https://periodicos.ufjf.br/index.php/TeoriaeCultura/issue/feed Teoria e Cultura 2020-04-16T13:16:33+00:00 Raphael Bispo teoriaecultura@gmail.com Open Journal Systems <p><strong>Teoria e Cultura </strong>é uma publicação semestral do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da Universidade Federal de Juiz de Fora, destinada à divulgação e disseminação de textos na área de Ciências Sociais (antropologia, ciência política e sociologia), estimulando o debate científico-acadêmico. O projeto editorial contempla artigos científicos, verbetes, ensaios, resenhas, entrevistas, fotografias e traduções de textos da área de ciências sociais. A revista publica predominantemente em português e é aberta a outras línguas, havendo justificativa editorial. A revista está classificada, de acordo com a atual avaliação da CAPES, como QUALIS B2 em Sociologia.&nbsp;</p> https://periodicos.ufjf.br/index.php/TeoriaeCultura/article/view/30250 Folha de Rosto 2020-04-16T13:16:04+00:00 Teoria e Cultura teoriaecultura@gmail.com <p>Folha de Rosto - Teoria e Cultura - Volume 15, Número 1</p> 2020-04-16T01:01:00+00:00 Copyright (c) 2020 Teoria e Cultura https://periodicos.ufjf.br/index.php/TeoriaeCultura/article/view/30251 Sumário 2020-04-16T13:16:05+00:00 Teoria e Cultura teoriaecultura@gmail.com <p>Sumário - Teoria e Cultura - Volume 15, Número 1</p> 2020-04-16T01:05:48+00:00 Copyright (c) 2020 Teoria e Cultura https://periodicos.ufjf.br/index.php/TeoriaeCultura/article/view/30252 Nota Editorial - Volume 15, número 1 2020-04-16T13:16:06+00:00 Raphael Bispo raphaelbispo83@gmail.com <p>Nota Editorial - Teoria e Cultura - Volume 15, Número 1</p> 2020-04-16T01:09:49+00:00 Copyright (c) 2020 Teoria e Cultura https://periodicos.ufjf.br/index.php/TeoriaeCultura/article/view/30254 Saúde, Corpos e Saberes 2020-04-16T13:16:07+00:00 Cristina Dias da Silva cristinabaltor@gmail.com Marcos Castro Carvalho dabata@gmail.com <p>Apresentação do dossiê "Saúde, Corpos e Saberes", organizado por Cristina Dias da Silva e Marcos Castro Carvalho</p> 2020-04-16T01:23:36+00:00 Copyright (c) 2020 Teoria e Cultura https://periodicos.ufjf.br/index.php/TeoriaeCultura/article/view/30229 A escuta participante e a noção de imponderável revisitada 2020-04-16T13:16:07+00:00 Cristina Dias da Silva cristinabaltor@gmail.com <p>Este texto discute e problematiza, tomando como inspiração etnografias recentes produzidas no âmbito da antropologia da saúde e saúde indígena, as noções de escuta participante e de <em><span style="font-weight: normal !msorm;">imponderável</span></em><em>.</em> Busco argumentar em torno do impacto desses dois elementos em nossa produção conceitual, compreendendo como tais etnografias podem atualizar a teoria antropológica. O artigo está estruturado em dois pontos: 1) a escuta participante nas etnografias da saúde e 2) o improviso, categoria nativa entre profissionais da saúde, e suas conexões com a noção de imponderável, conceito antropológico.</p> 2020-04-16T00:51:09+00:00 Copyright (c) 2020 Teoria e Cultura https://periodicos.ufjf.br/index.php/TeoriaeCultura/article/view/27323 Práticas de cuidado, redes sociais e itinerários terapêuticos em um bairro popular de Águas Lindas de Goiás 2020-04-16T13:16:10+00:00 Ludmila Santos Silva ludmilassilva@gmail.com Silvia Guimaraes guimaraes.silvia@gmail.com <p>Este artigo pretende compreender os itinerários terapêuticos seguidos por moradores de um bairro popular na cidade de Águas Lindas de Goiás (GO) e analisar como essas pessoas agenciam o cuidado, quais instâncias acionam e como lidam e entendem os serviços de saúde. Foi realizado um estudo etnográfico que permitiu desenhar tais itinerários. Os itinerários terapêuticos dos moradores do bairro em questão configuram uma rede de relações sociais onde são vivenciadas sociabilidades que integram vizinhos, amigos, familiares, terapeutas populares, instituições religiosas, centros de saúde e hospitais.</p> 2020-04-15T23:29:53+00:00 Copyright (c) 2020 Teoria e Cultura https://periodicos.ufjf.br/index.php/TeoriaeCultura/article/view/27132 "Vivo aquí ¿qué quieren que haga?": dinámicas socio-sanitarias con mujeres madres en la interfase urbano-rural 2020-04-16T13:16:11+00:00 Horacio Pereyra munayruray@gmail.com <p>El trabajo indaga la relación que se establece entre mujeres de un barrio en los márgenes de la ciudad Capital de la provincia de Santiago del Estero –Argentina- y los servicios de salud de una Unidad Primaria de Atención ubicada en el sector. Entendida la Salud/Enfermedad/Atención como proceso, destacamos cómo en el trabajo de campo etnográfico, la reflexividad es necesaria para interpretar las condiciones socio-sanitarias desde una perspectiva contextualmente situada, en tanto la escritura etnográfica permite ingresar a la categoría de “interfase” como una dimensión vivida. Analizamos las estrategias de sobrevivencia sanitaria en el plano diario y para conseguir ser atendidas, los momentos en el consultorio y el prohibicionismo médico a las prácticas culturales en salud de las mujeres-madres.</p> 2020-04-15T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 Teoria e Cultura https://periodicos.ufjf.br/index.php/TeoriaeCultura/article/view/27310 "Eu vou escutar esse povo!": uma abordagem antropológica sobre experiências de profissionais de saúde em contextos indígenas, em Pernambuco, Brasil 2020-04-16T13:16:12+00:00 Flavia Maria Martins Vieira flavia.martinsvieira@gmail.com <p>Neste artigo busca-se compreender como profissionais de saúde reelaboram suas concepções do processo saúde e doença a partir do trabalho em contextos indígenas. O exercício analítico parte de um entendimento sobre as experiências cotidianas dos profissionais de saúde. Essas experiências são percebidas a partir de contextos de intermedicalidade onde se apresentam complexas relações entre medicinas indígenas e biomedicina. Os dados utilizados são fruto de pesquisa etnográfica desenvolvida com profissionais de saúde de Equipes Multidisciplinares de Saúde Indígena (EMSI) do Distrito Sanitário Especial Indígena de Pernambuco (DSEI PE). Realizou-se observações participantes, acompanhamento do trabalho das EMSI e entrevistas semi-estruturadas com os profissionais de saúde. A partir dos conceitos de intermedicalidade, competência cultural e reflexividade, analisa-se narrativas de interlocutores a respeito de situações de dilemas e limites vividas pelos mesmos no contexto de atendimento aos povos indígenas. Destaca-se que os processos sobre como conduzir tratamentos e encaminhamentos das pessoas atendidas também passam por negociações dos profissionais de saúde com suas próprias concepções, formações e identidades. As situações relatadas pelos interlocutores da pesquisa os afetam e provocam reafirmações, mudanças, hesitações sobre as suas formas de pensar/agir na saúde indígena.</p> 2020-04-15T23:31:48+00:00 Copyright (c) 2020 Teoria e Cultura https://periodicos.ufjf.br/index.php/TeoriaeCultura/article/view/26500 Entre a formação e a prática: o caso dos vigilantes patrimoniais na saúde 2020-04-16T13:16:14+00:00 Rachel Aisengart Menezes raisengartm@terra.com.br Priscila Cassemiro priscila.cassemiro7@gmail.com <p>As instituições de saúde contam com o trabalho de vigilantes patrimoniais. Ali, eles atuam para além das atividades normatizadas da categoria. Sua formação não abrange as especificidades e os desafios enfrentados no cotidiano laboral. Este artigo aborda os nexos entre a formação técnica e o trabalho desses profissionais, com base em pesquisa sobre as leis que regem seu trabalho, e em entrevistas com onze vigilantes patrimoniais que atuam em cinco instituições de saúde. A investigação contou também com análise de notícias veiculadas na mídia. Os entrevistados foram selecionados por indicações, o que permitiu ampla apreensão da realidade do trabalho em unidades de saúde, em diferentes níveis de complexidade. A formação oficial do vigilante patrimonial conta com um curso de formação e reciclagem a cada dois anos. A pesquisa evidenciou que esses cursos oferecem escassa informação sobre a atuação na saúde. Em geral, o aprendizado ocorre informalmente, com a observação do desempenho de colegas, das orientações do supervisor e de profissionais da saúde. A investigação demonstrou que os vigilantes em unidades de saúde efetuam um número expressivo de tarefas não normatizadas para sua profissão, como triagem, transporte de pacientes e contenção de doentes e familiares, para as quais não receberam orientação.</p> 2020-04-15T23:46:05+00:00 Copyright (c) 2020 Teoria e Cultura https://periodicos.ufjf.br/index.php/TeoriaeCultura/article/view/27658 Corpos em revista: etnografia com visitantes em prisões femininas 2020-04-16T13:16:16+00:00 Helena Salgueiro Lermen hslermen@gmail.com Martinho Braga Batista e Silva silmartinho@gmail.com <p>O conjunto de normas estatais define como os visitantes de prisões devem se portar e vestir, bem como estipula regras sobre o transporte de insumos para o interior do cárcere. Nesta pesquisa etnográfica realizada em filas de espera em duas prisões femininas do Sul do Brasil, buscamos compreender os distintos significados atribuídos por mulheres e homens às revistas dos corpos no local de entrada de visitantes nas penitenciárias. Também procuramos investigar as percepções sobre as revistas corporais e materiais nos <em>checkpoints </em>do cárcere. As narrativas coletadas se referem aos diferentes procedimentos de inspeção, que variam de acordo com o sexo do visitante e com o sexo das pessoas confinadas, visto que algumas tecnologias só estão disponíveis em prisões masculinas. No caso das cadeias femininas, interlocutoras reclamam da falta de higienização após o uso da faca que perfura as comidas transportadas, ou do banco que inspeciona somente as partes íntimas das mulheres. Assim, sob o pretexto de contenção de potencial perigo, corpos e bens passam por processos de vasculha vistos pelas visitantes como impuros. Simultaneamente, o favorecimento institucional do transporte de produtos de higiene e limpeza confere aos visitadores a condição de agentes purificadores do espaço perigoso e sujo da prisão.</p> 2020-04-15T23:54:21+00:00 Copyright (c) 2020 Teoria e Cultura https://periodicos.ufjf.br/index.php/TeoriaeCultura/article/view/27151 "Sem capa": notas sobre o trabalho de campo de uma etnografia sobre o sexo bareback entre homens na cidade do Rio de Janeiro 2020-04-16T13:16:18+00:00 Vladimir Porfirio Bezerra vladimir.bezerra@uol.com.br Sonia Giacomini giacominisoniam@gmail.com <p>Este artigo tem por objetivo apresentar reflexões sobre o trabalho de campo de parte de uma pesquisa realizada na cidade do Rio de Janeiro entre os anos de 2017 e 2018 entre grupos de homens que se relacionam sexualmente com outros homens, exclusivamente praticantes do sexo sem preservativo – também conhecido como ‘<em>bareback</em>’. As análises desenvolveram-se a partir do trabalho da observação direta destes grupos, num trabalho de campo que suscitou alguns questionamentos metodológicos e éticos que dialogam com a reflexão antropológica contemporânea, sobretudo com estudos recentes sobre práticas eróticas e sexualidade. Destacam-se nessa investigação duas particularidades: a primeira foi a dificuldade em ultrapassar a fronteira do óbvio na abordagem da prática <em>bareback</em>, sobretudo nos estágios iniciais da pesquisa; a segunda foi a questão de como deveria o pesquisador se “situar” no campo. &nbsp;Como pano de fundo, elege-se o contexto amplo cada vez mais conservador e reacionário frente a investigações científicas que, como a realizada, expõem certos “riscos sociais” e que, de certa forma, colocam em xeque moralidades instituídas que incidem sobre o indivíduo e seu corpo.</p> 2020-04-15T23:41:01+00:00 Copyright (c) 2020 Teoria e Cultura https://periodicos.ufjf.br/index.php/TeoriaeCultura/article/view/27146 Contribuições etnográficas para o estudo da medicação psiquiátrica: reflexões sobre o (des)controle dos sintomas 2020-04-16T13:16:21+00:00 Silvia Monnerat silvia.monnerat@fgv.br <p>Partindo de etnografia realizada em dois serviços de atenção à saúde mental, o presente artigo tem como objetivo principal refletir sobre os efeitos da medicação psiquiátrica e os efeitos dessa medicação no (des)controle de sintomas psiquiátricos. Buscando diferentes representações sobre o adoecimento mental, o artigo parte de uma discussão sobre usos e significados atribuídos à medicação tendo como base diferentes relatos orais e escritos proferidos por pacientes, familiares e técnicos durante a observação participante realizada.</p> 2020-04-15T23:43:17+00:00 Copyright (c) 2020 Teoria e Cultura https://periodicos.ufjf.br/index.php/TeoriaeCultura/article/view/27145 A(s) casa(s) e a rua: o zelo pela moradia dos deuses e de si-mesmo por parte de candomblecistas em processo de desinstitucionalização em saúde mental 2020-04-16T13:16:22+00:00 Clarice Moreira Portugal clariceportugal@gmail.com Mônica de Oliveira Nunes monicatorrente11@gmail.com <p>O presente artigo aborda, a partir da discussão foucaultiana acerca do cuidado de si, como a imersão no candomblé atua sobre o senso de corporeidade de seus partícipes, sobretudo aqueles que padecem de alguma forma de sofrimento mental e buscam a referida religião no sentido de apaziguar ou dirimir sua experiência de aflição. A abordagem metodológica utilizada – a cartoetnografia (PORTUGAL; NUNES, 2015) - envolveu entrevistas não-estruturadas e observação participante. Os dados foram analisados com base na hermenêutica crítica e no artefato intitulado “matriz cartoetnográfica de linhas de pensamento”. Pudemos verificar que se perceber como candomblecista envolve um aprimoramento do cuidado de si que perpassa duas dimensões centrais: a transformação da expressão e da estética corporal, assim como um esforço de reelaboração do espaço da casa; ambos no sentido de afirmar-se como candomblecista e seu pertencimento a esse grupo religioso. A partir disso, concluímos que o “tornar-se filho de santo” incrementa o cuidado de si e propicia, consequentemente, um adensamento da rede social de apoio, do reconhecimento (HONNETH, 2003) e de elaboração tática do cotidiano (DE CERTEAU, 1998).</p> 2020-04-15T23:45:00+00:00 Copyright (c) 2020 Teoria e Cultura https://periodicos.ufjf.br/index.php/TeoriaeCultura/article/view/27304 Uma bildung corporificada na cura antroposófica 2020-04-16T13:16:25+00:00 Raquel Littério de Bastos raquelitterio@gmail.com <p>O artigo apresenta os resultados e as estratégias metodológicas utilizadas para o registro denso da terapia antroposófica destinada a cura do corpo, nomeada de Euritmia Curativa, enquanto um processo de <em>embodiment</em> da <em>bildung – </em>palavra-conceito cunhada no romantismo alemão<em> e </em>noção de pessoa germânica<em> -</em> proposta pela Antroposofia – ciência espiritual europeia - para uma cura estética e moral permeada pela edificação de si mesmo<em>. </em>Nos resultados apresento a etnografia das sessões desta terapia antroposófica na Clínica Tobias, situada no bairro de Santo Amaro, na cidade de São Paulo, durante o ano de 2013. A Clínica foi a instituição antroposófica pioneira fora da Europa e na América Latina. A partir das reflexões de Thomas Csordas e do paradigma da <em>embodiment</em>, o artigo se propõe a refletir sobre as experiências corpóreas vivenciadas nas sessões da Euritmia Curativa em busca de realizar uma <em>bildung </em>curativa do pesquisador e, na construção da corporeidade da terapeuta em sua autoformação profissional na Suíça.</p> 2020-04-15T23:38:52+00:00 Copyright (c) 2020 Teoria e Cultura https://periodicos.ufjf.br/index.php/TeoriaeCultura/article/view/27336 Multiplicidades-ciborgue, reabilitações e reflexões sobre o corpo: uma conversa entre dois cientistas 2020-04-16T13:16:27+00:00 Marco Antonio Gavério marcaosemacento@gmail.com Gil Vicente Nagai Lourenção gilvicenteworks@gmail.com <p>Esse texto é um experimento em que buscamos relatar os respectivos campos teóricos e algumas noções etnográficas decorrentes das nossas pesquisas sociais em torno de práticas tecno científicas. Dessa forma tencionamos apresentar algumas descrições de nossos ambientes de pesquisas visando explorar possíveis aproximações e distanciamentos. As aproximações se dão justamente nas discussões a respeito do corpo, algumas práticas de ciência vistas pelos dois pesquisadores e na noção de reabilitação física. Os distanciamentos, se existem, devem-se propriamente às diferenças de abordagens e às particularidades dos nossos campos de pesquisa. Logo, apontaremos para uma discussão sobre o corpo através de algumas práticas científicas observadas e notaremos alguns elementos a respeito dos estudos sobre a ciência da reabilitação corporal. Para tanto faremos uma pequena revisão sobre cibernética e ciborgues e entraremos na problemática do corpo, ciências, e na reabilitação física como modo de exemplificar uma pesquisa em andamento que articula esses próprios elementos ao longo do texto.</p> 2020-04-15T23:27:00+00:00 Copyright (c) 2020 Teoria e Cultura https://periodicos.ufjf.br/index.php/TeoriaeCultura/article/view/30215 De algumas vontades de saber na neurociência: a saga dos cérebros sexuados 2020-04-16T13:16:31+00:00 Marcos Castro Carvalho dabata@gmail.com <p>A busca pela natureza biológica de diferenças relativas a gênero e sexualidade não é exatamente nova na história das ciências do humano, bem como a procura pela ancoragem corporal de características comportamentais, emocionais e morais. Todavia, a articulação entre cérebro e sexo / orientação sexual é algo que tem ganhado novas facetas, densidade e difusão desde as últimas décadas do século XX. Neste artigo, analisamos uma série de produções neurocientíficas que compõe uma agenda de pesquisas específica voltada para a neurobiologia do comportamento sexual. A partir do delineamento de controvérsias mobilizadas ao longo dos anos abarcados pelo programa neurocientífico em questão e alguns dos artigos dele resultantes, discutimos como se constroem dados sobre o dimorfismo sexual cerebral e da cerebralização da orientação dos desejos sexuais por meio de estruturas que articulam de modo intrínseco e característico um arraigado dualismo de sexo-gênero com concepções heteronormativas em torno da sexualidade humana.</p> 2020-04-15T23:23:09+00:00 Copyright (c) 2020 Teoria e Cultura https://periodicos.ufjf.br/index.php/TeoriaeCultura/article/view/30253 Normas para publicação 2020-04-16T13:16:33+00:00 Teoria e Cultura teoriaecultura@gmail.com <p>TEORIA E CULTURA é uma publicação semestral do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da Universidade Federal de Juiz de Fora, destinada à divulgação e disseminação de textos na área de Ciências Sociais (antropologia, ciência política e sociologia), estimulando o debate científico-acadêmico. O projeto editorial contempla artigos científicos, verbetes, ensaios, resenhas, entrevistas, fotografias e traduções de textos da área de ciências sociais. A revista publica predominantemente em português e é aberta a outras línguas, havendo justificativa editorial. A revista está classificada,&nbsp;de acordo com a atual avaliação da CAPES, como QUALIS B2 em Sociologia.</p> 2020-04-16T01:15:01+00:00 Copyright (c) 2020 Teoria e Cultura