https://periodicos.ufjf.br/index.php/geografia/issue/feedRevista de Geografia - PPGEO - UFJF2026-05-11T20:03:07+00:00Roberto Marques Netoroberto.marques@ufjf.brOpen Journal Systems<p>A Revista de Geografia é uma publicação do Programa de Pós-Graduação em Geografia – PPGEO, do Departamento de Geocências – Instituto de Ciências Humanas da Universidade Federal de Juiz de Fora – UFJF. É uma revista eletrônica semestral, criada em 2011, destinada à divulgação de artigos científicos, notas técnicas e resenhas oriundas de pesquisas e estudos sobre as questões que envolvem a ciência geográfica e áreas afins.</p>https://periodicos.ufjf.br/index.php/geografia/article/view/45314 “HÁ MUITAS PERNAS E POUCOS BRAÇOS”: 2026-01-16T17:28:06+00:00Higor Mozart Geraldo Santoshmozart@gmail.com<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm; font-size: medium; font-family: Calibri, sans-serif; text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial, sans-serif; background-image: none; background-position: 0% 0%; background-size: auto; background-repeat: repeat; background-attachment: scroll; background-origin: padding-box; background-clip: border-box;">Nosso objetivo é contrapor duas Minas Gerais existentes nos discursos de políticos mineiros ao fim dos oitocentos. De um lado, a imagem desejada, em que o sonhado progresso seria metrificado pela velocidade. Sua sinfonia seria composta pelo sibilar das locomotivas, sotaques de imigrantes estrangeiros e pelo barulho do arado a sulcar a terra. Na outra vereda, a imagem presente era caracterizada por um acachapante arcaísmo<em> </em>cujo ritmo era registrado através de metáforas sobre lentidão, espera e sonolência. Sua melodia seria composta pelo marasmo de um território considerado repleto de ausências – de trilhos, maquinários, população laboriosa – e pelos cantos, danças, ritos e credos professados por indivíduos malquistos, como eram considerados os negros e indígenas, tachados de preguiçosos, ignorantes, desordeiros, afeitos ao ócio e à vadiagem. </span></p>2026-05-11T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Revista de Geografia - PPGEO - UFJFhttps://periodicos.ufjf.br/index.php/geografia/article/view/51051TURISMO NO NORTE PIAUIENSE: 2026-01-07T21:56:03+00:00MATEUS DOS SANTOSmatheusrocha@ufpi.edu.brSuedio Alves Meirasuedio.meira@ufpi.edu.br<p>O município de Buriti dos Lopes, localizado no litoral do Piauí, possui potencial turístico pouco explorado devido à falta de infraestrutura e à ausência de um inventário organizado de seus atrativos. Para promover o desenvolvimento sustentável do turismo na região, é essencial um planejamento estratégico que valorize os recursos naturais, em especial as paisagens geológicas e geomorfológicas. O geoturismo surge como uma alternativa viável, pois concilia a conservação do patrimônio geológico com a educação ambiental e o turismo sustentável. Nesse sentido, é necessário identificar e avaliar os Locais de Interesse Geológico (LIGs) do município, a fim de transformá-los em produtos turísticos. Ademais, a proteção desses sítios é urgente em razão do risco de degradação provocada pela ação humana, que compromete a preservação para as futuras gerações. O presente estudo tem como objetivo mapear e valorar qualitativamente os LIGs de Buriti dos Lopes, propondo a utilização desses locais em atividades geoturísticas como forma de impulsionar o turismo local de maneira sustentável.</p>2026-05-11T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Revista de Geografia - PPGEO - UFJFhttps://periodicos.ufjf.br/index.php/geografia/article/view/50864EXTRAÇÃO AUTOMATIZADA DE DRENAGENS E NASCENTES: 2026-04-13T20:13:54+00:00Débora Maciel Castelo Holandadebholand@alu.ufc.brCarlos Henrique Sopchakicarlos.geografia@ufc.br<p>A extração automática de feições hidrológicas a partir de modelos digitais de elevação tem se consolidado como uma ferramenta essencial para o mapeamento e a análise de elementos hidrológicos. Dessa forma, este estudo teve como objetivo comparar o desempenho das ferramentas SAGA GIS, GRASS GIS e TauDEM, disponíveis na plataforma QGIS, na extração automatizada de drenagem e nascentes, utilizando os padrões e métodos nativos de cada algoritmo. Para execução da análise foi escolhida como área de estudo à bacia hidrográfica do rio Pacoti (CE), e como dado de entrada foi utilizado o MDE TanDEM-X, com resolução espacial de 12 metros. A avaliação considerou principalmente os métodos de tratamento de sumidouros dos modelos altimétricos, além da comparação dos dados de nascentes com informações validadas em campo. Os resultados mostraram que o SAGA GIS apresentou melhor desempenho na geração de redes de drenagem contínuas ao utilizar o método de Wang e Liu (2006), em comparação ao método de Planchon e Darboux (2001). O TauDEM, por sua vez, destacou-se na identificação de nascentes, enquanto o GRASS GIS apresentou as menores distâncias médias entre as nascentes reais e as extraídas automaticamente, demonstrando também uma eficiência no apoio à identificação de nascentes em campo. Por fim, demonstrou-se que o desempenho de cada ferramenta está diretamente relacionado aos métodos utilizados para o tratamento de sumidouros. Além disso, observou-se que a extração de dados de modelos altimétricos possui potencial para subsidiar mapeamentos de áreas prioritárias voltadas à identificação de nascentes em campo.</p>2026-05-11T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Revista de Geografia - PPGEO - UFJFhttps://periodicos.ufjf.br/index.php/geografia/article/view/49466VARIABILIDADE DA PRECIPITAÇÃO PLUVIOMÉTRICA ANUAL NOS MUNICÍPIOS DE BEBEDOURO (SP), FRUTAL (MG) E UBERABA (MG) ENTRE 1992 A 20222025-07-16T15:35:16+00:00Alda Paulo Danielaldinhadaniel@gmail.comAna Luísa Radaeliana.1094212@discente.uemg.brDaniela Fernanda da Silva Fuzzodaniela.fuzzo@uemg.brJoão Alberto Fischer Filhojoao.fischer@uemg.br<p>O estudo do clima vem se intensificando desde o século XX com o intuito de verificar as variações climáticas no espaço/tempo em todo território brasileiro. Os eventos extremos de precipitação pluviométrica são investigados por parte da comunidade científica internacional devido aos prejuízos socioeconômicos causados pelo excesso ou escassez de chuvas em diversas regiões do mundo. Uma das formas de estudar a precipitação pluviométrica é através de Índices de Anomalia de Chuva (IAC), que auxiliam a monitorar a grau de severidade e duração dos períodos secos e chuvosos, permitindo averiguar os impactos que o clima global causa sobre a distribuição pluviométrica do local. O objetivo deste trabalho foi a análise temporal e espacial da pluviosidade empregando o (IAC) em três municípios diferentes sendo um do Estado são Paulo e dois de Minas Gerais, evidenciando os anos de seca e de chuva. Para este estudo foram selecionados os municípios de Bebedouro (SP), Uberaba e Frutal em (MG) na escala anual e interanual. Os dados de precipitação das séries históricas de cada localidade foram obtidos por meio do sistema NASA POWER. Dos 30 anos analisados, as três cidades apresentaram anomalias tanto positivas quanto negativas sendo para Bebedouro 17 anos extremos, Frutal 23 anos extremos e Uberaba 22 anos extremos. A partir do IAC observou-se que os últimos nove anos foram anos excessivamente secos nas três cidades, provavelmente impactados pelas mudanças climáticas. Nesse contexto, concluiu-se que se faz necessário o monitoramento de eventos meteorológicos de modo a auxiliar agricultores e tomadores de decisões afim de reduzir as perdas os efeitos adversos ao clima.</p>2026-05-11T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Revista de Geografia - PPGEO - UFJFhttps://periodicos.ufjf.br/index.php/geografia/article/view/49017LEVANTAMENTO HISTÓRICO DOS EVENTOS DE INUNDAÇÃO DO RIO TAQUARI NAS CIDADES DE ESTRELA E LAJEADO - RS2025-07-16T15:47:07+00:00Caroline Maria Cadore Borgescarolgeo.ufsm@gmail.comLuis Eduardo de Souza Robainalesrobaina@yahoo.com.brAnderson Augusto Volpato Sccoti asccoti2@gmail.com<p><span style="font-weight: 400;">As cidades de Estrela e Lajeado, localizadas às margens do rio Taquari, se tornaram vilas em 1853 e 1856, respectivamente, e, após a grande inundação de 1873, tiveram ênfase no povoamento dos lugares com maiores altitudes, sendo que prédios históricos se encontram ainda hoje nesses locais. As inundações determinaram, em grande medida, o processo de urbanização dos dois municípios, e, a partir da grande cheia de 1941, condicionaram o crescimento nas margens do rio, até meados dos anos 1970, quando eventos de inundação menores aproximaram a ocupação para perto do rio, configurando a urbanização das áreas sujeitas à inundação. O objetivo deste trabalho é caracterizar as principais cheias históricas compondo um referencial que situe as inundações no desenvolvimento urbano, buscando relacionar as áreas de risco, sua ocupação e a devastação ocorrida em virtude das cheias históricas. Para isso foi necessário uma pesquisa nos Arquivos Históricos dos municípios e no Memorial de Estrela, bem como, nas bibliografias que tratam da história na região, possibilitando compreender os principais marcos de ocupação das áreas alagáveis no município e suas consequências relativas aos prejuízos em função dos processos hidrológicos causadores de desastres no decorrer do desenvolvimento urbano até os dias atuais.</span></p>2026-05-11T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Revista de Geografia - PPGEO - UFJFhttps://periodicos.ufjf.br/index.php/geografia/article/view/45975EVOLUÇÃO DO USO E OCUPAÇÃO DO SOLO E CONFLITOS EM APPS DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIBEIRÃO TRÊS BOCAS (PR) ENTRE OS ANOS DE 1985 E 20232025-03-10T23:22:12+00:00William Henrique Kurunczi Ferreirawilliam_kferreira@hotmail.comMarciel Lohmannmarciel@uel.brFrancisca da Silva Reisfrancisca.silva@uel.brLarissa Cristina Figueiredo Ramirolarissafig97@gmail.com<p>A exploração intensiva dos elementos naturais requer esforços contínuos para mitigar impactos ambientais e a recuperar áreas degradadas. Nesse sentido, as Áreas de Preservação Permanente (APPs) desempenham funções ambientais essenciais para a proteção dos recursos hídricos, da vegetação e redução dos efeitos dos processos erosivos. Considerando as bacias hidrográficas como unidades espaciais ideais para o planejamento ambiental, foram objetivos da presente pesquisa analisar a evolução do uso e ocupação do solo e mapear as áreas de conflitos de uso nas APPs da Bacia Hidrográfica do Ribeirão Três Bocas (BHRTB), localizada na porção Norte Central do Estado do Paraná, utilizando dados do projeto MapBiomas entre 1985 a 2023. Os resultados apontam um aumento expressivo de 471% na área destinada ao cultivo de soja na bacia (43,79% em 2023). Em relação às APPs, em 1985, 65,3% foram identificadas como irregulares, valor que foi reduzido para 44% em 2023. Apesar dos avanços, os desafios para a regularização das APPs persistem, cujo resultados desta pesquisa podem contribuir na elaboração de projetos de recuperação, conscientização e promoção de uma cultura de preservação na BHRTB, beneficiando a população com o ganho de qualidade ambiental da bacia.</p>2026-05-11T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Revista de Geografia - PPGEO - UFJFhttps://periodicos.ufjf.br/index.php/geografia/article/view/47385QUALIDADE DE ÁGUA E COEFICIENTE DE ESCOAMENTO SUPERFICIAL EM TECNOLOGIAS SOCIAIS (CISTERNA CALÇADÃO), IMPLANTADAS NO SEMIÁRIDO PERNAMBUCANO2025-02-09T02:07:50+00:00Alexandre Carlos Araújo de Santanaalexandre.sustentat@hotmail.comJocimar Coutinho Rodrigues Juniorjocimar_junior@hotmail.comJosé Almir Cirilojose.cirilo@ufpe.brSylvana Melo dos Santossylvana.santos@ufpe.brAnderson Luiz Ribeiro de Paivaanderson.paiva@ufpe.br<p>O Semiárido brasileiro possui características climáticas e hidrogeológicas em que se dispõe a necessidade de implementar técnicas de armazenamento de água para suprimento de diversas demandas. Com isso, este trabalho tem como objetivo analisar o índice de escoamento superficial e a qualidade da água armazenada em cisternas calçadão, construídas no Semiárido de Pernambuco. Como área de estudo, foram selecionados dois municípios do agreste pernambucano, que fazem parte do Semiárido, Cumaru e São Caetano, sendo que o universo do estudo foi constituído por 4 agricultores(as) beneficiados(as) por cisternas calçadão e que já utilizam a tecnologia há mais de um ano. Para seleção das famílias/cisternas foi utilizada a técnica baseada na abordagem dos sujeitos estratégicos – informante-chave –. Para Análise dos parâmetros físico-químicos foram realizados acompanhamentos nas 4 cisternas estudadas, para obtenção dos volumes precipitados, foi instalado um pluviômetro e, para determinação do nível da água, foi disponibilizada uma régua graduada, possibilitando determinar o índice de escoamento superficial (C). Com relação aos exames microbiológicos, foi detectado coliformes totais e E. coli em todos os pontos de coleta, contudo, os parâmetros químicos ficaram dentro dos padrões de potabilidade. Em relação ao acúmulo de água na cisterna, o coeficiente de escoamento superficial (C) da área de captação é determinante para o total de água armazenada, sendo encontrado um valor médio foi 0,50. Portanto, percebe-se que a cisterna calçadão é uma tecnologia viável, entretanto, para o uso da água captada para consumo humano, é necessário um tratamento prévio.</p>2026-05-11T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Revista de Geografia - PPGEO - UFJFhttps://periodicos.ufjf.br/index.php/geografia/article/view/50785PRODUÇÃO DO ESPAÇO COMO MERCADORIA EM MARABÁ (PA): 2025-11-24T22:54:54+00:00Silvana Silvasyllsousa@hotmail.com<p>O artigo apresenta reflexões sobre a produção do espaço urbano em Marabá, com ênfase para a habitação e o debate sobre o espaço mercadoria. A pesquisa se fundamenta na compreensão do espaço como um produto social, marcado por apropriações desiguais e orientado pela lógica do mercado. A pesquisa possui natureza qualitativa e possui procedimentos compostos por revisão bibliográfica e análise da Planta Genérica de Valores. Os resultados apontam que a instalação do Programa Minha Casa Minha Vida (PMCMV), em núcleos urbanos distantes dos Núcleos consolidados, contribuiu alterações no preço da terra, favorecendo interesses privados. Verifica-se que, em Marabá, a produção habitacional está vinculada a interesses econômicos e políticos, impactando a organização espacial da cidade e aprofundando a segregação socioespacial.</p>2026-05-11T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Revista de Geografia - PPGEO - UFJFhttps://periodicos.ufjf.br/index.php/geografia/article/view/50758MUDANÇAS ESPACIAIS E UMA NOVA EXPANSÃO ENERGÉTICA NA AMAZÔNIA2026-01-16T18:04:42+00:00Thiago Oliveira Netothiagoton91@live.comRicardo José Batista Nogueiranogueiraricardo@uol.com.br<p>As transformações espaciais no sistema energético são impulsionadas por ações do Estado, das empresas e do mercado financeiro que estruturam novos objetos técnicos para fins de geração e de distribuição em rede, abastecendo cidades e atividades industriais como o caso da mineração. Diante disso, este texto tem como objetivo analisar essa nova expansão energética na região Amazônica, destacando a implantação de parques térmicos de geração de eletricidade a partir do gás natural, bem como a ampliação da rede elétrica do Sistema Interligado Nacional. A pesquisa foi desenvolvida em duas etapas: a primeira consistiu no levantamento bibliográfico referente à geografia, energia e gás natural, enquanto a segunda esteve centrada em trabalhos de campo realizados na Amazônia entre 2019 e 2024. A partir da análise das informações e das observações em campo, identificou-se a formação de quatro polos regionais de geração de eletricidade, localizados em Manaus (AM), Silves/Itapiranga (AM), Barcarena (PA) e Santo Antônio dos Lopes (MA), sendo que o polo de Silves/Itapiranga é o único a operar no sistema <em>Reservoir-to-Wire</em> na Amazônia Ocidental.</p>2026-05-11T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Revista de Geografia - PPGEO - UFJFhttps://periodicos.ufjf.br/index.php/geografia/article/view/51237TIPOLOGIA PRODUTIVA E DINÂMICA TERRITORIAL DA INDÚSTRIA DE CERVEJAS ARTESANAIS NO NORDESTE BRASILEIRO:2026-03-26T00:47:39+00:00Daniel Fernando Albernaz Guimarãesalbernazdanielf@gmail.comAndré Luiz De Gino Soaresandredegino@gmail.comLuiz Antônio Cravo da Costaluizcravoc@gmail.comDjalma Kasley Alves Oliveiradkasley999@gmail.comBruno Lopes Bastosblbastos@ufba.br<p>A indústria cervejeira brasileira enfrenta uma tensão entre a padronização global e o neolocalismo. No Nordeste, apesar da expansão de 1.520% entre 2010 e 2023, persiste uma lacuna acadêmica sobre suas dinâmicas estratégicas em comparação aos polos tradicionais do Sul e Sudeste. Este estudo analisa a localização industrial e o posicionamento de produto das cervejarias artesanais nos nove estados da região. Empregou-se abordagem quantitativa e exploratória, com dados de 74 empresas validados em 2025 via Receita Federal e plataformas digitais. Utilizou-se estatística descritiva, testes de correlação e análise multivariada de agrupamento (K-Means) para testar hipóteses e encontrar padrões. Os resultados revelam uma distribuição "arquipelágica" concentrada em hubs metropolitanos (72%), sem correlação significativa com o PIB ou população total, refutando hipóteses clássicas de localização. Identificou-se um índice de hibridização de 87,5%, indicando que a sobrevivência setorial depende da verticalização e venda direta (modelo brewpub/taproom) para contornar gargalos logísticos e a ausência de cadeia fria eficiente. A análise de clusters identificou três perfis: matrizes de escala voltadas ao giro (BA, MA, PE, PI), eixos de variedade gastronômica (CE, RN, PB) e polos de diferenciação sensorial (AL, SE). Conclui-se que o setor consolidou um modelo de "Indústria Invertida", operando como centro de serviços e hospitalidade. Enquanto estilos de entrada garantem a estabilidade financeira, a aposta em cervejas ácidas com ingredientes locais sinaliza a gênese de uma potencial nova "Escola Nordestina".</p>2026-05-11T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Revista de Geografia - PPGEO - UFJF