Revista Gatilho
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<p><span style="font-weight: 400;">A <strong>Revista Gatilho</strong> é uma publicação semestral editada por mestandos, doutorandos e egressos do<a href="http://www.ufjf.br/ppglinguistica/"> <strong>Programa de Pós-Graduação em Linguística da Universidade Federal de Juiz de Fora</strong></a>. </span>Podem submeter textos para este periódico graduandos, pós-graduandos e egressos (o que também contempla graduados, mestres e doutores).</p> <p>A <strong>Revista Gatilho <span style="font-weight: 400;">publica os gêneros textuais </span><span style="font-weight: 400;">artigos, resenhas, traduções, relatos de experiência em sala de aula e textos de divulgação científica para o grande público. Os manuscritos devem ser inéditos e devem estar dentro do escopo da Linguística.</span></strong></p> <p><strong><span style="font-weight: 400;">Os textos enviados serão avaliados em duas etapas. Primeiramente, os editores avaliarão se o texto está dentro das normas estabelecidas nas Diretrizes para Autores, incluindo a averiguação quanto à originalidade do manuscrito. Caso não seja constatado qualquer problema, a submissão será avaliada em regime de duplo anonimato (<em>double-blind</em>) por, pelo menos, dois avaliadores <em>ad-hoc</em>. Um terceiro avaliador será convidado em caso de um mesmo texto receber pareceres divergentes.</span></strong></p> <p><strong><span style="font-weight: 400;">Os conteúdos dos textos e as opiniões neles expressas são da exclusiva responsabilidade dos seus autores e autoras. Contudo, não serão aceitos textos com conteúdo e linguagem de natureza racista, sexista, xenofóbica, homofóbica ou de algum modo discriminatória.</span></strong></p> <p><strong><span style="font-weight: 400;">___________</span></strong></p> <p><strong><span style="font-weight: 400;">Siga-nos no Instagram em @<a href="https://www.instagram.com/revistagatilho/">revistagatilho</a>. Por lá, você ficará por dentro das novas chamadas, dos volumes publicados e das lives que fazemos com os autores!</span></strong></p>Editora da Universidade Federal de Juiz de Forapt-BRRevista Gatilho1517-6436Entre Psicolinguística, Pragmática e Discurso
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Revista Gatilho
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2025-12-312025-12-3129RESENHA
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Rafael Martins Nogueira
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2025-12-312025-12-3129Discursos sobre a fala feminina e produção de metalinguagem da resistência feminista
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<p>Através da observação de enunciados metalinguísticos, apresentamos e questionamos algumas ideias linguísticas de longa duração histórica sobre a fala feminina, a um só tempo motivadas e conservadoras de um sexismo aplicado à fala pública (Courtine; Piovezani, 2018). Com esse gesto, buscamos engrossar o coro de uma também duradoura, marginal, mas mais recentemente expressiva metalinguagem da resistência feminista.</p>Ana Carolina Neves DiasCarlos Félix Piovezani Filho
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2025-12-312025-12-3129Pressuposição e não-dito em notícias sobre intervenções policiais
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<p>O presente trabalho propõe-se a analisar o sentido total das notícias “Quatro homens morrem após confronto com policiais militares no sudoeste da Bahia” e “Confronto termina com três membros de facção mortos e cinco presos por policiais militares, no AP”, ambas publicadas pelo portal de notícias G1 nos dias 16 de março de 2025 e 14 de abril de 2025, respectivamente. Para tanto, utiliza-se, especialmente, Motta (2004) para entender os efeitos de sentido na comunicação jornalística; Lawrence (2010) para compreender a função dos elementos semióticos na notícia sobre uso da força policial; Zare, Abbaspour e Nia (2012) para compreender a pressuposição no meio midiático; e Van Leeuwen (2008) para entender os fatores da representação de eventos sociais. Já a metodologia parte de um estudo êmico baseado na leitura e na análise pragmática do objeto de estudo. Dessa forma, tem-se que ambas as notícias selecionadas vão além do simples relato de fatos, visto que estão repletas de pressuposições que acarretam um sentido além do dito.</p> <p> </p>Manuela Neves Ribeiro
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2025-12-312025-12-3129Psicolinguística e pragmática
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<p>O presente artigo examina as maneiras pelas quais a psicolinguística contemporânea tem incorporado fatores pragmáticos em seus modelos teóricos e metodológicos. Para isso, parte-se de um percurso histórico que articula duas discussões centrais: a virada pragmática nos estudos linguísticos, que reposiciona a linguagem como prática situada e social (Austin, 1990; Grice, 1975; Labov, 2008) e a consolidação da psicolinguística como disciplina experimental, originalmente vinculada a modelos formalistas e mentalista (Oliveira; Name; Mercedes, 2023). Com base nesse pano de fundo, analisa-se o modo como a psicolinguística tem buscado integrar aspectos contextuais, inferenciais e interacionais ao estudo do processamento da linguagem, por meio de noções como ação conjunta (Clark, 1996), cognição corporificada (Gibbs, 1994, 2006) e uso de paradigmas experimentais mais sensíveis à linguagem em uso (Tanenhaus et al., 1995). O artigo também destaca estudos brasileiros (Strey, 2016; Kenedy; Silva, 2024), que apontam para esse movimento, sugerindo uma reconfiguração do campo que não rompe com suas bases cognitivas, mas as amplia em direção a uma abordagem situada da linguagem.</p>Francisco Nanni Vieira
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2025-12-312025-12-3129