https://periodicos.ufjf.br/index.php/facesdeclio/issue/feed Faces de Clio 2026-08-19T00:08:01+00:00 Gabriel Benedito Machado e Giovana Martins Brito facesdeclioufjf@gmail.com Open Journal Systems <div style="text-align: justify;">A Revista Faces de Clio é coordenada por discentes do Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal de Juiz de Fora (BRASIL). Desde 2015, tem trabalhado na divulgação dos resultados das pesquisas de doutores e estudantes de mestrado e doutorado em História e áreas afins em âmbito nacional e internacional, sendo avaliados artigos escritos em português, inglês e espanhol.</div> https://periodicos.ufjf.br/index.php/facesdeclio/article/view/54131 Expediente 2026-08-19T00:08:01+00:00 Giovana Martins Brito giovana.brito@estudante.ufjf.br Gabriel Benedito Machado gabrielmachado333@gmail.com 2026-08-19T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2026 Giovana Martins Brito, Gabriel Benedito Machado https://periodicos.ufjf.br/index.php/facesdeclio/article/view/54125 Entrevista 2026-08-18T20:14:42+00:00 Maria Cristina Rocha Simão cristina.simao@ifmg.edu.br Beatriz Marci Fagundes beatriz.fagundes@aluno.ufop.edu.br Flávia Caroline Fidellis da Cruz fidellisflavia@gmail.com Gabriel Benedito Machado gabrielmachado333@gmail.com Giovana Martins Brito giovana.brito@estudante.ufjf.br <p>Arquiteta (UFMG, 1983), Mestre em Geografia (UFMG, 2000) e Doutora em Urbanismo (PROURB/UFRJ, 2016). Professora Titular aposentada do IFMG Campus Ouro Preto, onde atuou no curso de Tecnologia em Conservação e Restauro desde o ano de 2006 e no curso de Especialização em Gestão e Conservação do Patrimônio Cultural, sendo coordenadora entre os anos de 2018 a 2022. Foi também Diretora de Graduação e Pós-Graduação no período de 2009 a 2013 na mesma instituição. Foi pesquisadora do Laboratório de Direito e Urbanismo (LADU/UFRJ). Foi Diretora de Promoção e Extensão da Fundação de Arte de Ouro Preto (FAOP) e docente no departamento de Arquitetura da Universidade FUMEC. Atuou como técnica em preservação do patrimônio cultural pelo IPHAN durante 12 anos e sócio da empresa <em>Gratiae Urbs Consultoria</em>. Possui vasta experiência em Arquitetura e Urbanismo, com foco na preservação de núcleos urbanos, gestão, restauro, direito à cidade e interfaces entre intervenção urbana e turismo. Recentemente, lançou o livro <em>Diferentes olhares sobre a preservação das cidades: Entre os dissensos e os diálogos dos moradores com o patrimônio</em> (2025), como resultado das pesquisas desenvolvidas em sua tese de doutorado.</p> 2026-08-19T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2026 Maria Cristina Rocha Simão, Beatriz Marci Fagundes, Flávia Caroline Fidellis da Cruz, Gabriel Benedito Machado, Giovana Martins Brito https://periodicos.ufjf.br/index.php/facesdeclio/article/view/50886 A capoeiragem como arma de defesa das massas negras e expressão material da luta de classes brasileira do século XIX ao século XX 2026-06-08T14:55:59+00:00 André Luiz Pereira Pinho andrelluiz999@proton.me <p>O artigo analisa a capoeiragem como instrumento de autodefesa, resistência e organização política da população negra no Brasil entre o final do século XIX e o início do XX. Examina sua criminalização como parte do disciplinamento burguês, sustentado pelo racismo estrutural e pelo capitalismo dependente. Destaca cortiços, ruas e portos como espaços de sociabilidade, articulando corpo, território e consciência de classe. Aborda ainda sua institucionalização estatal, sem apagar elementos de resistência simbólica e sua atualidade nas contradições históricas do capitalismo brasileiro contemporâneo.</p> 2026-08-19T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2026 André Luiz Pereira Pinho https://periodicos.ufjf.br/index.php/facesdeclio/article/view/51394 Nacionalismo e Judaísmo 2026-04-26T14:02:16+00:00 Helen Rotta helen.rrotta@gmail.com <p>O presente artigo tem como objetivo refletir acerca do fenômeno do nacionalismo judaico, o sionismo, analisando-o sob a ótica do etnonacionalismo. A partir desse pressuposto, pretende-se discutir como o sionismo se constituiu no ensejo de uma onda de formações nacionalistas com motivações étnicas em fins do século XIX, problematizando as diversas interações presentes no sionismo, que vão muito além de motivações religiosas. Ao lançar o olhar para o sionismo, pretende se questionar como a construção de um passado comum, de uma língua e de uma origem étnico cultural responderam às dificuldades da diáspora, uma vez que a comunidade judaica esteve espalhada por diversos países da Europa. A politização dessas mobilizações do passado, sob a influência de um romantismo do século XIX, parece ter dado voz a uma identidade ocultada e perseguida, que teve como consequência a criação do Estado de Israel.</p> 2026-08-19T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2026 Helen Rotta https://periodicos.ufjf.br/index.php/facesdeclio/article/view/50082 A formação do município de Campo Mourão e sua relação com a malha viária e crescimento agroindustrial 2026-01-22T13:27:12+00:00 Cristina de Oliveira da Silva cristina.silva28@escola.pr.gov.br Sérgio Fajardo professorfajardo@gmail.com Aurea de Andrade de Andrade Viana aureavgeo@yahoo.com.br <p>O estudo aborda a formação do espaço regional de Campo Mourão-PR e sua relação com a malha viária e crescimento agroindustrial, marcados tanto pelas heranças históricas de sua formação quanto pelas transformações decorrentes da modernização recente. Busca-se analisar a relação entre a formação da cidade, bem como os processos de expansão da malha viária, ressaltando a necessidade de políticas que conciliam a preservação e estímulo ao desenvolvimento urbano. A pesquisa tem caráter quali-descritivo, tomando como referência a paisagem em aspecto geral da cidade, onde se encontram edificações históricas, vias ampliadas, que funcionam como testemunho das mudanças ocorridas desde meados do século XX. O embasamento teórico fundamenta-se em conceitos de paisagem urbana e planejamento urbano, permitindo compreender as tensões entre a modernização, a valorização do espaço central e a preservação das construções de valor simbólico. Neste contexto, destaca-se também o papel da PR-317, cuja relevância como eixo logístico impactou diretamente o município, sobretudo na consolidação da agroindústria, na paisagem rural, ao facilitar o escoamento da produção e atrair investimentos para a região. Espera-se, com isto, identificar as pressões exercidas pelo crescimento urbano sobre o patrimônio histórico e apontar a importância de políticas públicas voltadas à conservação deste legado, de modo a garantir que a modernização de Campo Mourão ocorra em equilíbrio com a valorização de sua identidade cultural.</p> 2026-08-19T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2026 Cristina de Oliveira da Silva, Sérgio Fajardo , Aurea de Andrade de Andrade Viana https://periodicos.ufjf.br/index.php/facesdeclio/article/view/50222 História Regional, Narrativas Afetivas da Memória, cidades e identidades 2025-12-15T17:37:24+00:00 Marcia Regina de Oliveira Lupion mrolupion2@gmail.com Neilaine Ramos Rocha de Lima nrrocha2@uem.br <p>O artigo propõe uma abordagem para o ensino de História a partir da problematização da vivência regional sem restringir-se ao estudo da História Regional em si. Tendo por referência o conceito de Narrativas Afetivas da Memória - NAM, defende-se que os vínculos emocionais com lugares, objetos, imagens e experiências constituem elementos fundamentais para uma educação para o tempo vivido, suas alegrias e desafios. Trata-se de uma reflexão de natureza teórico-metodológica, fundamentada em revisão bibliográfica e em experiências pedagógicas já sistematizadas na literatura, com o objetivo de apresentar a NAM como uma proposta metodológica para o ensino de História. O uso das NAM como estratégia pedagógica permite que estudantes e professores partam de experiências sensoriais e afetivas para discutir processos históricos mais amplos, contextualizando vivências locais, como ocorridas em cidades, em escalas regionais, nacionais e globais quando necessário. O texto destaca a relevância de práticas educativas que mobilizam a memória e a identidade como instrumentos de investigação e ensino à exemplo de Schmidt (2009) e Cerri (2013).</p> 2026-08-19T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2026 Marcia Regina de Oliveira Lupion, Neilaine Ramos Rocha de Lima https://periodicos.ufjf.br/index.php/facesdeclio/article/view/50246 Elementos identitários na paisagem da Vila Iata em Rondônia 2025-11-29T00:57:01+00:00 Tainá Sousa Oliveira taina.olivira@aluno.ufop.edu.br Fernanda Alves de Brito Bueno fernanda.bueno@ufop.edu.br <p>Este artigo analisa a paisagem da Vila Iata, em Guajará-Mirim (RO), como expressão de seus caracteres identitários. Adota abordagem qualitativa com observação participante, pesquisa documental e registro fotográfico para compreender como elementos culturais estruturam a identidade do lugar por referências coletivas. A formação histórica local, ligada à Estrada de Ferro Madeira-Mamoré e a diversos ciclos econômicos, transformou a paisagem com moradias, equipamentos públicos e estruturas ferroviárias. O Rio Mamoré e as florestas reforçam o caráter ambiental, enquanto as práticas e festividades expressam a vida cultural. A partir do conceito de caracteres identitários apresentados nos estudos da geofilosofia de Luisa Bonesio, em diálogo com pensamentos de Rosario Assunto e Augustin Berque, a paisagem é vista como dinâmica, revelando permanências e mudanças. A ferrovia e seus vestígios simbolizam memórias incômodas, ao passo que festas e elementos naturais fortalecem vínculos de pertencimento. É necessário registrar estes elementos para preservar a memória e identidade amazônica, diante de processos de descaracterização, além de ameaças como a instalação de hidrelétricas.</p> 2026-08-19T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2026 Tainá Sousa Oliveira, Fernanda Alves de Brito Bueno https://periodicos.ufjf.br/index.php/facesdeclio/article/view/50217 Paisagens da favela 2025-12-28T14:22:40+00:00 Thiago Oliveira de Sá Oliveira de Sá thiago.oliversa@gmail.com Samene Batista Pereira Santana sbpsantana.drt@uesc.br <p>Este artigo analisa <em>Quarto de despejo: diário de uma favelada</em> (1960), de Carolina Maria de Jesus, articulando raça, classe, gênero e território na paisagem da favela do Canindé, em São Paulo. Sua escrita expõe a desigual organização da cidade, que relega a favela ao “fundo de quintal” urbano. O problema de pesquisa consiste em compreender como a favela é narrada como espaço de memória e esquecimento. A hipótese é que Carolina tensiona a memória coletiva ao inscrever, sob os marcadores de raça, gênero e classe, uma contra-narrativa ao cânone literário. O objetivo é analisar a favela como território simbólico atravessado por disputas de poder e apagamentos. A metodologia é qualitativa, crítico-interpretativa, com base em análise bibliográfica. O estudo evidencia o esquecimento histórico imposto à autora e propõe pensar a paisagem urbana como campo de luta por justiça social e territorial.</p> 2026-08-19T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2026 Thiago Oliveira de Sá Oliveira de Sá, Samene Batista Pereira Santana https://periodicos.ufjf.br/index.php/facesdeclio/article/view/50173 Discursos sobre um quilombo urbano 2026-02-09T14:20:16+00:00 Jade Rehen jadekastrup@gmail.com Neiva de Assis NEIVAPSI2016@GMAIL.COM <p>O artigo desenvolve uma revisão bibliográfica do tipo narrativa sobre a comunidade do Morro da Queimada – território constituído como remanescente de quilombo em Florianópolis - SC. As leituras dos materiais encontrados orientaram-se por perguntas a respeito dos modos como o território foi abordado e investigado por diferentes campos do conhecimento, analisando as formas e os sentidos que adquire nessas discursividades. Foi possível entrever um território marcado por práticas discursivas de homogeneização colonialista, que se entrelaçam com a discussão do reconhecimento ético-político de corpos negros. Ainda, sob uma leitura a contrapelo, identificamos modos de dizer do território que evidenciam suas potências como investido de subjetividade, afetividade e ancestralidade afro.</p> 2026-08-19T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2026 Jade Rehen, Neiva de Assis https://periodicos.ufjf.br/index.php/facesdeclio/article/view/50261 Territórios e Resistências 2025-10-30T01:31:18+00:00 Ana Lívia Melo Sanromã liviasanroma@gmail.com Márcia Milena Galdez Ferreira milenagaldez@gmail.com <p>O estudo analisa as formas de violência enfrentadas pelas comunidades quilombolas maranhenses na primeira década dos anos 2000, movidas por fazendeiros, grileiros e representantes do agronegócio que promovem invasões territoriais, agressões e/ou ameaças. O recorte temporal justifica-se por ser a primeira década de utilização sistemática da categoria quilombola pela CPT. Adotamos uma abordagem qualitativa (análise do conteúdo da imprensa, Mapa de Conflitos da FIOCRUZ) e quantitativa (estatísticas descritivas dos dados da CPT). Desse modo, apresentamos o mapeamento de conflitos em comunidades quilombolas no Maranhão e, em seguida, damos ênfase ao município de Alcântara, que concentra o maior número de conflitos envolvendo quilombos no estado e constitui uma situação ímpar pela implantação do Centro de Lançamento de Alcântara no início dos anos 80, que resultou no deslocamento compulsório de 312 famílias quilombolas.</p> 2026-08-19T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2026 Ana Lívia Melo Sanromã , Márcia Milena Galdez Ferreira https://periodicos.ufjf.br/index.php/facesdeclio/article/view/50090 Nanã dos Olhos D’água 2025-12-15T20:00:19+00:00 Pedro Alberto Cruz de Souza Gomes pedroalberto.gomes@gmail.com <p>Este artigo investiga as apropriações das águas dos mananciais de Feira de Santana-BA em rituais afro-católicos e afro-brasileiros. Utilizamos de fontes como relatos de memórias, notícias de jornais, crônicas e poesias para acessar os sentidos simbólicos dos usos das águas em rituais religiosos. Buscamos perceber como a população se utilizou do espaço citadino, deslocando as lógicas de poder e controle impostas pelas autoridades políticas e policiais, para fundar uma forma própria de uso do território das águas.</p> 2026-08-19T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2026 Pedro Alberto Cruz de Souza Gomes https://periodicos.ufjf.br/index.php/facesdeclio/article/view/50051 Abundância e liberdade 2026-05-14T14:13:10+00:00 André Voitechen andre.voitechen@unesp.br <p>Com a emancipação do Paraná em 1853, a política de aldeamentos avança no território. Tal medida pretendeu reduzir a população indígena a fim de expropriar suas terras e projetar um processo civilizatório por meio do trabalho. Diante desse contexto vemos instaurar-se um campo de disputa pelo espaço. De um lado, temos a perspectiva colonialista, que entende o meio ambiente enquanto conjunto de recursos a serem explorados. Do outro lado, há um mundo indígena em que fauna, flora, rios e montanhas compõem uma paisagem multiespécie. Essa última visão é a que desejamos destacar neste trabalho. Como recorte, procuramos compreender a etnia Kaingang e seu convívio no aldeamento São Jerônimo, fundado em 1859. Para essa etnia, argumentamos que a caça aparece como prática fundamental na sociabilidade com outros seres. Por meio desse entendimento, investigamos como se desenvolveu a construção de uma paisagem Kaingang fora dos aldeamentos.</p> 2026-08-19T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2026 André Voitechen https://periodicos.ufjf.br/index.php/facesdeclio/article/view/49569 Uma história policêntrica 2026-01-06T15:19:34+00:00 Virginia Buarque virginiacastrobuarque@gmail.com Danilo Antônio Campos da Silva Borum-Kren danilo.acs@aluno.ufop.edu.br Marcone Guedes marcone.guedes@aluno.ufop.edu.br Maycon Gabriel Sant'Ana Gomes maycon.gomes@aluno.ufop.edu.br <p>Este artigo procede a um cotejamento de narrativas enunciadas por integrantes do povo Borum-Kren (que se encontra na região centro-leste de Minas Gerais, principalmente nos municípios de Ouro Preto, Mariana e Ponte Nova) e produções historiográficas formuladas nas últimas décadas sobre a história indígena, com base em duas questões: as configurações étnico-comunitárias e as cosmovisões Borum, em particular aquelas do grupo Borum-Kren. O objetivo é refletir sobre a elaboração de uma teoria e de um ensino de História mais policêntricos, em afinidade com a proposta de descolonização das racionalidades ocidentais. Como conclusão, postula-se que o acionamento da temporalidade provinda das sociedades Borum, que entrecruza no presente o que é remetido ao passado e ao futuro pela concepção de duração constituída sob a matriz cultural ocidental, possibilita uma reativação de alianças interétnicas e de conexões pluriontológicas.</p> 2026-08-19T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2026 Virginia Buarque, Danilo Antônio Campos da Silva Borum-Kren, Marcone Guedes, Maycon Gabriel Sant'Ana Gomes https://periodicos.ufjf.br/index.php/facesdeclio/article/view/50230 Lameiros, lances e croas 2026-04-26T13:53:47+00:00 Alice Ferreira dos Santos santosalice923@gmail.com <p>Este artigo busca analisar as dinâmicas concernentes à territorialidade da comunidade Vazanteira da Barrinha, no Norte de Minas Gerais. A partir de oficinas de cartografias sociais e calendários agroecológicos, bem como de conversas, entrevistas semiestruturadas e caminhadas guiadas, discutem-se categorias locais de espaço e tempo, a relação dos moradores com o Rio São Francisco e os impactos da expropriação territorial.</p> 2026-08-19T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2026 Alice Ferreira dos Santos https://periodicos.ufjf.br/index.php/facesdeclio/article/view/54130 Editorial 2026-08-18T23:49:30+00:00 Giovana Martins Brito giovana.brito@estudante.ufjf.br Gabriel Benedito Machado gabrielmachado333@gmail.com 2026-08-19T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2026 Giovana Martins Brito, Gabriel Benedito Machado