https://periodicos.ufjf.br/index.php/facesdeclio/issue/feedFaces de Clio2025-08-14T00:00:00+00:00Danielle Aparecida Arruda e Isadora Parreira Ribeirofacesdeclioufjf@gmail.comOpen Journal Systems<div style="text-align: justify;">A Revista Faces de Clio é coordenada por discentes do Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal de Juiz de Fora (BRASIL). Desde 2015, tem trabalhado na divulgação dos resultados das pesquisas de doutores e estudantes de mestrado e doutorado em História e áreas afins em âmbito nacional e internacional, sendo avaliados artigos escritos em português, inglês e espanhol.</div>https://periodicos.ufjf.br/index.php/facesdeclio/article/view/47992Das terras altas ao norte às terras altas ao sul, povos Jê nas Américas 2025-06-04T23:32:42+00:00Jefferson Virgiliojefferson.virgilio@ufsc.br<p>A proposta do artigo é recuperar as ocupações territoriais de populações que são compreendidas como ancestrais ao povo indígena Laklãnõ. É incentivado um diálogo interdisciplinar entre arqueologia e linguística, procurando também explorar os conhecimentos construídas na antropologia, ecologia e geografia. O ensaio é uma versão bastante reduzida de um capítulo da tese de doutoramento da parte autora.</p>2025-08-14T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 Jefferson Virgiliohttps://periodicos.ufjf.br/index.php/facesdeclio/article/view/47376A profecia do homem de Deus sobre Betel (1Rs 13,1-2) como instrumento legitimador das ações reformistas de Josias no século VII a.C.2025-05-12T13:07:33+00:00Matheus Carmomateuscarmo.ms@gmail.com<p>A perícope de 1Rs 13,1-2 destaca-se como um trecho singular na Bíblia Hebraica. Nela, encontramos as palavras condenatórias de um "Homem de Deus" vindo de Judá contra o altar de Betel, além da introdução, por meio de uma profecia, de um monarca judaíta chamado Josias, que nasceria cerca de trezentos anos após o vaticínio profético, de acordo com a lógica interna da narrativa. Neste artigo, propõe-se a hipótese de que o texto foi escrito no século VII a.C., durante o reinado de Josias, e por isso reflete pressupostos ideológicos condizentes com o momento histórico em que foi composto. Esses pressupostos incluem a condenação de altares fora de Jerusalém para exaltar o Templo hierosolimitano e enaltecer a dinastia davídica por meio de Josias. Como metodologia analítica, será realizada uma pesquisa exegética textual a partir do original hebraico, buscando relacionar o texto de 1Rs 13,1-2 ao contexto de sua produção.</p>2025-08-14T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 Matheus Carmohttps://periodicos.ufjf.br/index.php/facesdeclio/article/view/48430Polis de Samos2025-06-16T21:13:12+00:00Allan Camuriallancamuridark@gmail.com<p><span style="font-weight: 400;">as pesquisas sobre a Antiguidade helênica tradicionalmente privilegiaram a </span><em><span style="font-weight: 400;">polis</span></em><span style="font-weight: 400;"> de Atenas, sobretudo no contexto do século V a.C. No entanto, as recentes tendências historiográficas, impulsionadas por inovações metodológicas e pela valorização de novos objetos de estudo, têm promovido o interesse por sociedades anteriormente marginalizadas. Nesse cenário, a </span><em><span style="font-weight: 400;">polis</span></em><span style="font-weight: 400;"> de Samos se destaca como um importante centro de poder no século VI a.C., especialmente durante a tirania de Polícrates. Este artigo propõe uma análise da política talassocrática samia no período arcaico, examinando suas práticas de conquista, sua força naval e suas redes comerciais a partir das evidências disponíveis na documentação helênica.</span></p>2025-08-14T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 Allan Camurihttps://periodicos.ufjf.br/index.php/facesdeclio/article/view/48118Homero e a História2025-07-29T14:00:26+00:00Felipe Daniel Ruzenefelipe.ruzene@yahoo.com.br<p><span style="font-weight: 400;">Este artigo discute a problemática de autoria e composição dos poemas homéricos, a partir das chamadas “questões homéricas”, e aborda as características literárias específicas da </span><em><span style="font-weight: 400;">Ilíada </span></em><span style="font-weight: 400;">e da </span><em><span style="font-weight: 400;">Odisseia</span></em><span style="font-weight: 400;">, sobre as quais repousam as bases para uma abordagem historicamente consciente da tipologia do discurso apresentado por tais fontes e pelos contextos socioculturais de produção e transmissão da épica homérica. O texto explora as origens orais das epopeias, o trabalho filológico sobre a estilística formular dos poemas e como essas características poéticas influenciam a interpretação e o trabalho dos historiadores a respeito das obras. Em resumo, investiga-se a complexa relação entre Literatura e História na obra de Homero, considerando tanto os aspectos métrico-formulares e literários quanto a possibilidade de encontrar vestígios históricos nos poemas épicos.</span></p>2025-08-14T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 Felipe Daniel Ruzenehttps://periodicos.ufjf.br/index.php/facesdeclio/article/view/48464Entre gregos e "bárbaros"2025-05-27T00:34:57+00:00Henrique Dalgobbo Samorinihenriquesamorini22@gmail.com<p>Este artigo investiga a origem da dicotomia entre gregos e bárbaros na obra <em>Histórias</em>, de Heródoto, analisando as raízes mitológicas e homéricas no texto, assim como o contexto sociopolítico do século V a.C., quando foi produzido. A partir de uma revisão bibliográfica e análise de fontes primárias, argumenta-se que a dicotomia entre esses dois povos, perpetrada por Heródoto, foi uma projeção retrospectiva da oposição cultural entre gregos e persas após as Guerras Greco-Persas, inserida no mito da Guerra de Troia, do qual o autor se via como continuador. Observa-se que essa categorização teve papel fundamental na construção da identidade helênica e no pensamento historiográfico subsequente. Conclui-se que o estudo da formação dessa divisão revela a influência dessa oposição entre gregos e bárbaros em autores basilares do pensamento ocidental.</p>2025-08-14T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 Henrique Dalgobbo Samorinihttps://periodicos.ufjf.br/index.php/facesdeclio/article/view/48453Violências no processo de integração italiana (Séc. I A.C.): Relações entre a Lex Licinia Mucia e a implosão da guerra social2025-05-18T21:54:06+00:00Amanda Fontesamandalfontes96@gmail.com<p>A história da República romana foi marcada por conflitos cujo cerne, geralmente, era a questão da cidadania. No entanto, na tentativa de impedir a imigração para Roma e a subsequente conquista da cidadania por seus aliados e comunidades conquistadas, os magistrados romanos repetidamente aprovaram medidas legislativas que objetivavam o afastamento desse contingente da vida cívica romana. Aprovada em 95 a.C., a <em>Lex Licinia Mucia</em> visava, portanto, a expulsão desses indivíduos de Roma; tendo como consequência a Guerra Social alguns anos depois. Desse modo, no presente artigo, discutimos os penosos passos que levaram à integração italiana na República romana, partindo da <em>Lex Licinia Mucia</em> e chegando à implosão da Guerra Social.</p>2025-08-14T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 Amanda Fonteshttps://periodicos.ufjf.br/index.php/facesdeclio/article/view/47975Fides, Creditum e Ideologia Dominante em Cícero2025-05-01T01:19:28+00:00Ian Cartaxoiancartaxo@usp.br<p><span style="font-weight: 400;">O objetivo deste artigo é o de demonstrar as relações entre os conceitos sociais de </span><em><span style="font-weight: 400;">fides</span></em><span style="font-weight: 400;">, crédito (</span><em><span style="font-weight: 400;">creditum</span></em><span style="font-weight: 400;">), como apresentados por Cícero, e suas consequências nas relações sociais entre os grupos sociais atuantes no período convencionado como final da República Romana. Nós mobilizaremos interpretações das categorias de “ideologia” e “dominação” para demonstrar a função social destes conceitos, de maneira a compreender o funcionamento da ordem social vigente no período, prioritariamente segundo as formulações de Cícero.</span></p>2025-08-14T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 Ian Cartaxohttps://periodicos.ufjf.br/index.php/facesdeclio/article/view/48319Dos deveres da guerra:2025-05-05T23:13:39+00:00José Diego Ferreira Cezarjose_diego2010@hotmail.com<p>O objetivo deste artigo é discutir a destruição de Corinto sob a perspectiva da teoria realista ofensiva das relações internacionais. Embora o estudo esteja centrado em dois autores principais, ele dará ênfase especial à obra "<em>De Officiis</em>" de Cícero, que oferece insights valiosos sobre as motivações e intenções romanas. A abordagem realista ajuda a compreender as possíveis razões subjacentes ao ato romano, sugerindo que os romanos atuaram para garantir a segurança da região diante de uma ameaça grega. Este enfoque teórico contribui para a justificativa proposta neste estudo de que os romanos agiram de forma estratégica para assegurar sua posição frente aos desafios apresentados pelos gregos</p>2025-08-14T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 José Diego Ferreira Cezarhttps://periodicos.ufjf.br/index.php/facesdeclio/article/view/48474A mulher na política romana sob o olhar de Tito Lívio: Tanaquil e Tullia como arquétipos opostos (séc I a.C.)2025-06-26T23:38:52+00:00Bruna Carolina Monteirobrunamonteiro888@gmail.com<p>Esta pesquisa analisa a construção das personagens Tanaquil e Tullia, presentes no primeiro livro da obra "Ab Urbe Condita", de Tito Lívio (séc a.C.), como representações da visão do autor sobre a presença feminina na política romana. Inserido no contexto de transição entre o final da República e o início do Império, Lívio elaborou sua narrativa em meio a profundas transformações políticas e sociais. A análise será conduzida a partir dos estudos de gênero, com ênfase nas contribuições de Judith Butler, e o conceito de representação com base em Roger Chartier. Ao contrastar Tanaquil e Tullia, Tito Lívio construiu modelos antagônicos de presença feminina na política: um que se mostra legítimo e funcional à manutenção da ordem, e outro que representa o desvio e a ameaça à estabilidade.</p>2025-08-14T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 Bruna Carolina Monteirohttps://periodicos.ufjf.br/index.php/facesdeclio/article/view/48449Olímpia de Épiro na visão de Plutarco de Queroneia2025-07-18T14:48:56+00:00Henrique Pausehenriquepause@hotmail.com<p>Olímpia de Épiro é uma figura que vem sendo representada nos textos como uma sombra de seu filho, Alexandre, o Grande. Uma das razões para essa visão mais limitada é de que as informações que dispomos sobre Olímpia são bastante limitadas e, em grande parte, advêm dos relatos de Plutarco de Queroneia (46 – 120 d.C.), um escritor grego que, ao dissertar sobre a vida Alexandre, acaba nos deixando valiosos relatos sobre sua mãe. O objetivo deste artigo, portanto, será analisar as representações da rainha Olímpia na biografia <em>Vida de Alexandre</em>, parte das <em>Vidas Paralelas</em> de Plutarco, compreendendo sua importância política, a fim de entendermos um pouco mais dessa figura histórica que merece maior destaque.</p>2025-08-14T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 Henrique Pausehttps://periodicos.ufjf.br/index.php/facesdeclio/article/view/48253Gênero e violência2025-05-22T00:50:29+00:00Luisa Amado Monteiroluisaamado@outlook.com<p>A violência obstétrica é um desdobramento da violência de gênero que pressupõe uma conduta desrespeitosa, abusiva e violenta perpetrada contra a mulher no contexto de parturição. À vista disso, pretendemos examinar, no presente artigo, as práticas de assistência à mulher gestante e parturiente na medicina greco-romana a partir do recente modelo teórico de “violência obstétrica”. Para tanto, analisaremos as orientações técnicas, éticas e morais prescritas por Sorano de Éfeso durante o século II d.C. em seu tratado <em>Gynaikeia</em>.</p> <p> </p>2025-08-14T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 Luisa Amado Monteirohttps://periodicos.ufjf.br/index.php/facesdeclio/article/view/48219O sacerdote do deus sol ascende em Roma2025-05-19T17:57:50+00:00Carlos Augusto Lima Barroscarlos.barros1300@gmail.com<p>Heliogábalo foi um jovem imperador sírio que ascendeu ao trono aos seus catorze anos graças a um golpe de estado arquitetado por sua avó, Júlia Mesa, no então atual imperador de Roma, Macrino (217-218 d.C.). Relacionado a sua origem na cidade de Emesa, na Síria, estava o culto ao deus-sol Elagabal, cujo o qual o imperador era sacerdote antes de sua ascensão e mesmo após se tornar governante do Império Romano continuou com suas atividades sacerdotais em Roma. Esse artigo pretende analisar o aspecto religioso do imperador Heliogábalo a partir das documentações, entendendo os escritos enquanto representações sobre sua imagem.</p>2025-08-14T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 Carlos Augusto Lima Barroshttps://periodicos.ufjf.br/index.php/facesdeclio/article/view/47933Recepção da Antiguidade Clássica na joalheria de estilo arqueológico italiano do século XIX2025-03-28T21:54:19+00:00Luana de Oliveira Correa Treskacontatoluanatreska@gmail.com<p>No presente trabalho nos dedicamos a investigar a recepção da Antiguidade Clássica por meio da joalheria de estilo arqueológico desenvolvida por ourives italianos ao longo do século XIX. Com a descoberta da joalheria em ouro em sítios arqueológicos do antigo mundo greco-romano, peças que as copiavam ou nestas eram inspiradas foram produzidas, notavelmente pela prestigiosa oficina Castellani de Roma. No entanto, a relação destes ourives com as joias arqueológicas dos antigos povos foi moldada pelo clima político na península itálica no decurso do <em>Risorgimento</em> e constituição do Reino da Itália. Assim, mediante os Estudos de Recepção temos como objetivo delinear a trajetória da oficina Castellani por meio de suas produções em vias de analisar as interpretações acerca das joias do passado antigo, as refigurações e possíveis propósitos das novas peças.</p>2025-08-14T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 Luana de Oliveira Correa Treskahttps://periodicos.ufjf.br/index.php/facesdeclio/article/view/48320Uma Teogonia brasileira2025-06-18T18:49:54+00:00Giovanna Angela Agulha Sartigisarti@usp.br<p><span style="font-weight: 400;">Na pena da prosa e da arte gráfica, Millôr Fernandes (1923-2012) mobiliza diversas matrizes culturais em proveito da interpretação da realidade nacional do século XX e XXI, lançando questionamentos sobre regimes políticos, hierarquias, organização social e de gênero a uma distensão no espaço e tempo. Por meio da análise acerca da recepção do mito teogônico nas fábulas “A caixa (ou que outro nome tenha) de Pandora” e “O fogo”, pretendemos elucidar o artifício de reelaboração e uso do paradigma clássico nas linhas de contestação do autor. Tomados primariamente da literatura hesiódica, o particular tratamento de Millôr sobre Pandora e Prometeu ora dá relevo a questões acerca da dinâmica dos gêneros na sociedade ocidental e sobre a formação do </span><em><span style="font-weight: 400;">ethos</span></em><span style="font-weight: 400;"> brasileiro, buscando denunciar por meio da tergiversada alegoria paródica sobre a criação hesiódica, as mazelas que permeiam a contemporaneidade do autor carioca.</span></p>2025-08-14T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 Giovanna Angela Agulha Sartihttps://periodicos.ufjf.br/index.php/facesdeclio/article/view/49799Expediente2025-08-11T23:07:35+00:00Danielle Arrudadaniellehistjf@gmail.comIsadora Parreira Ribeiroisadoraribeiro909@gmail.com2025-08-14T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 Danielle Arruda, Isadora Parreira Ribeirohttps://periodicos.ufjf.br/index.php/facesdeclio/article/view/47054Maria Lacerda de Moura:2025-02-27T00:58:32+00:00Noelen Alexandra Weise da Maianoelenaweise@gmail.com2025-08-14T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 Noelen Alexandra Weise da Maiahttps://periodicos.ufjf.br/index.php/facesdeclio/article/view/48445O Cerco de Piombino (1448)2025-05-18T21:49:55+00:00Nilson BERNARDI FERREIRAnilsonbf@hotmail.com<p>O cerco de Piombino em 1448 representa um episódio singular na história da guerra e da política na península Itálica do século XV. Situada entre as ambições expansionistas da Coroa de Aragão e os interesses defensivos de Florença, a resistência da cidade governada por Caterina Appiani envolveu articulações diplomáticas, contratações de <em>condottieri</em> e o emprego de táticas e tecnologias militares inovadoras. Este artigo examina o contexto político que antecedeu o cerco, os mecanismos diplomáticos utilizados, as estratégias de ataque e defesa empregadas, os principais atores envolvidos — incluindo Alfonso V de Aragão, Federico da Montefeltro e Sigismondo Malatesta — e os desdobramentos do conflito no equilíbrio de poder da península Itálica. Com base em fontes primárias e bibliografia especializada, busca-se uma análise integrada entre guerra, diplomacia e cultura material da guerra medieval tardia.</p>2025-08-14T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 Nilson BERNARDI FERREIRAhttps://periodicos.ufjf.br/index.php/facesdeclio/article/view/46962As revistas ilustradas no Brasil do século XIX e a publicação de estampas provenientes da xilogravura2025-06-26T19:06:56+00:00Helen de Oliveira Silvahdeosilva@gmail.com<p>No século XIX houve uma ampla difusão de revistas do gênero ilustrado que estampavam cenas da vida cotidiana, acontecimentos, retratos de pessoas ilustres, e difundiam também a arte. Para que isto fosse possível houve o avanço das técnicas da xilogravura e da litografia. No Brasil, predominam os estudos de impressos ilustrados que estampavam, muitas vezes, críticas ao governo e à sociedade da época por meio de imagens litografadas. No entanto, houve outros títulos que estampavam imagens provenientes do exterior que utilizavam a xilografia em seu processo de fabricação. Esta circulação só foi possível graças ao avanço da tecnologia do século XIX, que encurtou as distancias físicas e culturais entre as nações e aos esforços de, em sua maioria, imigrantes, que se aventuraram no mercado editorial brasileiro.</p>2025-08-14T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 Helen de Oliveira Silvahttps://periodicos.ufjf.br/index.php/facesdeclio/article/view/49801Editorial2025-08-11T23:59:09+00:00Danielle Arrudadaniellehistjf@gmail.comIsadora Parreira Ribeiroisadoraribeiro909@gmail.comAna Beatriz Siqueira Bittencourtbia.sbittencourt@gmail.com2025-08-14T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 Danielle Arruda; Isadora Parreira Ribeiro, Ana Beatriz Siqueira Bittencourthttps://periodicos.ufjf.br/index.php/facesdeclio/article/view/49735A Antiguidade Clássica e a cidade do Rio de Janeiro entre Patrimônio e Identidade2025-08-07T00:51:43+00:00Ana Beatriz Bittencourtbia.sbittencourt@gmail.comRegina Bustamantermbustamante@terra.com.brDeivid Gaiadvgaia@hotmail.com<p>-</p>2025-08-14T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 Ana Beatriz Bittencourt, Regina Bustamante, Deivid Gaia