramento e promoção de comportamentos saudáveis.<strong> Objetivo: </strong>Investigar o comportamento de pessoas com insuficiência cardíaca (IC) em relação ao autocuidado, por meio da telessaúde. <strong>Material e Métodos:</strong> Estudo observacional com abordagem quantitativa e transversal, de pessoas com IC, realizado em hospital universitário da cidade de Juiz de Fora (MG), de outubro de 2022 a julho de 2023, utilizando prontuário eletrônico e aplicação da <em>European Heart Failure Self-care Behaviour Scale</em>, por meio da telessaúde. Os dados coletados foram analisados por estatística descritiva: o teste de Kolmogorov-Smirnov para verificar a normalidade dos dados; o teste t de Student para as variáveis contínuas e o teste do qui-quadrado ou o teste exato de Fisher para as variáveis categóricas considerando-se significativo o valor de p&lt;0,05. <strong>Resultados:</strong> Avaliados 114 pessoas com IC: 52,6% do sexo feminino, idade média de 62±14,63 anos e 72,9% com baixa escolaridade. Encontrado IC com fração de ejeção reduzida (ICFER) em 43,0% e IC com fração de ejeção preservada (ICFEP) em 57,0% dos participantes. Em relação às variáveis clínicas, o uso de álcool, a doença arterial coronariana (DAC) e a doença renal crônica (DRC) foram significativas nos portadores de ICFER. A avaliação do autocuidado mostrou que 48,2% da população apresentou comportamento inadequado, com escore médio de 29,59±6,22 pontos. Os itens relativos aos cuidados com o peso e as atividades físicas receberam as maiores pontuações, evidenciando negligência no autocuidado.<strong> Conclusão:</strong> Pessoas com IC apresentam comportamento insatisfatório em relação ao autocuidado, especialmente em relação aos cuidados com o peso e as atividades físicas.</p> Fernanda Ávila da Costa Pereira, Dayse Mary da Silva Correia, Arise Garcia de Siqueira Galil, Thiago Gonçalves Schroder e Souza, Lidiane Magalhães Pinto, Fátima Helena do Espírito Santo Copyright (c) 2026 Fernanda Ávila da Costa Pereira, Dayse Mary da Silva Correia, Arise Garcia de Siqueira Galil, Thiago Gonçalves Schroder e Souza, Lidiane Magalhães Pinto, Fátima Helena do Espírito Santo https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 https://periodicos.ufjf.br/index.php/hurevista/article/view/52717 Tue, 18 Aug 2026 00:00:00 +0000