https://periodicos.ufjf.br/index.php/aps/issue/feedRevista de APS2026-04-28T19:22:17+00:00Revista de APS - Secretariarevista.aps@ufjf.brOpen Journal Systems<p>A <strong>REVISTA DE APS – ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE</strong> é uma publicação científica do Núcleo de Assessoria, Treinamento e Estudos em Saúde – NATES, da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Juiz de Fora − UFJF, em parceria com a Rede de Educação Popular e Saúde − REDEPOP. Em 2007, tornou-se também uma publicação do <strong><a href="https://www2.ufjf.br/ppgsaudecoletiva/" target="_blank" rel="noopener">Programa de Pós-graduação em Saúde Coletiva da UFJF</a></strong>.</p>https://periodicos.ufjf.br/index.php/aps/article/view/e292652281Expediente - 2026; 292026-03-11T20:10:21+00:00Revista de APS Secretariarevista.aps@ufjf.br2026-04-28T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Revista de APShttps://periodicos.ufjf.br/index.php/aps/article/view/e292648519O internato de Medicina de Família e Comunidade e a formação médica em uma escola federal do interior de Minas Gerais: autoavaliação dos estudantes2025-10-22T18:43:58+00:00Julia Coelho Fernandesjulia.coelho@estudante.ufjf.brMattheus Ribeiro Natividademattheus.natividade@estudante.ufjf.brDaniel Madeira Cardosodan.madeira1996@gmail.comCamila Teixeira Vazvaz.camilateixeira@gmail.comLélia Cápua Nuneslelia_capua@yahoo.com.br<p><strong>Objetivos</strong>: O presente estudo misto avaliou o internato de Medicina de Família e Comunidade na perspectiva dos estudantes, em uma Escola Médica Federal do interior de Minas Gerais (MG). <strong>Métodos</strong>: A coleta de dados foi realizada por meio de um questionário semi-estruturado autoaplicado aos acadêmicos após a conclusão do internato. Os dados foram analisados utilizando estatística descritiva, teste de qui-quadrado e análise de conteúdo de Bardin. O estudo contou com a participação de 86 discentes. Todos os estudantes participaram de consultas médicas supervisionadas, inclusive pré-natal. <strong>Resultados e discussão</strong>: Os internos atenderam pessoas com condições endêmicas negligenciadas (100%), sífilis (82,6%), tuberculose (72,1%) e hanseníase (43%). A Lavagem otológica foi o procedimento mais realizado (68,6%), seguido de sutura (32,6%). Ocorreram atividades multiprofissionais, com destaque para visitas domiciliares (90,7%). A maioria dos entrevistados considerou as relações interpessoais estabelecidas durante esse período muito boas. Entre as dificuldades enfrentadas, destacaram-se a limitação de estrutura física, sobrecarga de trabalho e perda de seguimento. <strong>Conclusão</strong>: Concluiu-se que o internato de MFC proporcionou aprendizado prático na Atenção Primária à Saúde, porém, alguns pontos necessitam de aperfeiçoamento para uma formação médica de qualidade.</p>2026-04-28T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Revista de APShttps://periodicos.ufjf.br/index.php/aps/article/view/e292647566Fatores determinantes da atração e retenção de médicos na atenção primária: análise da remuneração no setor público em uma macrorregião de Santa Catarina2025-11-25T21:19:43+00:00Lucélio Henning Juniorluceliohenningjunior@gmail.comPaulo Poli Netoppolineto@gmail.com<p><strong>Introdução</strong>: No Sistema Único de Saúde (SUS), o papel do médico na Estratégia de Saúde da Família (ESF) é crucial, abrangendo cuidados clínicos, prevenção, diagnóstico e coordenação do cuidado entre os diferentes pontos da Rede de Atenção à Saúde (RAS). Contudo, o Brasil enfrenta desafios na atração e retenção de médicos especializados em Medicina de Família e Comunidade (MFC), resultando em alta rotatividade e comprometendo a eficácia da Atenção Primária. Este trabalho investiga a correlação entre a remuneração dos médicos na Atenção Primária à Saúde (APS) e fatores socioeconômicos e geográficos em municípios da macrorregião de saúde do Planalto Norte e Nordeste de Santa Catarina. <strong>Métodos</strong>: A análise foi conduzida em duas etapas. Primeiro, foram coletados dados de salários e variáveis socioeconômicas de 26 municípios, seguida pela análise estatística utilizando o programa Jamovi 2.3.28.0. <strong>Resultados</strong>: Os resultados indicaram que, embora o salário médio dos médicos na região seja de R$ 22.770, não há uma correlação direta entre a remuneração e a economia local ou a proximidade com grandes centros urbanos. Discussão: A pesquisa ressalta a importância da remuneração como variável controlável pelos gestores de saúde, mas indica que outros fatores, como a estruturação da RAS e a intervenção política, também desempenham papéis significativos na atração e retenção de profissionais. <strong>Conclusão</strong>: O estudo sugere que políticas salariais locais podem ser eficazes na melhoria da distribuição geográfica dos recursos. No entanto, destaca a necessidade de mais investigações para compreender melhor os determinantes da remuneração e a motivação dos médicos na APS.</p>2026-04-28T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Revista de APShttps://periodicos.ufjf.br/index.php/aps/article/view/e292644819Tendência temporal de cobertura da avaliação do estado nutricional na Macrorregião de Saúde Norte, Minas Gerais, Brasil, 2010-20192025-07-17T11:08:14+00:00Graciele Helena Fernandes Silvagracielehelenafs@gmail.comSantuzza Arreguy Silva Vitorinosantuzzavitorino@gmail.comMarise Fagundes Silveira marise.silveira@unimontes.brAntônio Prates Caldeira antonio.caldeira@unimontes.brJoão Alves Pereirajoao.alves@saude.mg.gov.brLucinéia de Pinholucineiapinho@hotmail.com<p><strong>Objetivo</strong>: Descrever a tendência temporal da cobertura da avaliação do estado nutricional na Macrorregião de Saúde Norte, Minas Gerais, entre 2010 e 2019. <strong>Métodos</strong>: Estudo ecológico de séries temporais, com utilização de dados do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (SISVAN) para o cálculo da cobertura da avaliação do estado nutricional e sua tendência temporal por meio de regressão linear. <strong>Resultados</strong>: A cobertura da avaliação do estado nutricional apresentou tendência crescente para todas as fases de vida, evoluindo de 13,4% (2010) para 33,6% (2019), com variação anual média de 2,6%. Os maiores percentuais de cobertura e os melhores índices de estado nutricional foram verificados na faixa etária de 0 a 4 anos. Em adolescentes, adultos e idosos, sobrepeso/obesidade foi crescente (p<0,001). <strong>Conclusão</strong>: Observou-se aumento significativo do percentual de cobertura na macrorregião. O aumento da prevalência de sobrepeso/obesidade evidencia a necessidade de implementação da Vigilância Alimentar e Nutricional para além da infância.</p> <p> </p>2026-04-28T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Revista de APShttps://periodicos.ufjf.br/index.php/aps/article/view/e292643978“Eu não sou contra, mas também não sou a favor!”: representações sociais de profissionais da saúde da Atenção Primária sobre a LGBTIfobia2025-08-08T12:00:27+00:00Marcos Soares de Limamarcos55soares@hotmail.comAlef Diogo da Silva Santanaalefeerp@usp.brJosivânia Santos Tavaresjosivaniaenf@gmail.com<p><strong>Introdução</strong>: O contexto de discriminação e sofrimento enfrentado por pessoas LGBTI+ nos serviços de saúde tem se tornado cada vez mais evidente, especialmente na Atenção Primária à Saúde (APS), evidenciando barreiras no acesso e na qualidade do cuidado. <strong>Metodologia</strong>: Trata-se de uma pesquisa social, descritiva, com abordagem qualitativa, fundamentada no referencial teórico das Representações Sociais de Serge Moscovici. O estudo foi realizado em uma Unidade de Saúde da Família na região metropolitana do Recife, Pernambuco, entre março e junho de 2023, com profissionais das equipes de saúde da família e saúde bucal. A produção dos dados ocorreu por meio de entrevistas semiestruturadas e observação participante. Para análise, utilizaram-se a análise temática e a análise de similitude. <strong>Resultados</strong>: Emergiram três categorias principais: (1) a LGBTIfobia como representação naturalizada pelos profissionais da APS; (2) o adoecimento emocional como consequência da LGBTIfobia e o desconhecimento das especificidades em saúde das pessoas LGBTI+; e (3) a (re)produção de práticas LGBTIfóbicas. As representações sociais identificadas refletem práticas estigmatizantes que comprometem o cuidado ofertado à população LGBTI+. <strong>Conclusão</strong>: Os achados evidenciam a necessidade urgente de conscientização e implementação de políticas integradoras na APS. Destaca-se a importância da inclusão obrigatória de conteúdos sobre diversidade sexual e de gênero na formação e educação permanente dos profissionais, bem como a criação de protocolos institucionais para identificação e enfrentamento de práticas discriminatórias, com monitoramento contínuo e participação social.</p>2026-04-29T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Revista de APShttps://periodicos.ufjf.br/index.php/aps/article/view/e292649424Condições institucionais para a implementação de ações de alimentação e nutrição e cuidado às pessoas com obesidade no estado do Rio de Janeiro2026-01-06T17:34:44+00:00Evelyne Florido Lobato Cavalcanteevelyne.lobato@gmail.comLuciene Burlandy Campos de Alcântaraburlandy@uol.com.brKatiana dos Santos Teléforakatianatelefora@gmail.comTais de Moura Ariza Alpinoarizatais@gmail.comCláudia Roberta Bocca Santosclaubocca@gmail.comLuciana Maria Cerqueira Castrolucerqueiracastro@gmail.com<p><strong>RESUMO</strong></p> <p><strong>Introdução</strong>: A organização do sistema de saúde, especialmente da atenção primária, frente às crescentes prevalências de obesidade, demanda estratégias mais efetivas de cuidado e promoção da saúde, assim como o conhecimento e reforço das condições institucionais e de gestão para a implementação de políticas públicas em âmbito municipal. <strong>Objetivo</strong>: O objetivo deste artigo é analisar as condições institucionais para a implementação de ações de alimentação e nutrição e cuidado das pessoas com excesso de peso em municípios do estado do Rio de Janeiro. <strong>Metodologia</strong>: O estudo foi realizado entre 2019 e 2021, com abordagens quantitativas e qualitativas envolvendo diferentes instrumentos. <strong>Resultados</strong>: Foram identificadas distintas condições institucionais e de gestão dos municípios estudados, sendo que aqueles com maior Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) têm melhores condições de implementação das ações de alimentação e nutrição. Dentre os desafios, estão a baixa institucionalidade das áreas de alimentação e nutrição, a alta rotatividade de cargos de gestão, a sobrecarga de funções, a inadequação entre quantitativo de profissionais e demandas em saúde, as fragilidades dos vínculos empregatícios e salários, além da complexidade de lidar com o cuidado das pessoas com obesidade. <strong>Conclusão</strong>: Esse cenário dificulta a implementação abrangente da Política Nacional de Alimentação e Nutrição nos municípios e pode repercutir negativamente em processos que são estratégicos para a implementação da Linha de Cuidado de Sobrepeso e Obesidade.</p>2026-04-29T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Revista de APShttps://periodicos.ufjf.br/index.php/aps/article/view/e292646349Os desafios e facilitadores da implantação do Programa Antimicrobial Stewardship em hospitais: uma revisão da literatura 2026-01-07T18:57:20+00:00Luiza Bosqueiroluiza.bosqueiro@gmail.comRoberta de Oliveira Alvesroberta.alves@sou.unifal-mg.edu.brJéssica Daniel Martins da Silvajessica.martins@sou.unifal-mg.edu.brAriadne Sousa Albuquerquearisousa28@gmail.comCarla Speroni Ceroncarlasceron@gmail.comTiago Marques dos Reistiago.reis@unifal-mg.edu.br<p><strong>Objetivo</strong>: Descrever o estado da arte do ASP no mundo, verificar os principais facilitadores e desafios da implantação do programa e compreender como está a participação do farmacêutico nesse processo. <strong>Métodos</strong>: Trata-se de uma revisão da literatura. As buscas foram realizadas nas bases de dados <em>PubMed</em>, <em>Lilacs</em> e <em>Scopus</em>. Os descritores MeSh/DeCS <em>antimicrobial stewardship</em> e <em>hospital</em> foram cruzados com as palavras-chave <em>barriers</em> e <em>facilitators</em>. A seleção e extração de dados foi realizada por pesquisadores independentes. <strong>Resultados</strong>: Forma identificados 188 estudos e 41 foram incluídos. A falta de tempo e a carga de trabalho foram os principais desafios relatados à implantação da ASP, enquanto o uso de tecnologia foi destacado como principal facilitador. Corroborando esses dados, o farmacêutico emergiu como profissional frequentemente associado ao sucesso do programa dada a sua expertise sobre medicamentos. <strong>Conclusão</strong>: Os principais facilitadores e desafios encontrados no processo de implantação do ASP hospitalar envolvem gestão de recursos humanos e investimento em tecnologia. O farmacêutico desempenha papel relevante no gerenciamento do programa.</p>2026-05-08T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Revista de APShttps://periodicos.ufjf.br/index.php/aps/article/view/e292647101Associação entre desenvolvimento humano e produtividade da atenção primária à saúde no Brasil: estudo ecológico retrospectivo2025-08-12T17:23:37+00:00Lucas Emanuel de Oliveira Silvalucas.silva@academico.uncisal.edu.brFernando Antônio Pedrosa Fidelisfernando.fidelis@uncisal.edu.brThiago José Matos Rochathiago.matos@uncisal.edu.br<p><strong>Objetivo:</strong> Investigar a associação entre o índice de desenvolvimento humano municipal e a produtividade da atenção primária à saúde (APS), medida pelo índice sintético final. <strong>Métodos:</strong> Estudo observacional, retrospectivo e ecológico, com análise quantitativa de dados de 5.564 municípios brasileiros. Foram utilizados dados do painel de indicadores da APS e da base de dados. Estatisticamente, combinaram-se técnicas descritivas e de correlação linear. <strong>Resultados:</strong> A análise revelou uma correlação negativa fraca entre índice de desenvolvimento humano municipal e indicador sintético final e o índice sintético final (r = -0.17,<em> p </em>< 0.001). Contudo, constataram-se diferenças a nível regional. No Centro-Oeste (r = -0.03; <em>p</em> = 0.581) e no Sul (r = 0.06; <em>p</em> = 0.042), a associação é nula. Por sua vez, o Sudeste (r = -0.2; <em>p</em> < 0.001) e o Nordeste (r = -0.14; <em>p</em> < 0.001) apresentam correlações negativas. O Norte foi a única região onde a correlação foi positiva (r = 0.31; <em>p</em> < 0.001). <strong>Conclusão:</strong> Os resultados sugerem que, embora um menor desenvolvimento humano esteja associado a uma maior produtividade na APS, políticas de saúde devem considerar as condições locais para melhorar a eficácia dos serviços.</p>2026-05-13T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Revista de APShttps://periodicos.ufjf.br/index.php/aps/article/view/e292647886Políticas públicas de fitoterápicos e plantas medicinais na Atenção Primária à Saúde: uma proposta de avaliação através do Framework 3I+E2025-07-17T19:14:56+00:00Julianna Salgado Ribeiro Goisjuliannasalgado@yahoo.com.br<p><strong>Introdução</strong>: A implementação da fitoterapia no SUS representa a consolidação de uma prática milenar no sistema público de saúde, com a oferta de mais uma possibilidade terapêutica que traz benefícios como a prevenção e a atenuação de agravos, além da promoção e da recuperação da saúde. O Brasil apresenta problemas na consolidação da fitoterapia no SUS e na estruturação e no funcionamento adequado das farmácias vivas, apesar de possuir políticas públicas para essas práticas. <strong>Objetivos</strong>: Este estudo teve o objetivo de aplicar a ferramenta (3I+E) para avaliação das políticas públicas voltadas à fitoterapia e às plantas medicinais na Atenção Primária à Saúde no Brasil. <strong>Métodos</strong>: Foi analisado as instituições relevantes, os interesses, as ideias e os fatores externos por meio do framework 3I+E. <strong>Resultados</strong>: Constatou-se que as políticas na área da fitoterapia e das plantas medicinais no SUS mostram um cenário promissor, com avanços significativos na implementação e na aceitação dessas práticas. No entanto, desafios importantes permanecem, especialmente em relação à regulação, à capacitação contínua e à ampliação das evidências científicas. <strong>Conclusão</strong>: A continuidade dos esforços de monitoramento e avaliação é crucial para garantir que essas políticas sejam efetivas e seguras, contribuindo para a melhoria da saúde e do bem-estar da população.</p>2026-04-28T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Revista de APShttps://periodicos.ufjf.br/index.php/aps/article/view/e292648334O modelo lógico como ferramenta de intervenção na atenção à saúde da pessoa idosa: revisão de escopo2026-01-05T18:30:31+00:00Helia Morais Nomelini de Assishelia.assis@uftm.edu.brManoela de Abreumanuh-abreu94@hotmail.comMariani Teixeira Rochamariani_tr@hotmail.comDaiane Silva Marquesdaianesilvamarques@gmail.comÁlvaro da Silva Santosalvaroenf@hotmail.com<p><strong>Introdução:</strong> Esta revisão consiste em examinar a extensão e natureza das produções sobre a aplicabilidade do modelo lógico nas práticas de saúde relacionadas à população idosa; identificar lacunas existentes na literatura; e compreender como o modelo lógico é utilizado no campo de pesquisa da saúde da pessoa idosa. <strong>Método:</strong> Foram realizadas buscas em bases de dados e na literatura cinzenta. Incluíram-se estudos com abordagens qualitativas, quantitativas e métodos mistos, provenientes de estudos primários, no período de 2012 a 2022. <strong>Resultados:</strong> Foram selecionados 10 artigos originais por atenderem aos critérios de elegibilidade, os quais compuseram a síntese descritiva. Os artigos analisados mapearam as múltiplas demandas de assistência à saúde da população idosa e mostram uma preocupação dos autores em promover um cuidado com foco na capacidade e nas habilidades dos idosos em relação à sua saúde. <strong>Conclusão:</strong> A utilização do ML orienta as intervenções propostas em programas e políticas de saúde voltadas à pessoa idosa. A escuta cuidadosa da experiência de idosos, cuidadores, profissionais e gestores sobre a saúde, utilizando a modelagem de programas, possibilita a construção, implantação e avaliação das múltiplas estratégias de cuidado, podendo aumentar a eficácia da assistência em saúde.</p>2026-04-29T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Revista de APShttps://periodicos.ufjf.br/index.php/aps/article/view/e292652752NATES – UFJF: 30 anos de compromisso com o Sistema Único de Saúde2026-04-27T16:56:22+00:00Maria Teresa Bustamante Teixeirateitabt@hotmail.comEstela Márcia Saraiva Camposestela.marcia.campos@gmail.com<p>Neste ano, celebramos com grande alegria os 30 anos do Núcleo de Assessoria, Treinamento e Estudos em Saúde (NATES) da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). Desde sua fundação, o NATES se consolidou como uma referência no desenvolvimento de iniciativas que visam fortalecer o Sistema Único de Saúde (SUS) e especialmente a atenção primária à saúde no país, estabelecendo uma ponte entre a universidade, os serviços de saúde e a comunidade local.</p>2026-04-28T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Revista de APS